Artigos

SONY DSC

Castelo Branco

Inicie agora o passeio de automóvel pela região a oeste da Horta, em direcção ao aeroporto. Para ter uma ideia da violência do último terramoto, ocorrido em finais dos anos 90, repare nas fachadas de algumas casas, em avançado estado de ruína ou ostentando profundas brechas. Pouco depois de passar pelo aeroporto, entrará em Castelo Branco, onde existe um império, com um portal de azulejos azulados.

Algar Seco_2_imagens-aj

Lagoa

Retome a direcção da Lagoa pela EN 125. Como facilmente poderá constatar, este trecho da estrada está repleto de lojas de artesanato diverso, que se sucedem de forma constante.

• A região da Lagoa é especialmente conhecida graças aos seus vinhos. Por isso, sugerimos que comprove pessoalmente a sua qualidade, provando uma selecção representativa dos melhores vinhos locais. (Mas, atenção: quase todos os vinhos da Lagoa têm um elevado teor alcoólico, que anda pelos 13 a 13,5%!).

• Para quem vem de Portimão, a Adega Cooperativa da Lagoa fica do lado direito, junto a um cruzamento com semáforos. Passando o portão, o posto de venda e de provas fica ao fundo, do lado direito.

• É possível fazer uma visita guiada às adegas, durante a qual se fica a saber quase tudo sobre a produção e o engarrafamento dos cinco tipos de vinhos da região, em que predominam os tintos. Segue-se a prova, que decorre junto ao posto de venda. Se o desejar, também pode adquirir os que forem mais do seu agrado. Os preços vão de cerca de 1,5 Euros, para uma garrafa de vinho de mesa comum, até cerca de 6,25 Euros, para um Porches tinto de 1998.

• A visita com prova simples é gratuita, mas se desejar um acompanhamento de pão e chouriço, já lhe custará cerca de 3 Euros (por pessoa), além de que essa modalidade está sujeita a marcação prévia (contacto: 282 34 21 81).

11093336

Maria Vinagre

Entrando na vila, siga em frente no cruzamento, no sentido da tabuleta que indica Baía dos Tiros. Irá ter à costa, onde encontrará vários trilhos que lhe permitirão fazer longos percursos a pé sobre as falésias, desfrutando de paisagens magníficas. Também passará por excelentes praias, bem abrigadas entre a falésia alta. A extensão do percurso escolhido dependerá apenas da sua preparação física e disponibilidade.

• Se preferir uma variante mais animada e original, vire à esquerda no último cruzamento antes de chegar à vila, onde existe uma paragem de camionetas. Siga por aí até encontrar um armazém com uma porta azul, a seguir a uma vivenda. Entre pela estradinha de terra entre estes dois edifícios, vire à esquerda no primeiro cruzamento, ao pé de umas casas velhas, e depois vá com atenção ao lado direito da estrada. Quando vir um lago com nenúfares, vire à direita e, seguindo a estrada da esquerda, irá passar junto a uma cerca com burros. Quando esta terminar, vire à direita até à primeira casa.
É aqui que alguns alemães organizam viagens a pé pela costa vicentina, na companhia de burros que carregam a bagagem. A duração das viagens é variável, assim como o preço estipulado. Para informações e preços, pode contactá-los através do telefone 282 99 52 45.

• Depois, saindo da região de Maria Vinagre e seguindo a EN 120, na direcção de Aljezur, vai passar por Rogil, uma simpática aldeia no alto de uma colina. Se nunca visitou um moinho, pode aproveitar a ocasião para o fazer, virando à esquerda junto da tabuleta que indica Moinho da Arreata.

• Existem nesta estrada muitos trilhos de terra batida que permitem o acesso à costa, mas o mau estado do piso recomenda muitas vezes o uso de um veículo todo-o-terreno. Se estiver convenientemente equipado, não deixe de os explorar. Mas nunca é demais recomendar prudência na aproximação da borda das falésias costeiras, que, nesta região, são muitas vezes constituídas por um xisto muito quebradiço.

