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Parque Municipal do Sítio das Fontes

Para iniciar a descoberta da região, saia de Portimão em direcção a Lagoa e, ao fim de poucos quilómetros, vire à direita para Estômbar. Ali, siga a indicação Fontes, no caminho para Silves, e vá com atenção para não passar o cruzamento de uma estrada de terra, à esquerda, com uma tabuleta indicando o Sítio das Fontes.

• Estacione o carro no local adequado e siga depois o trilho, que o leva até um troço da ribeira com as margens consolidadas por muros de pedra sobreposta. No final, um açude com uma comporta, junto a uma nora, mantém o nível da água constante. Mais ou menos a meio existe uma ponte que permite não só ter acesso à outra margem, como também dividir a parte menos funda (para as crianças) da zona mais profunda, mediante uma comporta de madeira. Escadas também de madeira permitem entrar e sair da água com facilidade.

• A água cristalina deixa ver o fundo, coberto de seixos rolados. Se tiver curiosidade de ver de onde vem toda esta água, suba o ribeiro uma ou duas dezenas de metros e encontrará uma cavidade, de onde brota um jorro de água suficientemente abundante para alimentar esta piscina natural.

• À volta do ribeiro encontra-se um parque muito agradável, com mesas, bancos, caixotes do lixo, assador, lavabos… enfim, uma série de equipamento que lhe permitirá desfrutar plenamente deste espaço de lazer. Também existe um anfiteatro ao ar livre, onde, durante o Verão, acontecem espectáculos diversos. Por sua vez, um percurso de manutenção, bem assinalado, pode constituir um complemento bastante saudável para uma manhã bem passada. No cais, junto à nora, atracam ocasionalmente, durante a maré cheia, barcos com turistas que viajam de Silves até Portimão, explorando todos os recantos do rio Arade.

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Faia da Pedra Amarela

Continue a pé pela estrada da direita, atravessando o ribeiro (normalmente, pouco profundo nesta zona) e seguindo em frente até ao fim do caminho. Depois, desça a encosta, contornando-a sempre para a esquerda. Vá com atenção, porque existem algumas setas brancas, pintadas sobre pedras bem visíveis, que indicam o melhor itinerário.

• No final, encontrará uma queda d’água, com várias dezenas de metros de altura, por onde o rio se precipita com violência, continuando o seu leito lá em baixo, por entre altas paredes de rocha. Localmente, chamam faia a uma queda d’água – daí o seu nome. Pedra Amarela refere-se à coloração dos líquenes que, como poderá ver, crescem um pouco por toda a parede rochosa. Apesar das dificuldades do trajecto (facilmente superáveis para quem esteja habituado a caminhadas na Natureza), o local é realmente muito bonito e merece bem o esforço. A extensão do percurso é de, aproximadamente, 2 quilómetros.

• Os mais afoitos, e que se encontrem em boas condições físicas, poderão continuar o percurso assinalado pelas setas, que passa por baixo da cascata e chega a um local denominado Poço do Pêro Negro.
Segundo reza a tradição, nas manhãs de São João, antes de nascer o Sol, viam-se, no fundo das águas escuras, teares a fiar ouro!
Trata-se de um percurso relativamente perigoso, que desaconselhamos a quem esteja acompanhado por crianças pequenas e não esteja habituado a estas “andanças”.

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Santiago do Cacém

Siga para Ermidas do Sado, não sem antes parar junto à ponte, à saída de Lousal, para apreciar um singelo ribeiro com nenúfares e as margens forradas de juncos. Em Ermidas, vire à direita em direcção a Santiago do Cacém.

• Depois de passar o cruzamento à esquerda para Abela, atravessará uma pequena ponte. Vire à direita logo a seguir e depois desça até à margem do rio. O local é muito agradável durante o Inverno e a Primavera, quando o caudal é maior. No entanto, no Verão a água desaparece e as algas secas atraem nuvens de moscas bastante incomodativas.

• Seguindo sempre para Santiago, passará, pouco depois, por São Bartolomeu da Serra, onde poderá visitar a Igreja Paroquial, caracterizada por um cruzamento de vários estilos arquitectónicos. No interior, destaca-se, sem dúvida, a bela talha rococó.

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Lousal

Pegue no carro e saia da cidade, tomando a direcção de Santiago do Cacém. Atravessará uma paisagem agradável, com relevo moderado e arborização farta. Em alguns locais surgem, junto à estrada, maciços rochosos de pedra escura facetada. Do lado esquerdo da via, será acompanhado, por vezes bem de perto, por um ribeiro que só leva água durante os meses mais chuvosos e frios.

