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Pocinho

Siga na direcção do Pocinho, passando por Murça e Mós. Em Murça, repare nas casas típicas construídas em granito amarelado e xisto, perfeitamente integradas na paisagem.

• À saída de Mós encontrará a indicação de Miradouro de Santa Bárbara das Mós. Trata-se de um desvio de cerca de 2 quilómetros, que valerá a pena se quiser ter uma visão panorâmica desta região dominada por serras e vinhas. A propósito, não se esqueça de reparar nas estacas que suportam os arames tutores das vinhas, feitas com lascas de xisto escuro.

• Depois de Santo Amaro, começará a descer para o Pocinho. Aqui, a beleza da paisagem deixa marcas inolvidáveis. Tente aproveitar alguns alargamentos na berma para estacionar em segurança e observá-la de todos os ângulos possíveis.

• Siga até à Barragem do Pocinho. De cada lado do paredão, existem caminhos que permitem percorrer ambas as margens do Douro e aceder a diversos locais de grande beleza. Quando encontrar um bom recanto para deixar o carro, pense na possibilidade de fazer um passeio a pé ou de bicicleta, de forma a explorar convenientemente as redondezas. Se gosta de pescar, também encontrará aqui entretenimento para várias horas.

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Moinho de Cubo

Regressando ao centro da vila, tome agora a direcção de Murça e Mós. Também existe indicação de Via Romana e Moinho.

• Logo à saída da vila, vai encontrar indicação de Ruínas, Via Romana e Moinho, à direita. Estacione o carro à beira da estrada e desça pelo caminho indicado. Depressa vai chegar a uma calçada, constituída por grandes lajes, que hoje lhe poderá parecer grosseira, mas que no tempo dos romanos era um verdadeiro IP5. Esta calçada romana apresenta troços em muito bom estado de conservação.

• Aproveite para ver o Banco do Rei, assinalado à esquerda, que não é mais do que uma rocha com a configuração de um confortável assento, e que terá porventura especial interesse quando aqui chegar cansado no fim da caminhada.

• Quando a calçada começa a desaparecer, encontrará a indicação Moinho de Cubo. Siga pelo caminho que atravessa a ribeira (depois de uma ponte de lajes de pedra) e, seguindo sempre o trilho pisado e a indicação das tabuletas, acabará por encontrar um monumento que constitui uma notável obra de engenharia executada pelos romanos. A água da ribeira foi desviada, num pequeno açude, através de uma levada. Esta é constituída por uma calha talhada em lajes dispostas no solo, que acompanham a curva de nível do terreno, para a água correr. Esta precipita-se depois para uma casa, através de um tubo redondo talhado em pedras sobrepostas, fazendo mover uma mó. De seguida, desaparece no chão e é reencaminhada, através do subsolo, até à ribeira.

• Um pouco acima, não deixe de dar uma vista de olhos a um pombal, igual a muitos outros que já deve ter visto pelos montes, semelhantes a pequenos moinhos sem velas. Estas construções são testemunhos de outros tempos, em que os pombos eram regularmente utilizados na alimentação e serviam de base à prática da falcoaria. Lá dentro encontrará nichos sucessivos, onde as aves nidificavam em segurança.

• O percurso tem uma extensão total de cerca de 3 quilómetros e faz-se bem em cerca de 2 horas. Considere a possibilidade de fazer um pequeno piquenique num dos muitos recantos paradisíacos que encontrará. E, se quiser, pode alargar o passeio, visitando outros pontos de interesse nas redondezas.

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