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Castelo de Torres Novas

Antes de entrar, preste atenção ao busto de D. Sancho I, o rei responsável pela reconstrução da muralha.

Considerado o monumento mais importante da cidade, este castelo medieval destaca-se, sobretudo, pelo bom estado de conservação em que se encontra e pelo invulgar número de torres – onze, no total. Se quiser ter uma panorâmica mais alargada da cidade, percorra o caminho de ronda, ao longo das ameias, e suba às torres. No interior do recinto amuralhado, encontrará ainda um jardim aprazível e bem cuidado, que se torna especialmente apetecível se tiver vindo a pé.

Horário: todos os dias, das 09.00 h às 17.00 h.
Preço: gratuito.

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Castelo de Sines

De origem medieval, este edifício sofreu diversas obras de reestruturação no reinado de D. Manuel I. Estas alterações à traça original são ainda perceptíveis, sobretudo nas torres do lado poente e na janela do Palácio do Alcaide-Mor. Repare na torre sineira e do relógio, curiosamente pintada de branco, por cima da porta de entrada. Não deixe de subir à torre de menagem para apreciar um panorama bem desimpedido dos arredores.

Local: Largo do Castelo.
Horário: todos os dias, das 10.00 h às 13.00 h e das 14.00 h às 18.00 h.
Preço: gratuito.

• À esquerda do castelo, de frente para o mar, poderá apreciar umas curiosas ruínas romanas do séc. I, em exposição ao ar livre, que faziam parte de um antigo complexo de produção de conservas de peixe. Estas oficinas dispunham de tanques, onde o peixe ficava a macerar em sal durante algumas semanas. A salga, constituída sobretudo por sardinhas e cavalas, era depois embalada em ânforas e distribuída por todo império.

• Siga agora pela Rua Gago Coutinho e visite a típica Adega de Sines, uma taberna que parece ter parado no tempo e que é, provavelmente, um dos locais mais frescos da cidade num dia de Verão… talvez para visitar demoradamente, mais tarde, e apreciar um bom tinto da região, servido num copo de vidro grosso.

• Esta rua desemboca num largo onde existe um excelente parque infantil, recheado de diversões. Entre elas, destaca-se uma nave espacial, pronta para levar as crianças em mais uma viagem interestelar imaginária. O local tem instalações sanitárias, e mesas e bancos à sombra. Os mais novos (e não só) poderão assim tomar uma refeição ligeira entre brincadeiras. O parque é de utilização gratuita e está aberto entre as 08.00 he as 19.00 h.

No mesmo recinto, também existe uma Ludoteca de entrada gratuita, aberta entre as 09.30 h e as 17.30 h, onde as crianças a partir dos 6 anos de idade se podem entreter com diversas actividades.

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Nisa

A vila de Nisa é mais conhecida pelos seus queijos, fabricados à base de leite de ovelha e de cabra, e pelo artesanato que aí se produz – em especial os bordados em feltro, com padrões tão complexos que, sob um olhar menos atento, se confundem com verdadeiras peças de renda, e a louça de barro, decorada com centenas de pequenas pedras de calcário branco, que tornam as bilhas, cantis ou pratos objectos únicos no artesanato português. No quiosque de artesanato, ou mesmo no Posto de Turismo, ambos situados na Praça da República, poderá apreciar, ou mesmo adquirir, estas peças tão tradicionais.

• Para visitar o centro histórico de Nisa, passe em frente à Biblioteca Municipal, oposta à Praça da República, em direcção ao Jardim Público; vire à esquerda e depois à direita, chegando então ao Largo António Granja, onde se situa a chamada Porta da Vila, que data do séc. XIII. De cada lado da porta em arco encontram-se duas torres com ameias. Do castelo, mandado construir por D. Dinis, já pouco resta: para além da referida Porta da Vila, apenas poderá apreciar a Porta de Montalvão, duas torres e alguns pedaços da muralha que o rodeava.

• Entrando pela Porta da Vila, encontrará o pequeno centro histórico. Ao contrário de outras povoações medievais, o traçado das ruas caracteriza-se por uma regularidade pouco comum. Assim, poderá percorrer todas as ruelas facilmente, sem se perder, desde a Porta da Vila até à Porta de Montalvão. O silêncio é a nota predominante. Apenas alguns pássaros se fazem ouvir. Algumas casas ainda conservam a traça medieval.

• Depois de calcorrear as ruas da zona antiga, faça uma pausa no Jardim Público, junto à Biblioteca Municipal, onde poderá sentar-se à sombra das árvores. No entanto, o espaço é relativamente pobre em termos de equipamentos, sobretudo para as crianças. A maior curiosidade do jardim reside num plátano, de dimensões consideráveis, com bancos corridos em redor, transformando este recanto num local agradável e acolhedor.

• Antes de pegar no carro, observe a interessante fachada da Capela do Calvário, perto do jardim, e da Igreja do Espírito Santo, um pouco mais à frente. Se olhar para as suas torres, irá certamente reparar nos enormes ninhos de cegonhas que aí se encontram – com um pouco de sorte, poderá mesmo observar alguns espécimes.

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Ourém

Depois, saia de Fátima (após uma eventual visita à Basílica do Santuário, de estilo neo-barroco) e tome a direcção de Ourém e Tomar. Ao passar por Ourém, é quase impossível ignorar o seu castelo. O caminho para o monumento está bem indicado e permite atravessar as apertadas ruelas do centro histórico, por entre casinhas de traça típica. O Castelo de Ourém, de perímetro triangular, foi construído no século XII e possui três torres, além de uma enorme cisterna ogival situada no terreiro central. Nos arcos que cercam as torres, repare na original conjugação da pedra com a tijoleira. Depois, subindo às mesmas, terá diante de si uma fantástica vista dos arredores, uma vez que o castelo se encontra num monte bastante proeminente. No entanto, é preciso ter muito cuidado com as crianças: as torres e respectivos acessos não dispõem de qualquer protecção e a altura é considerável.

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