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Pego-do-Inferno

Siga viagem em direcção a Tavira. A estrada encontra-se em bom estado, com uma paisagem que vai alternando entre a serra muito arborizada e as planícies com charnecas de mato pouco denso.

• Ao chegar à povoação de Quatro Estradas, vire à esquerda, na direcção de Asseca, e, passados cerca de 2 quilómetros, vire novamente à esquerda, onde está indicado Moinhos de Rocha. Cerca de um quilómetro adiante, encontrará um parque de estacionamento, onde deve deixar o carro.

• Ao fim de uma caminhada entre laranjais, irá encontrar uma ponte de madeira que atravessa a Ribeira de Alportel, dando acesso a um caminho que o levará até uma laguna, ou pego, onde a ribeira se precipita, formando uma magnífica cascata. A este local paradisíaco chamam localmente o Pego-do-Inferno, devido à grande profundidade da lagoa criada pela cascata. Um pouco abaixo, o caudal é engrossado pela Ribeira da Asseca, formando um curso de água que atravessa Tavira, o Rio Gilão.

• Se considerar que há condições para tal, talvez possa aproveitar para fugir ao impiedoso Sol do Verão algarvio, refrescando-se nas águas frescas da cascata. No entanto, preste atenção às crianças, ou a quem não saiba nadar bem, já que, em algumas zonas, a laguna é bastante profunda, ficando-se rapidamente “fora de pé”.

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Agra

Depois de, eventualmente, visitar ainda uma interessante oficina de alambiques e outros objectos de cobre, saia de Rossas em direcção a Agra. A paisagem, inicialmente constituída por campos de cultura, vai adquirindo, aos poucos, uma magnífica fisionomia serrana. Pelo caminho, passará por enormes penedos arredondados, que parecem prontos a resvalar para a estrada a qualquer momento.

• Chegado a Agra, estacione o carro e visite demoradamente esta belíssima aldeia típica, que se encontra relativamente bem preservada. Repare especialmente nos espigueiros e nas levadas de pedra. Na parte baixa, junto ao rio, também existem alguns moinhos.

• Depois, saindo de Agra e prosseguindo na mesma estrada, encontrará, cerca de 2 quilómetros adiante, uma ponte antiga e um moinho, inseridos numa paisagem lindíssima; é o sítio dos Moinhos do Ave. Na encosta de uma das margens, existe um parque de merendas, com mesas e bancos de pedra sob a sombra generosa de grandes árvores. O rio, com uma água transparente como o vidro, convida a saborear a sua frescura nas alturas de maior calor. Atravessando a estrada e acompanhando o curso do rio, que forma pequenas cascatas em diversos pontos, encontrará outros moinhos.
Aos apreciadores de caminhadas, sugerimos que deixem o carro junto da aldeia de Agra e percorram, a pé, a estrada que leva aos moinhos.

• Continuando o percurso, encontrará, antes de chegar a Vilar Chão, uma ponte romana de um só arco, muito elegante. Passado Vilar Chão, siga por Pinheiro e, nesta localidade, tome a direcção de Parada Velha. Seguindo pela estrada florestal que se encontra junto ao campo de tiro – que liga Pinheiro a Ruivães – encontrará a Necrópole Megalítica do Chão de Gandas. Esta consiste num característico conjunto de monumentos do tipo “mamoa”, com algumas gravuras rupestres talhadas na rocha. No entanto, as inscrições já estão muito apagadas, de forma que, se não for um apaixonado pela arqueologia, talvez não valha a pena perder muito tempo à procura desta antiga necrópole.

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A caminho de Carapacho

Continue pela mesma estrada, subindo o morro, até chegar a um planalto onde estão instalados os enormes moinhos de vento do parque eólico da ilha. Mesmo ao lado, abre-se uma cratera muito profunda, a chamada Caldeirinha. Talvez seja uma boa altura para estacionar e apreciar a paisagem magnífica. Sensivelmente a noroeste, elevam-se os picos do Facho e Timão. Repare nos milhafres que patrulham os campos próximos, num voo planado e lento, em busca de presas.

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Caixeiros

Continuando a descer pela mesma estrada, passará pela ETAR de Torres Vedras (com inevitável cheiro intenso) e, depois de atravessar uma pequena ponte, irá ter a um cruzamento, onde deve virar à esquerda em direcção a Santa Cruz, passando pela localidade de Caixeiros. Antes, voltando à direita na Gondruzeira e fazendo um pequeno desvio de cerca de um quilómetro, poderá apreciar dois moinhos em razoável estado de conservação.

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Moinho de Caixeiros

Seguindo caminho, passará, pouco depois, pelo Moinho de Caixeiros, que aparece do lado esquerdo da estrada, junto a um cruzamento com semáforos. Completamente recuperado e em perfeito estado de funcionamento, este moinho é um autêntico museu vivo, que serve de recordação a todos os moleiros que, até há bem poucas décadas, trabalhavam nos muitos moinhos que ainda hoje se avistam pelos cabeços desta região. Normalmente, o moleiro vivia no piso térreo. Em média, cada moinho produzia 10 a 15 quilos de farinha por hora. Ao lado do moinho, existe um pequeno bar onde ser- vem deliciosos pãezinhos com chouriço.

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