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Vila_Nova_de_Milfontes

Percurso em Vila Nova de Milfontes

Este percurso parte de Vila Nova de Milfontes e segue pelo litoral alentejano, à descoberta das praias, falésias, flora e fauna locais, numa autêntica “cura de Natureza”. Depois, inflecte da Zambujeira para o interior, passando por vilas como São Teotónio e Odemira e, finalmente, pelo Pego das Pias, um pequeno paraíso escondido. Regressa depois, por São Luís, a Milfontes, para deitar um último olhar à costa, no privilegiado ponto de observação que é o Porto das Barcas.

Almograve

Almograve

Volte à EN 393 e continue na direcção de Lagos. Cerca de 8 quilómetros depois, vire à direita, para onde uma placa indica Almograve. Pouco antes de entrar nesta povoação, a seguir à Longueira, encontrará uma nova área de merendas, pequena, mas aprazível. Não muito longe, há também uma pequena fonte.
A entrada na vila faz-se por uma rotunda. Para ir para a praia, siga sempre em frente. Algumas centenas de metros adiante, há uma ligeira subida ladeada por algumas dunas e, a seguir, começará a avistar o mar. Ao chegar ao parque de estacionamento, junto à falésia, verá, à esquerda, uma praia de areia; à direita, outra praia, esta de calhaus rolados, frequentada quase exclusivamente por pescadores. De um e outro lado, alguns caminhos, a uma distância prudente das arribas, prometem agradáveis passeios de descoberta da flora do litoral alentejano (nesta zona, ainda é possível encontrar arbustos como o samouco e a sorveira e a flor cor-de-rosa da Armeria rouyana). Na praia do lado direito, o areal extenso deixa adivinhar a possibilidade de passar algumas horas agradáveis à beira-mar. Nalguns pontos, os rochedos formam pequenas enseadas que, na maré cheia, se transformam em autênticas piscinas naturais, que farão as delícias das crianças. Graças à protecção das dunas e dos rochedos, o vento sopra, quase sempre, de forma moderada. Tudo isto faz com que, nos dias mais quentes da Primavera, quando a procura da areia e do sol ainda não é excessiva, a Praia do Almograve se revele um pequeno paraíso.

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Em Milfontes

Típica povoação do litoral alentejano, Vila Nova de Milfontes é uma antiga terra de pescadores onde o apelo da Natureza ainda se faz sentir, apesar do crescimento recente e da invasão do turismo massivo nalgumas alturas do ano. Para quem não gosta de “amontoamentos” excessivos, os meses de Julho e Agosto são de evitar. Mas, na Primavera e no início do Outono, aí encontrará um ambiente atractivo como poucos.

• Milfontes cresceu junto à foz do Rio Mira e foi, durante muitos anos, um importante porto de abrigo, ao que parece já muito procurado no tempo em que as embarcações fenícias, gregas e cartaginesas sulcavam os mares. A construção do Forte da Boca do Rio, também conhecido como Castelo de Milfontes, terá sido iniciada nos finais do século XVI, após diversos ataques de piratas que puseram a descoberto as fragilidades defensivas da vila. Actualmente, o forte é uma propriedade privada, utilizada como casa de turismo de habitação. Da zona do forte parte uma estrada agradável, a Avenida Marginal, que segue à beira-rio, ao longo das praias da margem direita, e termina no farol. Daí pode iniciar um passeio a pé de cerca de 30 minutos. Também pode ir pelo areal e, se a temperatura estiver agradável, talvez até possa experimentar a praia, que goza de justa fama. No largo do farol, terá uma óptima perspectiva, tanto de toda a zona da foz do Mira como do casario da vila.

• De regresso à zona do forte, sugerimos ainda um pequeno passeio pelas ruas estreitas que dele partem, o que lhe permitirá ficar a conhecer melhor a vila. Não muito longe, encontrará a Igreja Matriz e, ao longo da rua que aí se inicia (a Rua de São Beires), existem diversos bares e restaurantes atractivos e lojas de artesanato. Pela outra rua, que parte, igualmente, do Largo da Igreja, chega-se à Capela de São Sebastião, um templo do século XII.

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Percurso em Arcos de Valdevez

Este percurso, mais afastado do litoral, tem início na vila de Arcos de Valdevez, onde se destacam vários pontos de interesse, entre monumentos, zonas de lazer e pequenos espaços pitorescos. Ao longo do itinerário, que se vai desenrolando para leste pela Serra do Soajo e Parque Nacional da Peneda-Gerês, a oferta não é inferior: zonas de interesse histórico alternam com paisagens deslumbrantes e recantos onde apetece parar para usufruir de algum tempo de descontracção. No final da viagem, regressa-se à bela Valdevez.

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