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Tavira

Continuando o caminho para Tavira, siga a estrada que acompanha o rio, com bons locais para um piquenique ou para pescar. Ao chegar a Tavira, o ideal é dirigir-se ao centro e estacionar o carro, percorrendo depois a zona histórica da cidade a pé. Acompanhe a marginal até ao mercado e, se este estiver aberto, não hesite em dar uma vista de olhos no interior.

• Durante séculos, e até ao início dos anos 70, Tavira viveu dependente da pesca do atum. Os enormes peixes eram apanhados com aparelhos de rede e depois puxados para bordo dos barcos com ganchos de ferro. Era um espectáculo impressionante: os peixes agitavam-se na água, cercados pelos barcos com a borda cheia de homens ensanguentados que puxavam para bordo, ritmadamente, peixes maiores do que eles. Compreende-se, por isso, que se chamasse a esta faina a tourada do mar.

• Em Tavira existem pelo menos duas igrejas que merecem alguma atenção: a Igreja do Carmo, no largo do mesmo nome, e a Igreja da Misericórdia, na Rua da Galera. No entanto, para as visitar tem de esperar pela hora da missa ou, então, bater às portas vizinhas, para pedir a chave. A chave da primeira costuma estar no n.° 22, mesmo em frente à igreja.

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