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Pego das Pias

Do jardim, é fácil voltar à zona ribeirinha onde terá deixado o automóvel. Quando achar que chegou a altura, volte à rotunda e, desta vez, siga a direcção Cercal e São Luís. Passados cerca de 5 quilómetros, imediatamente a seguir a uma ponte sobre uma ribeira (a Ribeira de Torgal), existe, à direita, um caminho de terra que acompanha o curso de água. O trilho vai dar, 2 quilómetros depois, a uma clareira, onde nos espera um espectáculo quase paradisíaco: escondidas pela vegetação e pelas elevações do terreno, numa paisagem simultaneamente agreste e convidativa, encontram-se pequenas lagoas de água límpida, no meio de alguns rochedos! E, para ajudar a compor o quadro, na altura em que o visitámos o local estava exemplarmente limpo. Não prometemos que o encontre no mesmo estado, mas garantimos que vale a pena tentar. Infelizmente, o caminho de acesso é um pouco irregular, pelo que, se não possui um veículo todo-o-terreno, aconselhamo-lo a pensar duas vezes, antes de se fazer à estrada. Junto à ponte, do lado direito, existe espaço suficiente para estacionar, pelo que poderá fazer o percurso a pé (4 quilómetros, ida e volta). Como referimos, o caminho segue a ribeira, pelo que dificilmente se poderá enganar, e tem quase sempre sombra. Quando chegar ao pego, preste atenção às pedras das lagoas, pois são muito escorregadias, e tenha cuidado com os insectos (sobretudo com as vespas e mosquitos!).

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Regresso a Milfontes

Regresse agora ao ponto de partida do percurso. Quando chegar a São Luís, terá de virar à esquerda, na direcção de Vila Nova de Milfontes. Percorrida a dezena de quilómetros que separa as duas povoações, siga, mais uma vez, até à zona do forte e, alguns metros depois, vire à direita, na Rua D. João II. No final dessa rua, vire novamente à direita. Chegando à rotunda, vire agora à esquerda, apanhando a estrada principal, e siga sempre em frente, até ao Porto das Barcas. Se aí chegar ao final da tarde, poderá assistir a um magnífico pôr do Sol enquanto a brisa lhe acaricia o rosto. Aí perto, espera-o uma boa caldeirada de peixe, num restaurante de onde poderá contemplar os barcos de pescadores que estão fundeados a apenas algumas dezenas de metros e as ondas que, ao longe, se abatem sobre os rochedos.

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Miranda do Douro

Antes de deixar a Freixiosa, a caminho de Miranda, não se esqueça de dar uma última vista de olhos às suas casas de traça tradicional, que, infelizmente, estão a ser rapidamente substituídas por edificações modernas, muitas delas francamente mal integradas.

• A antiga Seponcia romana e Mir-Andul árabe olha de perto o Douro e as terras de Espanha. Foi justamente por causa da sua posição geográfica privilegiada que se tornou palco de muitos confrontos com Castela. Por outro lado, o seu isolamento e proximidade com as aldeias do antigo Reino de Leão justificam a persistência de um dialecto local, o mirandês, directamente derivado do leonês antigo. Actualmente, mais de 15 000 pessoas falam o mirandês, o que justificou a sua ratificação como segunda língua oficial portuguesa (veja também a caixa Não é o português a única língua usada em Portugal).

• Não deixe de dar um demorado passeio a pé pelas ruas tranquilas do bem conservado centro histórico de Miranda. Na Rua da Costanilha, aprecie as bonitas construções quatrocentistas, cujas fachadas estão decoradas com elementos do estilo manuelino e figuras zoomórficas (com a forma de animais). Na Sé Catedral, não se esqueça de admirar durante alguns instantes o célebre Menino Jesus da Cartolinha, completamente vestido e com a sua característica cartola na cabeça.
Não muito longe, no Miradouro da Sé, desfruta-se de uma vista lindíssima sobre o Douro e a Barragem de Miranda. Nos rochedos em frente existem grafitti naturais, formados por líquenes amarelos, que são famosos por parecerem desenhar o contorno perfeito do algarismo 2. Não é fácil descortiná-lo, mas garantimos que está lá!

• Ali perto, também vale a pena ver as arcadas das ruínas do Paço Episcopal, junto a um agradável jardim onde abundam enormes cedros. Finalmente, visite as ruínas do castelo e das muralhas, de onde se pode observar a parte nova da cidade.

Almograve

Almograve

Volte à EN 393 e continue na direcção de Lagos. Cerca de 8 quilómetros depois, vire à direita, para onde uma placa indica Almograve. Pouco antes de entrar nesta povoação, a seguir à Longueira, encontrará uma nova área de merendas, pequena, mas aprazível. Não muito longe, há também uma pequena fonte.
A entrada na vila faz-se por uma rotunda. Para ir para a praia, siga sempre em frente. Algumas centenas de metros adiante, há uma ligeira subida ladeada por algumas dunas e, a seguir, começará a avistar o mar. Ao chegar ao parque de estacionamento, junto à falésia, verá, à esquerda, uma praia de areia; à direita, outra praia, esta de calhaus rolados, frequentada quase exclusivamente por pescadores. De um e outro lado, alguns caminhos, a uma distância prudente das arribas, prometem agradáveis passeios de descoberta da flora do litoral alentejano (nesta zona, ainda é possível encontrar arbustos como o samouco e a sorveira e a flor cor-de-rosa da Armeria rouyana). Na praia do lado direito, o areal extenso deixa adivinhar a possibilidade de passar algumas horas agradáveis à beira-mar. Nalguns pontos, os rochedos formam pequenas enseadas que, na maré cheia, se transformam em autênticas piscinas naturais, que farão as delícias das crianças. Graças à protecção das dunas e dos rochedos, o vento sopra, quase sempre, de forma moderada. Tudo isto faz com que, nos dias mais quentes da Primavera, quando a procura da areia e do sol ainda não é excessiva, a Praia do Almograve se revele um pequeno paraíso.

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