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Moinho das Cumeadas

Perto da entrada de Santiago do Cacém, encontrará, à esquerda, as indicações Ruínas Romanas e Moinho. Seguindo por aí, chegará rapidamente ao Moinho das Cumeadas, completamente restaurado e em perfeito estado de funcionamento. Vale a pena entrar lá dentro e apreciar a complicada maquinaria, fabricada em madeira e pedra. O guarda e cicerone explica minuciosamente o funcionamento do moinho e os nomes de todos os seus componentes. Se estiver vento, poderá ver o moinho a trabalhar.

Local: Estrada das Cumeadas.
Contacto: 269 82 66 96 (Posto de Turismo) ou 964 17 49 82.
Horário: das 09.00 h às 12.30 h e das 14.00 h às 17.00 h. Encerra ao domingo, segunda e dias feriados.
Preço: gratuito (ou uma gorjeta ao cicerone).

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Museu do Mármore

Neste museu, poderá ver diferentes amostras do mármore extraído na região, perceber quais são as diferentes fases do processo de transformação e observar alguns artefactos e maquinaria utilizados na extracção e na arte de trabalhar a pedra. Aproveite para reparar nos painéis de azulejos que revestem a antiga estação, pois relatam factos relacionados com o Alentejo e a história de Vila Viçosa e do país.

Local: antiga Estação da CP.
Contacto: 268 98 05 16.
Horário: todos os dias, das 10.00 h às 12.30 h e das 15.00 às 18.00 h (de Maio a Setembro) ou até às 17.30 h (de Outubro a Abril). Encerra à segunda.
Preço: entrada gratuita.

• Regresse à rua da Igreja da Lapa e, junto às piscinas municipais, vire à esquerda, na direcção da Praça da República. Esta praça é o centro de Vila Viçosa. Para quem vem da Alameda Henrique Pousão, logo à entrada, à direita, fica a Igreja de São Bartolomeu, que causa algum impacto graças à sua fachada, revestida de mármore da região. Estacione e, a partir daqui, continue a pé o passeio pela vila. Mais abaixo, também à direita, encontrará o Posto de Turismo (contacto: 268 88 11 01). Continuando a descer a praça, sempre pela direita, chegará à Igreja da Misericórdia, um templo do séc. XVI. Nessa altura, passe para o outro lado da praça, não sem lançar um olhar de relance ao castelo. Passará por lá mais tarde. Por agora, siga pela Rua Florbela Espanca. Foi nessa rua, numa estreita casa de dois andares, que terá vivido a poetisa (veja também a caixa A alma torturada de Florbela Espanca).

Aí perto, na igreja do antigo Convento de Santa Cruz, está sedeado um pequeno, mas interessante, museu de arte sacra, no qual se destacam as diversas peças de metais nobres e pedras preciosas, bem como algumas pinturas e esculturas.

Local: Rua Florbela Espanca.
Contacto: o mesmo do Posto de Turismo.
Horário: todos os dias, das 09.00 h às 12.30 e das 14.00 h às 17.30 h. Encerra à segunda.

• Continuando pela mesma rua, chegará ao imenso Terreiro do Paço, onde se destaca a estátua equestre do rei D. João IV, obra do escultor Francisco Franco. À esquerda, no edifício onde funciona, actualmente, a Pousada de D. João IV, encontra-se o antigo Convento das Chagas de Cristo. A igreja do convento tem sido utilizada como Panteão das Duquesas de Bragança.

• Ao lado, encontra-se o Paço Ducal. Este extraordinário edifício integra quatro diferentes colecções museológicas, sendo uma delas composta pelas salas e recheio do próprio palácio. Os outros núcleos incluem o Museu da Armaria, o Museu de Carruagens e o Tesouro do Paço. É, sem dúvida, a mais importante casa-museu de Vila Viçosa, com colecções de grande valor. Para uma visita completa necessitará de, pelo menos, 2 horas.

