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Santa Maria da Feira

Quando quiser prosseguir o percurso, contorne o edifício das termas (já que é proibido circular, no sentido inverso, na rua por onde chegou). Chegando à estrada principal, vire à esquerda e, no cruzamento, siga em direcção a Santa Maria da Feira. Passará por localidades como Lago e Arcozelo e, perto de São João de Ver, por um enorme edifício cor-de-rosa- a discoteca Big Cansil. No cruzamento perto desse estabelecimento, siga em frente. Já dentro do perímetro de Santa Maria da Feira, continue sempre em frente nos diversos cruzamentos, seguindo na direcção Centro. Quando chegar à rotunda que se encontra em frente ao hospital, tome a direcção Castelo. Chegará a um largo com muitas árvores (o antigo Rossio da Vila), onde poderá deixar o carro.

• A primeira coisa a chamar a atenção no local é a igreja que se encontra virada para o largo, devido aos azulejos azuis que revestem parte da fachada. Trata-se da Igreja Matriz de Santa Maria da Feira, agregada ao Convento dos Lóios. Se estiver aberta, vale a pena visitá-la. É um templo do século XVII, com as paredes interiores também revestidas de belos azulejos. No cimo da escadaria, antes de entrar, dê um olhar em volta. Daí tem-se uma boa vista sobre a Rua Direita, bem representativa da zona mais tradicional da cidade; à esquerda, fica uma colina, onde, no topo, se avistam as torres do castelo. Saindo da igreja, entre por uma porta à esquerda. Irá ter ao recolhido claustro do Convento dos Lóios, com dois andares e um chafariz central. Do outro lado, uma porta de vidro dá acesso à zona ocupada pelo Museu Municipal (encerrado para obras na altura da publicação deste guia e sem data certa para a reabertura – se quiser contactá-los, ligue para o n.° 256 37 24 50) e às traseiras do convento. Pode sair por aí, o que permitirá ver uma outra perspectiva do edifício.

• A seguir, dirija-se à zona do castelo. Pode fazê-lo a pé, no caso de ser adepto de uma boa caminhada, ou de carro, pois há uma estrada (a Alameda Roberto Vaz de Oliveira) que sobe a colina, mesmo até ao largo do castelo. Pelo caminho, logo no início da subida, verá, à sua esquerda, um parque infantil, onde, mais tarde, as crianças poderão brincar um pouco. Do outro lado, há um jardim com um pequeno lago central, alguns bancos e, um pouco acima, algumas mesas. Aliás, essa zona comunica com um pequeno parque de merendas, com muita sombra, e com um espaço aberto onde as crianças também poderão aproveitar para brincar um pouco. A seguir ao parque infantil, verá, do mesmo lado, um portão verde, com uma placa que diz Quinta do Castelo. A quinta é visitável, apesar de ficar dentro do espaço hoje ocupado pelo Centro de Férias do Inatel. Por isso, se o portão estiver aberto, não hesite. É um parque tranquilo e muito agradável, com um pequeno lago e umas grutas logo à entrada, que, apesar de artificiais, lhe dão um ar bastante romântico. No caso de o portão estar fechado, ainda poderá, mesmo assim, ir pela outra entrada, que é a mesma do referido Centro de Férias. Para isso, bastará que, no regresso da visita ao castelo, entre na estrada à direita da Igreja Matriz e siga as placas que indicam Inatel.

• Chegando ao largo do castelo, verá, em primeiro lugar, a Capela de Nossa Senhora da Encarnação, também conhecida como Capela da Senhora de Março. Foi mandada construir em 1656, pela condessa da Feira. A planta é hexagonal e a capela é toda em pedra, o que lhe dá um ar robusto e, ao mesmo tempo, convida ao recolhimento.

• O Castelo de Santa Maria da Feira é, certamente, uma das fortalezas mais imponentes do país. Mal se franqueia a Porta da Vila, somos imediatamente invadidos por uma forte impressão de regresso a tempos antigos. Lá dentro, a sensação vai-se avolumando, à medida que deparamos, primeiro, com a praça, depois com a alcáçova e os seus quatro torreões cónicos e, finalmente, com a estreita escadaria em espiral (atenção às crianças!). Nos últimos anos, no mês de Junho, a Câmara Municipal e outras entidades da região têm promovido aquilo a que decidiram chamar Viagem Medieval em Terra de Santa Maria, evento com a duração aproximada de uma semana, durante o qual se realizam um cortejo, uma feira e um torneio, tudo à maneira medieval, entre outras actividades. Se gosta de representações históricas, pode ser uma boa oportunidade para visitar a cidade. Mas, se não se dá bem com ajuntamentos e multidões, é preferível escolher uma altura do ano mais calma. Como referimos, o “toque” medieval está lá, bem presente, mesmo sem a representação histórica.

Contacto: 256 37 02 02.
Horário: de terça a sexta, das 09.30 h às 12.30 h e das 14.00 h às 18.00 h; sábado, domingo e feriados, das 09.30 h às 12.30 h e das 14.00 h às 18.30 h. Encerra à segunda.

• Não deixe esta zona da cidade sem dar um pequeno passeio pela zona velha, junto ao antigo Rossio da Vila, começando pela Rua Direita e passando depois à Rua das Fogaceiras. Como há-de notar, são vários os estabelecimentos que se propõem vender uma espécie de pão doce, a fogaça, que é uma verdadeira tradição da região. Não resista, faça-lhes a vontade e, já agora, fique a conhecer a história d’A Festa das Fogaceiras.

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