Moncarapacho05_486

Moncarapacho

Saia de Estói em direcção a Olhão, virando em seguida à esquerda, para Moncarapacho. A estrada está em bom estado, embora a paisagem, de matagal baixo, seja um pouco monótona. Chegado ao cruzamento à entrada de Moncarapacho, verá, à sua esquerda, uma grande olaria, onde poderá adquirir, se o desejar, diversos artefactos de barro típicos da região.

• Depois, dirija-se para o centro da povoação e visite o Museu Paroquial, que está indicado à esquerda. Neste museu estão expostos alguns artefactos arqueológicos, uma grande variedade de antigos utensílios agrícolas e inúmeras obras de arte e antiguidades diversas. Também estão presentes algumas curiosidades, como, por exemplo, um relógio antigo de caixa alta, da autoria de John Harrison, que é um dos quatro que existem em todo o mundo.

Nota: os visitantes são guiados por uma senhora que fecha a porta sempre que começa uma nova visita – por isso, não se admire se encontrar a porta fechada no horário normal de abertura. Em princípio, bastará ter um pouco de paciência e aguardar que a visita termine.

• Além do museu, também poderá visitar a pequena capela contígua, ricamente decorada com talha dourada e azulejaria tradicional. Encontram-se expostos vários objectos de arte sacra.

Local: Rua de Santo Cristo,
Moncarapacho.
Contacto: 289 79 21 91.
Horário: segundas, quartas e sextas, das11.00 h às 15.00 h.

• Também pode valer a pena, se a temática o interessar, dar uma vista de olhos na Igreja de Nossa Senhora da Graça. Depois de apreciar o portal, ornamentado por figuras finamente trabalhadas na pedra clara, entre e repare nas pinturas sobre pedra que decoram as colunas e abóbadas da igreja.

fb_529203_420357538046727_816378634_n

Adega Cooperativa da Covilhã

Saindo do museu, siga as placas que indicam a localização do posto da GNR e, um pouco adiante, encontrará a Adega Cooperativa da Covilhã. No entanto, só são aceites visitas que sejam marcadas com antecedência (veja o Contacto).

• A produção de vinho nesta região data de tempos imemoriais. Já num foral de D. Sancho I, de 1224, se encontra referência à actividade, regulando o valor da portagem de cada carga de vinho trazida para o mercado. Esta adega foi fundada em 1954 e, desde então, os seus vinhos têm sido frequentemente premiados, tanto em Portugal como no estrangeiro. Poderá visitar as instalações da fábrica e a sala-museu, onde se encontram expostos alguns aparelhos outrora utilzados na produção do vinho. E, se quiser adquirir conhecimentos mais profundos sobre os néctares desta região serrana, poderá fazer uma prova, acompanhada de queijo e presunto.

• Na loja, poderá comprar garrafas das diversas marcas de vinho aqui produzidas, a preços que vão de cerca de 1 euro, para um Pedra do Urso, a quase 13 euros, para um Colheita do Sócio Magnum. Também poderá optar por um Terras de Cabral, uma das últimas marcas lançadas por esta adega, em comemoração da descoberta do Brasil.

Local: Quinta das Poldras.
Contacto: 275 33 07 50 (contactar Artur M. Cabrito Diogo, para marcar a visita com alguma antecedência. Em princípio, a visita só será efectuada se houver um mínimo de 6 pessoas interessadas).
Horário: de segunda a sexta, das 09.00 h às 12.30 h e das 14.00 h às 18.00 h. Domingos e feriados, das 10.00 h às 13.00 h e das 15.00 h às 17.00 h.

parque aquatico fafe, parque aquatico de fafe, parque aquatico de fafe preços 2013, casa do penedo, burros, parque aquatico fafe preços, praias fluviais algarve, escapadelas baratas, parque aquatico fafe site oficial, casa do penedo fafe .