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Moncarapacho

Saia de Estói em direcção a Olhão, virando em seguida à esquerda, para Moncarapacho. A estrada está em bom estado, embora a paisagem, de matagal baixo, seja um pouco monótona. Chegado ao cruzamento à entrada de Moncarapacho, verá, à sua esquerda, uma grande olaria, onde poderá adquirir, se o desejar, diversos artefactos de barro típicos da região.

• Depois, dirija-se para o centro da povoação e visite o Museu Paroquial, que está indicado à esquerda. Neste museu estão expostos alguns artefactos arqueológicos, uma grande variedade de antigos utensílios agrícolas e inúmeras obras de arte e antiguidades diversas. Também estão presentes algumas curiosidades, como, por exemplo, um relógio antigo de caixa alta, da autoria de John Harrison, que é um dos quatro que existem em todo o mundo.

Nota: os visitantes são guiados por uma senhora que fecha a porta sempre que começa uma nova visita – por isso, não se admire se encontrar a porta fechada no horário normal de abertura. Em princípio, bastará ter um pouco de paciência e aguardar que a visita termine.

• Além do museu, também poderá visitar a pequena capela contígua, ricamente decorada com talha dourada e azulejaria tradicional. Encontram-se expostos vários objectos de arte sacra.

Local: Rua de Santo Cristo,
Moncarapacho.
Contacto: 289 79 21 91.
Horário: segundas, quartas e sextas, das11.00 h às 15.00 h.

• Também pode valer a pena, se a temática o interessar, dar uma vista de olhos na Igreja de Nossa Senhora da Graça. Depois de apreciar o portal, ornamentado por figuras finamente trabalhadas na pedra clara, entre e repare nas pinturas sobre pedra que decoram as colunas e abóbadas da igreja.

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Caldas de São Jorge

Depois de atravessar a barragem, continue pela estrada larga e quase sempre agradável que se lhe apresenta, até encontrar uma placa com a indicação Canedo, para a esquerda. Ao chegar a esta localidade, poderá visitar a Capela de Nossa Senhora da Piedade, um curioso templo, de forma hexagonal, dos princípios do século XVII, precedido por 12 cruzes, erguidas em Canedo, seguindo sempre pela estrada principal, encontrará uma placa de cor azul com a indicação Termas de São Jorge, destino ao qual chegará sete quilómetros depois. A povoação fica num vale rodeado de vegetação frondosa e tem um ar calmo e simpático. O complexo das termas envolve os balneários e um parque. Não sendo especialmente atractivo, este constitui, mesmo assim, um bom local para uma paragem. As crianças ficarão certamente satisfeitas ao ver o parque infantil que fica em frente às termas e mais ainda se puderem pedalar nas “gaivotas” pertencentes ao restaurante que fica do outro lado da estrada, junto ao ribeiro. O enquadramento é bastante agradável. Infelizmente, no entanto, a limpeza do local não é exemplar, pelo menos tendo em conta a altura em que passámos por lá…

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Museu de Vila Real

Neste museu encontrará algumas peças arqueológicas e uma fabulosa exposição de numismática, muito bem apresentada. Possui uma colecção bastante extensa de moedas romanas, gregas, cartaginesas, entre outras, desde o ano 450 a.C. até aos princípios do séc VIII. Diversos painéis fornecem informações sobre as principais rotas comerciais daqueles tempos e sobre os locais onde as moedas terão sido cunhadas. Uma interessantíssima viagem no tempo!

Local: Rua do Rossio.
Contacto: 259 32 57 30.
Horário: de terça a sexta, das 10.00 h às 12.30 h e das 14.30 h às 18.30 h. Sábados e domingos, das 14.30 h às 18.30 h.
Preço: gratuito.

• Finalmente, quem chega pelo IP4, vindo do Porto, encontra, à entrada do centro urbano, algumas lojas de artesanato e uma oficina de olaria, onde são modeladas diversas peças de barro, cuja tradição vem de Bisalhães, uma povoação que fica perto de Vila Real. A pedra de barro é triturada e cuidadosamente peneirada, de modo a aproveitar-se apenas um pó fino que, depois de humedecido, pode ser moldado da forma convencional. Mas o segredo da coloração negra da olaria de Bisalhães está no forno e nos métodos de cozedura utilizados. O forno é constituído por um buraco na terra, onde as peças são colocadas sobre o fogo, em cima de uma grelha metálica. Todo o forno é “abafado” com um pouco de caruma e terra, facto a que se atribui a coloração negra (e não vermelha) que as peças adquirem. A cozedura dura cerca de 24 horas.

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Percurso no Funchal

São muitas as razões que fazem com que a romântica cidade do Funchal mereça uma visita atenta. É uma povoação que combina, de forma bastante atractiva, os locais de interesse histórico e cultural com os espaços de natureza e lazer. Alguns parecem-nos absolutamente incontornáveis. Eis as nossas propostas de entre o que de mais interessante existe e se faz nesta cidade.

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Castelo de Paderne

O castelo, de origem árabe, foi habitado até ao século XIV, mas encontra-se presentemente em muito más condições. No interior encontrará uma capela gótica, também em ruínas. O aspecto mais atractivo está na paisagem de que desfruta, mas mesmo essa é relativamente perturbada pelo viaduto da Via do Infante e pelo ruído incessante do tráfego, que corrompe o silêncio da serra de forma quase insuportável. Na povoação, pode visitar a Igreja Matriz, que foi reconstruída depois do terramoto de 1755 e cujo arco da capela-mor está decorado com figuras humanas. Numa das casas também poderá descobrir uma interessante chaminé decorada do século XVIII.

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