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Vila Viçosa

Tome depois a direcção de Vila Viçosa. A saída do Alandroal, do lado esquerdo, há uma capela, rodeada por um espaço ajardinado e algumas mesas. Trata-se de um recanto agradável que convida a uma pequena paragem, sobretudo nos dias de maior calor. No caminho para Vila Viçosa, verá, de ambos os lados da estrada, enormes pedreiras, onde se procede à extracção de mármores. A exploração das pedreiras da região já data, pelo menos, da época romana. Infelizmente, a extracção intensiva das últimas décadas tem provocado grandes estragos na paisagem. Para quem vem do Alandroal, a chegada a Vila Viçosa faz-se pela zona industrial, pelo que a primeira impressão do viajante, tendo em conta os epítetos de vila-museu e princesa do Alentejo por que é conhecida, é de decepção. Só mais tarde se percebe que a fama é, apesar disso, totalmente justificada.

• Sugerimos que efectue a primeira paragem na Mata Municipal. Trata-se de um jardim agradável, com arvoredo bastante denso e, portanto, muito boas sombras (um autêntico “tesouro”, nesta zona do Alentejo!). Um parque infantil bem equipado, um bom restaurante e arruamentos atractivos completam o quadro. É um óptimo local para descansar um pouco, antes de tentar aproveitar ao máximo tudo o que Vila Viçosa tem para oferecer.

Quando achar que é altura, pegue no carro e dirija-se à antiga estação da CP, onde funciona actualmente o Museu do Mármore. No caminho, passará pela Igreja da Lapa, um templo de meados do séc. XVIII. Defronte da igreja, encontrará também o curioso Cruzeiro da Serpente. Originalmente, este cruzeiro pertencia ao Convento de Santo Agostinho, tendo sido trasladado para aqui em meados do séc. XIX. A serpente alada representa o dragão das armas dos Duques de Bragança.

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