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Em Viana

Sugerimos que inicie a manhã com uma visita ao Parque da Cidade, junto à Praça de Touros, na zona ribeirinha. Aí encontrará um parque de merendas, um circuito de manutenção, serviços sanitários, etc.
Depois, siga a pé, pela beira-rio, até ao centro, aproveitando para apreciar a Ponte de Viana, perto da marina, construída por Gustave Eiffel e inaugurada em 1878. Continuando caminho, suba à Praça da República e conceda algum tempo ao elegante Chafariz que a ornamenta, executado, em 1554, pelo célebre mestre João Lopes.
No caso (pouco provável) de ainda não ter tomado o pequeno-almoço ou de lhe apetecer um simples café, sugerimos uma visita à Pastelaria Dantas, que não fica longe da Praça da República, mais concretamente no gaveto da Rua Manuel Espregueira com a Rua de Olivença. O edifício em que se encontra é o exemplo mais representativo de Art Déco da cidade. Depois, siga para o Largo de São Domingos, que também fica ali próximo, e visite o Museu Municipal.

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Em Tomar

Inicie o percurso com uma visita ao Parque do Mouchão, em pleno coração da cidade. Logo à entrada, repare na enorme roda de rega que ali labora há séculos! Este é um espaço de lazer muito agradável, com muitas árvores e recantos lindíssimos à beira-rio, acompanhados por diversos açudes e pontes. Também é possível fazer um passeio pelo rio, já que existem pequenos barcos para alugar. Perto do estádio, encontra-se um bom parque de merendas, que brinda os visitantes com uma excelente panorâmica do rio. A propósito, repare nos milhares de barbos que aí permanecem quietos, quase indolentes… Junto ao parque de merendas, há também um bom parque infantil, pelo que poderá usufruir calmamente desse espaço enquanto mantém as “debaixo de olho”.

• Depois, atravesse a Ponte Velha e aprecie os Moinhos de Água d’EI Rei, engenhos curiosos que, no segundo quartel do século XVI, aproveitavam a força motriz da água para uso industrial. Do outro lado, na Rua Everard, observe a oficina de fundição e serralharia, que produz verdadeiras obras de arte em ferro fundido e forjado.

• A seguir, atravesse a parte velha da cidade, subindo a Rua Serpa Pinto até à espaçosa Praça da República. Aí, poderá visitar a Igreja de São João Baptista, na qual se destaca o magnífico portal. A fachada gótica, que lhe dá um toque grandioso, deve-se a D. Manuel I, que, nessa altura, era também Mestre da Ordem de Cristo. No interior do templo, aprecie o púlpito, em pedra trabalhada, e as tábuas quinhentistas do mestre Gregório Lopes.

Local: Praça da República.
Contacto: 249 31 26 11.
Horário: todos os dias, das 10.00 h às 18.00 h.
Preço: gratuito.

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Lisboa

Continuando pela mesma estrada, chegará, pouco depois, à famosa Praça do Império, onde se encontram vários museus e monumentos interessantes: o Centro Cultural de Belém, o Museu da Marinha, o Planetário, o Museu Nacional de Arqueologia e o Mosteiro dos Jerónimos, bem como, não muito longe, a Torre de Belém e o Padrão dos Descobrimentos. Dada a necessidade de optar, sugerimos aqui a visita ao Museu da Marinha, que possui uma excelente colecção de miniaturas navais de todas as épocas. Aí encontrará também o hidroavião Santa Cruz, utilizado por Sacadura Cabral e Gago Coutinho na primeira travessia aérea do Atlântico Sul.

Local: Praça do Império.
Contacto: 213 62 00 19.
Horário: de 1 de Outubro a 31 de Maio, das 10.00 h às 17.00 h; de 1 de Junho a 30 de Setembro, das 10.00 h às 18.00 h. Encerra à segunda e feriados.

• Depois, seguindo sempre para leste, no passeio fronteiro aos Jerónimos, atravesse o largo e, já na Rua de Belém, não deixe de provar os deliciosos Pastéis de Belém na pastelaria com o mesmo nome. Trata-se de uma receita conventual, secreta, que torna estes pastéis de nata únicos no mundo. Enquanto saboreia os pastéis, polvilhados de açúcar e canela, aproveite para reparar no mobiliário antigo da pastelaria, que foi mantido pelos proprietários.

• A seguir, continuando na Avenida da índia em direcção ao centro de Lisboa, vire à direita em Alcântara, passando por cima do viaduto, e acabe a noite à beira-rio, nas Docas. Aqui, antigos edifícios que funcionavam como armazéns de apoio às docas foram recuperados e transformados em restaurantes, bares e discotecas. Boas esplanadas viradas para o Tejo transformam o local num agradável ponto de lazer da capital, sobretudo nas noites quentes de Verão.

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Caldas da Rainha

Experimente começar a manhã com uma visita ao Mercado da Fruta, na Praça da República. Trata-se de um tradicional mercado ao ar livre, com o aspecto de uma feira movimentada. Misture-se com a multidão, inspire os aromas da fruta e dos legumes e aprecie o melhor que a agricultura do Oeste tem para oferecer. Um pouco acima, repare no bonito Chafariz das Cinco Bicas, antes de descer à parte baixa da cidade. Aproveite para ir apreciando as cantarias e sacadas, muito trabalhadas, que adornam as fachadas dos muitos edifícios de traça Arte Nova, em especial os nos. 34-36, 35-37 e 53 da Rua Miguel Bombarda ou o n.° 19 da Rua José Barbos. Por todo o lado encontrará lojas de cerâmica tradicional das Caldas, que vendem desde verdadeiras obras-primas até às peças mais “brejeiras”, que são, geralmente, as mais conhecidas e procuradas.

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Vitória

Se ainda não o fez, pegue agora no automóvel e saia da cidade pela rua que passa junto à praça de táxis, no largo principal, seguindo na direcção de fiarro Vermelho e Ponta da Barca. Em Barro Vermelho, existe uma piscina natural com balneários, bar e zona de merendas. Contudo, o local é pedregoso demais para crianças pequenas.

• Em Ponta da Barca, vire à direita na direcção do farol e estacione nas proximidades. Do logradouro do farol, conseguirá avistar perfeitamente a costa, em especial o Ilhéu da Baleia, cuja configuração lembra, de facto, um cetáceo. Com um pouco de persuasão, poderá convencer o faroleiro a deixá-lo subir ao farol.

• Siga agora para Vitória, onde, perto da Ermida de Nossa Senhora da Vitória, existe um dragoeiro enorme. Se for com atenção, reparará num moinho típico da Graciosa, com a sua campânula encarnada. Poderá aproximar-se por uma estradinha estreita entre muros de pedra sobreposta. A óbvia influência holandesa que estes moinhos revelam deve-se a um surto de imigrantes da Flandres que, no século XV, se instalaram na ilha.

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