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Fonte Pequena e Fonte Grande

Logo à entrada da vila, vai encontrar uma placa indicando que as Fontes ficam para a direita.

• Pouco depois, chegará à Fonte Pequena, que se encontra num belo parque à beira-rio. Dispõe de vários bancos, mesas e boa sombra do arvoredo denso. Atravessando a ponte de madeira, encontram-se também, a montante, alguns restaurantes.

O rio, pouco profundo, está repleto de peixes que a limpidez da água deixa apreciar facilmente, porventura demasiado confiantes no letreiro que proíbe a pesca neste local. Em poucos sítios é possível apreciar, tão de perto, barbos e bordalos destas dimensões.

• Continuando na mesma estrada, encontrará, um pouco adiante, a Fonte Grande. Aqui, as margens do rio foram consolidadas por muros de pedra rústica, com algumas escadarias de acesso à água.

Uma represa mantém o nível de água constante. A profundidade é baixa na maior parte do leito do rio; no entanto, junto da parede da represa existe um fundão onde mesmo os adultos não têm pé. Como não existe qualquer protecção que mantenha as crianças na zona menos profunda, é conveniente estar com atenção para que, se não souberem nadar bem, não sejam inadvertidamente arrastadas (apesar de a corrente do rio ser bastante suave) para “fora de pé”. Tirando este pormenor, trata-se de um local que poderá proporcionar algumas horas muito agradáveis, tanto às crianças como aos pais. Zonas relvadas, miradouros com alguns bancos e balneários completam este magnífico local de diversão e repouso. A não perder!

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Moinho das Cumeadas

Perto da entrada de Santiago do Cacém, encontrará, à esquerda, as indicações Ruínas Romanas e Moinho. Seguindo por aí, chegará rapidamente ao Moinho das Cumeadas, completamente restaurado e em perfeito estado de funcionamento. Vale a pena entrar lá dentro e apreciar a complicada maquinaria, fabricada em madeira e pedra. O guarda e cicerone explica minuciosamente o funcionamento do moinho e os nomes de todos os seus componentes. Se estiver vento, poderá ver o moinho a trabalhar.

Local: Estrada das Cumeadas.
Contacto: 269 82 66 96 (Posto de Turismo) ou 964 17 49 82.
Horário: das 09.00 h às 12.30 h e das 14.00 h às 17.00 h. Encerra ao domingo, segunda e dias feriados.
Preço: gratuito (ou uma gorjeta ao cicerone).

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Faia da Pedra Amarela

Continue a pé pela estrada da direita, atravessando o ribeiro (normalmente, pouco profundo nesta zona) e seguindo em frente até ao fim do caminho. Depois, desça a encosta, contornando-a sempre para a esquerda. Vá com atenção, porque existem algumas setas brancas, pintadas sobre pedras bem visíveis, que indicam o melhor itinerário.

• No final, encontrará uma queda d’água, com várias dezenas de metros de altura, por onde o rio se precipita com violência, continuando o seu leito lá em baixo, por entre altas paredes de rocha. Localmente, chamam faia a uma queda d’água – daí o seu nome. Pedra Amarela refere-se à coloração dos líquenes que, como poderá ver, crescem um pouco por toda a parede rochosa. Apesar das dificuldades do trajecto (facilmente superáveis para quem esteja habituado a caminhadas na Natureza), o local é realmente muito bonito e merece bem o esforço. A extensão do percurso é de, aproximadamente, 2 quilómetros.

• Os mais afoitos, e que se encontrem em boas condições físicas, poderão continuar o percurso assinalado pelas setas, que passa por baixo da cascata e chega a um local denominado Poço do Pêro Negro.
Segundo reza a tradição, nas manhãs de São João, antes de nascer o Sol, viam-se, no fundo das águas escuras, teares a fiar ouro!
Trata-se de um percurso relativamente perigoso, que desaconselhamos a quem esteja acompanhado por crianças pequenas e não esteja habituado a estas “andanças”.

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Ponte romana

Pouco depois, volte para a direita, quando vir a indicação Ponte. Passado cerca de um quilómetro, encontrará um pavimento constituído por enormes lajes de pedra.

Se quiser ver a ponte romana, aconselhamos a que deixe aí o carro e continue a pé. Este troço de estrada é, provavelmente, de origem romana e perguntamo-nos se terá sido arranjada desde essa altura até aos nossos dias. A ponte é muito bonita e insere-se numa paisagem muito agradável, onde apetece ficar durante algum tempo a ver passar o rio, por baixo dos álamos que o bordejam.

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Castelo Mendo

Continue na 324 até chegar ao cruzamento com a estrada secundária 16. Nessa altura, vire à direita e siga a indicação Castelo Mendo. Vá com atenção, porque a última tabuleta antes de chegar à aldeia está tão bem “disfarçada” que mal se dá por ela. A certa altura, o casario aparece do lado direito da estrada, incrustado num maciço granítico a cerca de 700 metros de altitude. Há-de reparar que, como acontece noutras localidades desta região, em Castelo Mendo tudo parece estar na mesma há vários séculos. A aldeia está completamente envolvida por muralhas medievais que, em conjunto com a sua localização, contribuíam para a tornar quase inexpugnável.

• Antes de entrar na zona que fica dentro do limite das muralhas, não deixe de prestar atenção ao Alpendre da Feira, ao Chafariz d’EI-Rei (ornamentado com as armas reais de D. Manuel I) e à Fonte Nova. Curiosamente, a Capela do Cemitério, que já existia em 1519, tem o pavimento interior revestido de seixos rolados. Ali próximo, no Outeiro das Oliveiras, encontrará o Calvário (séc. XIX), composto por cinco cruzes dispostas ao longo do caminho.

• As Portas da Vila estão guardadas por duas imagens de pedra, de origem celta, que se pensa representarem porcos ou javalis. Por sua vez, o pelourinho de gaiola (séc. XVI), com os seus 7 metros de altura, é um dos mais altos da Beira e fica num largo pavimentado com seixos rolados, tal como a referida Capela do Cemitério.

• No castelo, suba à torre de menagem e, ao apreciar a paisagem, repare na pequena azenha, junto ao rio. Quando acabar a visita ao castelo, pense na possibilidade de ir até essa azenha, onde, até há poucas décadas, era moído o trigo de toda a população. Para lá chegar, desça pela estrada que vai para Mesquitela. Passando umas amoreiras que ficam do lado direito, vire à esquerda e siga por uma vereda estreita que o levará ao rio. O caminho é fácil e tem vários trechos em calçada antiga. Repare nas estranhas inscrições gravadas sobre o portal da azenha. Preste atenção, também, à levada de pedra e à represa, que conduziam a água necessária ao funcionamento da mó. Depois, regresse à aldeia pelo mesmo caminho. Em alternativa, existe outro trilho, também em calçada antiga, que também o levará à aldeia, mas pela outra encosta do morro. Andando com calma, este passeio pode demorar cerca de 2 horas. Destina-se, sobretudo, aos que gostam de uma boa caminhada entre paisagens aprazíveis.

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