• Volte à esquerda quando vir a indicação Azinheira dos Barros e continue o caminho através de uma paisagem planícies ondulantes, salpicadas de azinheiras e sobreiros. Azinheira dos Barros é uma aldeia típica alentejana, de casinhas baixas, caiadas de um branco ouro que, nas horas de sol, até custa a encarar. Se é um apreciador deste género de arquitectura, pare um pouco o carro e dê uma volta a pé pela aldeia.

• Se prefere não circular em estradas florestais, siga agora até ao IO, que passa ali mesmo ao lado, e vire à direita no sentido do Algarve. Pouco depois, volte de novo à direita onde indicar Ermidas e Lousal. Se possui um veículo todo-o-terreno, pode virar à direita no fim da Azinheira dos Barros e seguir sempre em frente, até encontrar, à esquerda, uma guarita branca, perto de uma bomba de água manual. Vire aí à esquerda e siga pela estrada que passa junto ao campo de futebol. Atravessará uma paisagem de campos cerealíferos e eucaliptais. Seguindo sempre pela via da direita, terá de atravessar um pequeno ribeiro, que se transpõe facilmente, já que leva, normalmente, pouca água e o leito é firme. Repare na ponte do comboio, na barragem e nas ruínas industriais, um pouco mais acima, do lado direito. É para essa zona que deverá dirigir-se.

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Olhos de Água

Continue para Amiais de Cima e, depois, para Amiais de Baixo. Aí, siga as indicações Santarém e Alcanena, voltando à esquerda quando vir placas dizendo Olhos de Água, Alcanena e, depois, Praia Fluvial. É em Olhos de Água que se encontram as nascentes do Rio Alviela, cujas águas são depois encaminhadas para consumo doméstico na região de Lisboa.

• Estacione o carro no largo, que fica junto a umas casas. Seguindo a pé, encontrará, à esquerda, a indicação Percurso Pedestre. Se gosta de uma boa caminhada, siga por aí; se preferir um passeio menos extenso, eis uma alternativa (caso tenha trazido uma lanterna de mão), que lhe permitirá usufruir apenas do essencial: continue em frente, pela estrada, e depois de passar a ponte sobre as nascentes, repare na garganta de escarpas altas, por onde corre um ribeiro que não se mistura com a água límpida das nascentes. Desse lado, veja como é fácil descer pelo canto direito, onde há uma pedra alta que vem quase até meio metro abaixo do muro. Desça para esse primeiro nível e, depois de tirar os sapatos, dê um pequeno salto para o ribeiro, evitando as zonas com mais algas. Depois, siga sempre pelo leito do ribeiro. O nível da água raramente lhe chegará à altura do joelho. Junto a um tanque, encontrará, à esquerda, a abertura de uma gruta, de onde procede o ribeiro. Suba, com cuidado, pela parede da direita, junto à entrada da gruta, e depois prossiga, com a ajuda da lanterna de mão. Continuando por esse patamar sobranceiro à garganta por onde corre a água, acabará por ter acesso ao próprio leito, a cerca de 100 metros da entrada da gruta. Repare nalguns morcegos que dormem pendurados no tecto da gruta, mas não os incomode!

• Saindo da gruta, siga pelo trilho que continua a subir a encosta e prossiga, até encontrar uma nova cavidade, à esquerda, que também comunica com o curso de água por onde passou. Continuando no mesmo trilho, irá ter a uma grande gruta, cujo chão de rocha está profundamente “lavrado” pela corrente. Existe um patamar lateral, que permite entrar profundamente na gruta e apreciar a paisagem de dentro para fora. Depois, pode voltar pelo mesmo caminho ou subir o morro à esquerda, quando vir um trilho bem marcado, e seguir sempre em frente até encontrar uma estrada de terra batida que desce até junto da praia fluvial, a escassas dezenas de metros da ponte onde iniciou o trajecto, que tem o pomposo nome de Caminho de Fátima.

Esta pequena aventura, desde que bem orientada por um adulto e sem descurar a vigilância, pode ser facilmente acompanhada por um adolescente, a partir dos 12 anos.

• Neste momento, é provável que lhe apeteça dar um bom mergulho na praia fluvial. Como verá, aí existe também um bom parque de merendas, campos de jogos, um restaurante e outras instalações.

• Após este período de merecido descanso, volte ao carro e, subindo até ao cruzamento onde virou para as nascentes, vire agora à esquerda, seguindo na direcção de Alcanena e, depois, de Pernes e Santarém.

Passando por Malhou, continue para Arneiro das Milhariças e Tremês. Repare no sino da igreja desta última aldeia, com uma espécie de chapéu-de-chuva em ferro.

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