1 a entrada n73

Túmulo de Alcalar

Se resolver continuar o percurso a partir de Silves, saia em direcção a Monchique, passando pelo excelente jardim no Largo da República, onde apetece ficar a preguiçar um pouco à sombra, numa das esplanadas. Depois de passar Falacho e Odelouca, chegará ao cruzamento com a estrada que vem de Portimão para Monchique. Vire à direita, continuando na direcção de Monchique e, ao fim de alguns quilómetros, vire à esquerda, numa estrada alcatroada a seguir a uma estação de gasolina. Esta estrada, muito boa mas sem qualquer indicação, le-vá-lo-á a Alcalar, através de uma paisagem agradável.

• Mais ou menos a meio do caminho existem uns charcos com juncos que poderão constituir um óptimo local de repouso, ao som do coaxar das rãs. Um caminho de terra razoável permite-nos levar o carro até perto da água. Mas, se o chão estiver coberto de ervas, como costuma acontecer no final da Primavera, certifique-se primeiro de que o caminho está firme, antes de ficar irremediavelmente atascado na lama…

• Continuando caminho, o Túmulo de Alcalar aparecerá do lado esquerdo da estrada e está bem indicado. Depois de entrar na estrada de terra, vire logo na primeira à esquerda e estacione o carro. No fim desse caminho irá encontrar o monumento. Inserido na necrópole megalítica de Alcalar, no concelho de Portimão, o chamado túmulo n.° 7 é o único que se encontra em bom estado. Trata-se de uma sepultura megalítica do tipo tholo e, como tal, constituída por apenas uma câmara e um corredor. Foi construído entre 2000 e 1600 a.C. Para um leigo, poderá parecer apenas um poço com paredes de pedra sobreposta, com uma pedra tumular e um corredor de acesso lateral.

As relíquias encontradas durante as escavações deste sítio arqueológico estão agora no Museu Regional de Lagos.

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