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Regresso a Milfontes

Regresse agora ao ponto de partida do percurso. Quando chegar a São Luís, terá de virar à esquerda, na direcção de Vila Nova de Milfontes. Percorrida a dezena de quilómetros que separa as duas povoações, siga, mais uma vez, até à zona do forte e, alguns metros depois, vire à direita, na Rua D. João II. No final dessa rua, vire novamente à direita. Chegando à rotunda, vire agora à esquerda, apanhando a estrada principal, e siga sempre em frente, até ao Porto das Barcas. Se aí chegar ao final da tarde, poderá assistir a um magnífico pôr do Sol enquanto a brisa lhe acaricia o rosto. Aí perto, espera-o uma boa caldeirada de peixe, num restaurante de onde poderá contemplar os barcos de pescadores que estão fundeados a apenas algumas dezenas de metros e as ondas que, ao longe, se abatem sobre os rochedos.

Zambujeira

Zambujeira do Mar

Voltando à povoação de Cavaleiro, siga em frente no cruzamento referido e, nos entroncamentos seguintes, vire sempre na direcção de Zambujeira do Mar. Se quiser, faça uma pequena paragem no Porto da Entrada da Barca, um pitoresco abrigo de embarcações de alguns pescadores da região, onde alguns restaurantes têm sempre bom peixe à disposição. Alguns quilómetros depois, chegará finalmente à Zambujeira. Tal como Vila Nova de Milfontes, a Zambujeira do Mar é uma antiga aldeia (agora, vila) de pescadores, alcantilada sobre as falésias. E também ela vive hoje mais do turismo que da faina da pesca. Nas ruas principais, que vão da zona do mercado em direcção ao Oceano, sucedem-se os restaurantes onde o cheiro a marisco predomina, tal como as lojas de artesanato, de gosto por vezes duvidoso. Mas a povoação é pacata e acolhedora e, lá de cima, junto à Capela de Nossa Senhora do Mar, o espectáculo da vista sobre a praia, as falésias e o mar interminável é imperdível. Mesmo que já esteja um bocadinho farto de vilas de pescadores e de falésias a pique sobre o mar, não se esqueça de que a parte seguinte do percurso abandona a costa. Por isso, detenha-se um pouco mais nesta vila que, quando não está “a abarrotar de turistas”, transmite uma agradável sensação de bem-estar.

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Museu do Mar

Este pequeno museu também está bem recheado de objectos, que honram a memória deste povo de pescadores. Entre e aprecie as diferentes artes de pesca, as miniaturas de barcos e uma grande quantidade de objectos que, há muitos anos, eram utilizados na faina quotidiana. Por sua vez, uma boa colecção de fotografias antigas evidencia a profunda transformação que esta vila sofreu, ao longo das últimas décadas. Repare, por exemplo, nas imagens da lota. As modernas instalações que hoje se encontram no porto de abrigo ainda não existiam e a lota realizava-se na Praia do Peixe, do lado direito da fortaleza, mesmo em frente à vila. O peixe era estendido na areia e os negócios faziam-se numa aparente confusão de vozes e povo.

Local: Largo Luís de Camões.
Contacto: 212 28 85 00 (Câmara Municipal de Sesimbra- peça para ligar ao museu).
Horário: das 09.00 h às 12.30 h e das 14.00 h às 17.30 h. Encerra aos fins-de-semana e feriados.
Preço: gratuito.
Nota: informação válida para os dois museus.

• Volte ao carro e vá até ao porto de abrigo, parando um pouco no estaleiro para observar a construção dos barcos. Depois, dê um passeio a pé pelo porto de pesca e pela marina, apreciando a interessante perspectiva que daí se tem sobre a vila e o castelo.

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Mercado dos Lavradores

Encontrará o Mercado dos Lavradores no final da Rua Dr. Fernão Orneias. O mais provável é que, logo à entrada, se veja envolvido num mar de flores exóticas, cujas vendedoras costumam usar o trajo regional madeirense. Na zona coberta do mercado, sucedem-se diversas lojas de artesanato (sobretudo cestaria e artigos de lã). Na zona central vende-se fruta, legumes e outros produtos hortícolas. Poderá ainda visitar a cave, onde está instalado o mercado do peixe. Aí jazem, por exemplo, apetitosos atuns, que são cortados às postas com enormes facalhões. Sobre as bancadas de pedra, estendem-se fiadas de peixe-espada preto, uma especialidade dos mares madeirenses. Se inspeccionar a salinha dos fundos, talvez fique a saber como é que alguns desses peixes são branqueados à força, para agradar à clientela mais “requintada”: alguns homens, debruçados sobre um tanque cheio de água, esfregam-nos com palha de aço até perderem a sua característica coloração escura.

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Regresso a Aveiro

Inicie o regresso a Aveiro, não sem fazer um pequeno desvio para visitar a Barra, em especial o seu paredão oitocentista e o seu farol centenário, um dos mais altos do país.

• Depois, ao chegar à entrada de Aveiro, em vez de se dirigir imediatamente para o centro, vire à esquerda, depois do viaduto, para visitar as salinas, que estão mesmo ali às portas da cidade. Antigamente, muito do sal aqui obtido era utilizado na salga do bacalhau, nos navios bacalhoeiros que saíam de Aveiro e Ílhavo. Actualmente, esta faina parece condenada e talvez venha a ser aproveitada, também, para fins exclusivamente turísticos. Repare como os homens fazem circular a água pelos talhões, utilizando uma rede de pequenas comportas de madeira. Estas águas pouco profundas são regularmente visitadas por diversas aves aquáticas, tendo sido já avistados, embora excepcionalmente, flamingos.

• De regresso ao centro da cidade, aproveite o fim de tarde para dar um passeio pelos canais, apreciando as cambiantes da coloração da ria à medida que o sol vai descendo. À hora de jantar, prove um dos deliciosos pratos de peixe, como, por exemplo, o “festival de peixe”, no restaurante A Nossa Casa, na Rua do Gravito (contacto: 234 42 92 36): uma harmoniosa combinação de peixe e marisco em cataplana, de comer e chorar por mais!

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