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Museu da Baleia

Durante cerca de quarenta anos de actividade, os baleeiros da Madeira caçaram 5 885 cachalotes. A memória desses tempos está guardada neste pequeno museu, sob a forma de fotografias e artefactos que mostram todas as fases da perigosa faina marítima. A fábrica da baleia, hoje destruída para dar lugar à Zona Franca e Industrial da Madeira, está aqui lembrada numa miniatura pormenorizada. Pelas vitrinas e painéis explicativos ficará também informado sobre todos os aspectos relacionados com a biologia e protecção dos cachalotes e outros mamíferos marinhos.

Local: Largo Manuel Alves.
Contacto: 291 96 14 07.
Horário: das 10.00 h às 12.00 h e das 13.00 h às 18.00 h. Encerra à segunda.

• Aproveite agora para ir até à Ponta de São Lourenço e, eventualmente, dar um mergulho na Prainha, a única praia da Madeira com uma réstia de areia. Para lá chegar, terá de deixar o carro num parque à beira da estrada e descer a escadaria perto da Capela da Nossa Senhora da Piedade. Depois do mergulho, poderá seguir até ao fim da estrada, através de uma paisagem desértica, diferente da exuberância vegetal que recobre o resto da ilha, até à Baía de Abra, onde poderá estacionar. Existem trilhos visíveis no solo que permitem realizar curtos percursos pela árida e ventosa paisagem da ponta oriental da ilha.

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Scrimshaw

John van Opstal, que assina os seus trabalhos apenas por John, dedica-se há 10 anos à arte de gravar imagens do quotidiano das gentes do mar em dentes de cachalote. Num português suficientemente perceptível ou num inglês escorreito, John explica com genuíno prazer os segredos da arte e as dificuldades que tem para encontrar matéria-prima. Como já não há caça ao cachalote, é preciso recorrer a mergulhadores, que passam a pente fino os fundos marinhos nas proximidades das antigas fábricas de transformação da baleia para encontrar dentes ainda em bom estado, o que é cada vez mais difícil. A reserva de que dispõe não lhe permitirá trabalhar mais do que 2 anos. John vende os seus trabalhos literalmente ao quilo, não cobrando nada pela gravação, já que, segundo afirma, se dedica a este passatempo apenas pelo prazer de transformar um dente informe numa obra de arte. Ainda assim, os preços variam entre os 50 e o 1 250 euros. A visita é gratuita.

Local: Banda da Vila, n.° 17 C, Espalamaca.
Contacto: 292 39 27 20.

• Voltando à estrada e continuando a subir, encontrará à esquerda o Miradouro de Nossa Senhora da Conceição. Depois de passar pela casa de John, a vista do miradouro até pode parecer banal, mas, se puder passar por aqui ao pôr do Sol, quando as luzes da cidade já estiverem acesas, verá que vale a pena.

• Continuando o caminho para norte, passará pouco depois por três moinhos típicos do Faial. Note que, ao contrário dos moinhos do continente, em que só o telhado e as velas rodam para procurar uma melhor direcção ao vento, neste caso todo o edifício roda, para obter o mesmo efeito. Os paus enormes que se unem na parte traseira do moinho servem, justamente, para o moleiro o empurrar para a posição desejada.

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Ruínas Romanas da Villa Abicada

Volte de novo à EN 125 e siga no sentido de Portimão. Um pouco adiante, depois de passar a ponte sobre a linha do caminho-de-ferro, vire na primeira à direita. Existe uma placa indicando Ruínas da Abicada, mas só é visível para quem circula no sentido inverso. Siga sempre em frente durante um quilómetro e meio, por uma estradinha de terra em estado razoável, até chegar a umas casas em ruínas. Vire à direita e, cerca de cem metros adiante, na contra-encosta à sua esquerda, irá encontrar as ruínas romanas da Abicada, protegidas por uma vedação de rede.

• Os muros baixos hoje visíveis são os restos da parte central de uma antiga propriedade rural do século IV, onde eram certamente explorados diversos recursos agrícolas e marinhos. Na zona residencial, parcialmente posta a descoberto, podem vislumbrar-se três corpos unidos por uma galeria aberta para a ria, que, na altura, ainda era navegável. Existia ali um cais, por onde se processava a comunicação e o comércio. Repare no chão revestido de mosaicos, formando harmoniosos desenhos.

• A maior parte dos achados arqueológicos aqui encontrados estão no Museu Regional de Lagos. As ruínas podem ser facilmente visitadas, circulando pelo exterior da vedação, mas, se quiser observá-las mais de perto, terá de se informar junto da Direcção Regional de Faro do IPPAR (Instituto Português do Património Arquitectónico), através do telefone 289 80 36 33. No entanto, é bastante provável que a visita lhe seja recusada.

Local: Estuário do Alvor.

• Finalmente, retorne à EN 125 e regresse a Portimão. Pelo caminho, se a hora ainda não for muito avançada, talvez valha a pena parar nalguma das muitas lojas de artesanato que se encontram mesmo à beira da estrada…

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