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Fátima

Saia em direcção a Fátima, seguindo as muitas indicações existentes. Atravessará uma paisagem serrana graciosa, dominada por rochas brancas, mato (por vezes muito denso) e muitos olivais. Logo à entrada da vila, encontrará a indicação Museu de Cera de Fátima. Mesmo assim, nem sempre é fácil descobri-lo, no meio de tantas lojas de recordações. Não é indispensável ser crente para apreciar devidamente os materiais expostos neste museu. Além das figuras de cera, também não deixa de ser interessante ver as reproduções de trajes, mobiliário e outros aspectos do quotidiano, na época em que terão ocorrido as aparições (início do séc. XX).

Local: Rua Jacinta Marto.
Contacto: 249 53 93 00.
Horário: segunda a sexta, das 9.30 h às 19.00 h; sábado, das 9.30 h às 19.30 h; domingo, das 9.00 h às 18.30 h.

A caminho de Belmonte

Saia da Guarda em direcção ao sul, seguindo as indicações Covilhã e Castelo Branco. A seguir, volte à direita quando vir indicado Vale de Estrela, Manteigas e Valhelhas. Continue sempre por essa estrada em direcção a Famalicão, atravessando a lindíssima paisagem do vale por onde passa o Zêzere, com as encostas cultivadas em socalcos. No Outono, a estrada fica pejada de ouriços de castanhas.

Museu dos Rios e das Artes Marítimas

Perto da referida capela, junto a uma passagem aérea sobre a rua principal, está instalado o Museu dos Rios e das Artes Marítimas, um espaço que reflecte a importância dos recursos fluviais para a economia e vida social de Constância, ao longo da história. O núcleo museológico aborda temas como a construção naval, as artes da pesca, o transporte fluvial e as festas relacionadas com os rios, com o objectivo de preservar o património histórico e cultural da vila. No exterior, existe um pequeno jardim, com alguns equipamentos destinados aos mais novos, e um miradouro de onde se pode apreciar a paisagem em redor.

Local: Rua Ramiro Guedes, n.° 6.
Contacto: 249 73 96 47.
Horário: terça a sexta, das 09.30 h às 12.30 h e das 14.00 h às 17.30 h. Sábado, domingo e feriados, das 14.30 h às 17.30 h. Encerra à segunda.
Preço: gratuito.

• Desça depois até à zona ribeirinha e aproveite para se recompor da caminhada. Nessa área, existem vários refúgios aprazíveis, onde apetece parar. Poderá tomar uma refeição ligeira no parque de merendas, desfrutar da praia fluvial junto ao Zêzere, beber um refresco na esplanada do bar ou mesmo jogar ténis no court, perto da ponte para o Entroncamento. Perto do monumento a Camões, visite o Horto Camoniano, dedicado a este poeta, que aqui viveu durante algum tempo. Neste bonito espaço, criado pelo arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles, coabitam harmoniosamente várias espécies de plantas referidas n’Os Lusíadas e na Lírica, entre outras atracções e curiosidades, como a representação do Universo segundo Ptolomeu ou um recinto dedicado aos jogos tradicionais da época de Camões.

• Não deixe Constância sem adquirir uma das tradicionais bonecas de trapo e cana, as chamadas monas, que durante muito tempo ajudaram a equilibrar o orçamento das casas mais modestas.

Percurso em Mogadouro

Acompanhando as paisagens quase irreais das margens agrestes do Douro, sugerimos neste percurso um itinerário de cerca de 130 quilómetros, com partida e chegada na vila de Mogadouro, passando por algumas aldeias do remoto Nordeste Transmontano e pela pequena cidade de Miranda. Obviamente, também sugerimos a visita a alguns museus que contam, de forma simples, a história das gentes transmontanas, e a alguns locais de lazer que o ajudarão a esquecer a agitação de todos os dias.

Museu da Horta

Instalado no antigo Colégio dos Jesuítas, o museu reúne uma impressionante colecção de miniaturas em miolo de figueira, uma das artes tradicionais mais conhecidas da ilha. O acervo é constituído por cerca de 70 miniaturas, representando barcos, monumentos e cenas da vida quotidiana, dispostas por 39 vitrinas. Foram precisos cerca de 35 000 fragmentos de miolo de figueira para as executar, apesar de toda a colecção pesar uns meros 1,2 quilos! A sublime paciência e fina destreza manual que os trabalhos expostos revelam merecem, só por si, uma visita. O miolo de figueira é extraído do interior dos troncos das árvores nos meses de Inverno, altura em que está mais branco, uma vez que a seiva quase não circula pela árvore. Depois, é deixado a secar ao sol, durante cerca de uma hora, para adquirir a consistência desejada. A seguir, é cuidadosamente cortado em lâminas finíssimas, talhadas com a configuração desejada, e colado com goma arábica, aplicada com a ponta de uma agulha. A zona de colagem deve ficar escondida, porque a cola amarelece passado algum tempo, devido à acção da luz.

Local: Largo Duque de Ávila e Bolama.
Contacto: 292 29 33 48.
Horário: Inverno – terça a sexta, das 10.00 h às 12.00 h e das 14.00 h às 17.00 h. Verão – terça a sexta, das 09.30 às 12.30 he das 14.00 h às 17.30 h. Sábado e domingo, das 14.00 h às 17.00 h. Encerra à segunda e feriados nacionais e regionais.

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