Contacto: 268 98 06 59.
Horário (excepto para o Tesouro do Paço): de Outubro a Março – terça a domingo, das 09.30 h às 13.00 h e das 14.00 h às 17.00 h; de Abril a Setembro – terça a sexta, das 09.30 h às 13.00 h e das 14.30 h às 17.30 h; sábado e domingo, das 09.30 h às 13.00 h e das 14.30 h às 18.00 h. Encerra às segundas e feriados. A última visita inicia-se uma hora antes do fecho. Horário para o Tesouro do Paço: de Outubro a Maio -terça a sexta, das 12.15 h às 15.30 h. Encerra às segundas, fins-de-semana e feriados; de Junho a Setembro – encerrado todos os dias.

• A saída do Paço faz-se pelos jardins, também eles belíssimos. No final, o visitante passa pela Porta dos Nós, em cujo arco se pode ver uma espécie de vimes, cortados e atados com vigorosas cordas esculpidas. À esquerda, vê-se um recanto ajardinado com uma construção encimada por uma cúpula e, à direita desse espaço, uma rampa que conduz à Tapada Real, onde, em tempos, os nobres se dedicavam a uma das suas actividades favoritas: a caça. Não muito longe da entrada para a Tapada, fica o Alto de São Bento e um miradouro, conhecido como A Varanda dos Namorados, de onde se tem uma perspectiva interessante sobre uma boa parte da vila. Infelizmente, o local aparenta um certo abandono.

• Voltando ao Terreiro do Paço e seguindo em direcção ao castelo, passará pelo antigo Convento de Santo Agostinho. Desde o século XVII, a igreja do convento, uma das maiores de Portugal, tem sido utilizada como Panteão dos Duques de Bragança. Contornando o convento, chegará à Praça Martim Afonso de Sousa. Aí se encontra uma bonita fonte, com fachada em mármore, normalmente enfeitada com vasos de flores. Depois, suba pela Avenida dos Duques de Bragança. Virando na primeira rua à esquerda, chegará ao lado norte da muralha do castelo. Entre pela Porta de Estremoz e aprecie as casas do velho burgo medieval. A seguir, deparará com o adro da Igreja de Nossa Senhora da Conceição, que é também a Igreja Matriz de Vila Viçosa. No cemitério ao lado, jaz o corpo de Florbela Espanca.

Dentro do recinto do castelo, encontrará o Museu de Caça e o Museu de Arqueologia, ambos ao cuidado da Fundação da Casa de Bragança (contacto: 268 98 06 59). As condições de ingresso são semelhantes às dos museus atrás referidos. O Museu de Caça é considerado um dos melhores do mundo no seu género. Depois da visita, saia do castelo pela Porta de Évora, voltada para a Praça da República.

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Museu do Vidro

Regresse à estrada e continue em direcção à Marinha Grande. Nesta localidade, encontrará a indicação Museu do Vidro. Instalado no Palácio Stephens, este museu está dividido em diversos núcleos, de acordo com a técnica de fabrico e decoração das peças expostas. Também é possível apreciar maquinaria diversa, utensílios e objectos ligados à arte e indústria do vidro.

Local: Praça Guilherme Stephens.
Contacto: 244 56 02 09.
Horário: terça a sexta, das 10.00 h às 18.30 h; sábado e domingo, das 11.00 h às 20.00 h. Encerra à segunda.

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Museu do Arroz

Continue agora na direcção de Alcácer do Sal. Quando passar por Comporta, vá com atenção e pare junto ao restaurante à direita, antes dos semáforos. É aqui que está instalado o Museu do Arroz, que dá o nome ao restaurante. As visitas, gratuitas, são concedidas apenas através de marcação prévia por telefone. O espaço expõe diversa maquinaria industrial, antigamente utilizada na industria da preparação do arroz.

Local: Herdade da Comporta, Alcácer do Sal.
Contacto: 265 49 75 55.
Horário: das 12.30 h às 16.00 h e das 19.00 h às 24.00 h.
Encerra à segunda.
Preço: gratuito.

Nota: O museu encontrava-se temporariamente encerrado à data de edição desta obra.

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