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Cabo Espichel

Prossiga o percurso, saindo de Sesimbra para Santana e virando novamente à esquerda onde está a indicação Castelo. Logo no primeiro cruzamento, vire à direita, na direcção do Cabo Espichel. A estrada é boa e atravessa uma paisagem ampla de matagal baixo e campos cultivados. Quando sair de Azóia, passe umas casas velhas que se encontram do lado direito da estrada e vire na primeira à direita, a seguir a uma paragem de camionetas. Siga por essa estrada de terra batida, até onde achar que o seu automóvel pode passar em segurança, e depois prossiga a pé. Encontrará um fabuloso miradouro sobre a falésia, de onde se avista toda a costa oeste, até à Serra de Sintra. Com muito cuidado, tente encontrar um acesso para descer até ao mar. Mas nem pense em tomar banho, porque o local é muito perigoso para isso. Pelo contrário, se gosta de pescar, saiba que esta costa rochosa, de mar normalmente forte, é ideal para apanhar pequenos robalos ou sargos. Vários carreiros permitem explorar a pé outras zonas da arriba. Regressando à estrada, chegará, dentro de pouco tempo, ao Cabo Espichel. Depois de uma visita ao Santuário de Nossa Senhora do Cabo, vá até à extremidade do promontório e aprecie, mais uma vez, o fantástico panorama. A falésia, com mais de 100 metros de altura, é formada por lajes inclinadas, onde é possível encontrar-se muitos fósseis. Mas é preciso ter muito cuidado com as crianças, porque, aqui, qualquer acidente poderá ter um desfecho fatal!

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Passeio pedestre pelos Picos da Madeira

Não muito longe do miradouro, encontra-se uma vereda com o chão empedrado com lajes, que permite atingir os picos mais próximos. Poderá dar início a um passeio, com uma extensão de cerca de 10 quilómetros, até ao Pico Ruivo. Trata-se de um percurso pedestre difícil e que envolve algum perigo, pois terá de passar por veredas nas encostas sem qualquer protecção. Além disso, exige uma boa preparação física, devido às inúmeras subidas e descidas íngremes. Se for acompanhado de crianças, deverá prescindir deste passeio. Em alternativa, poderá fazer uma caminhada mais fácil até ao mesmo pico, mais adiante neste roteiro.

• Ao fim de 15 minutos de caminhada, verá, à sua esquerda, os palheiros do Pico Furão, no Curral das Freiras. Depois, passando pelo dique que separa as cabeceiras das ribeiras da Fajã da Nogueira e do Cidrão, chegará ao Pico do Gato, com os seus 1 780 metros de altitude. Um túnel escavado na rocha, com 2 metros de altura e 100 de comprimento, permite atravessar o pico sem ter de o escalar. Adiante, mais três túneis levá-lo-ão através das entranhas da rocha avermelhada do Pico das Torres.

• Leve consigo comida, água, uma lanterna a pilhas e agasalhos, mesmo que o tempo esteja óptimo, porque de um momento para o outro pode surgir nevoeiro ou ocorrer uma baixa brusca de temperatura. Não se esqueça também de marcar bem o tempo de marcha (necessitará de, pelo menos, duas horas), evitando ser apanhado pelo cair da noite. Se começar a acusar fadiga, não hesite em sentar-se um pouco para recuperar forças, inalando profundamente o ar puro da montanha.

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Ponte romana

Pouco depois, volte para a direita, quando vir a indicação Ponte. Passado cerca de um quilómetro, encontrará um pavimento constituído por enormes lajes de pedra.

Se quiser ver a ponte romana, aconselhamos a que deixe aí o carro e continue a pé. Este troço de estrada é, provavelmente, de origem romana e perguntamo-nos se terá sido arranjada desde essa altura até aos nossos dias. A ponte é muito bonita e insere-se numa paisagem muito agradável, onde apetece ficar durante algum tempo a ver passar o rio, por baixo dos álamos que o bordejam.

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Moinho de Cubo

Regressando ao centro da vila, tome agora a direcção de Murça e Mós. Também existe indicação de Via Romana e Moinho.

• Logo à saída da vila, vai encontrar indicação de Ruínas, Via Romana e Moinho, à direita. Estacione o carro à beira da estrada e desça pelo caminho indicado. Depressa vai chegar a uma calçada, constituída por grandes lajes, que hoje lhe poderá parecer grosseira, mas que no tempo dos romanos era um verdadeiro IP5. Esta calçada romana apresenta troços em muito bom estado de conservação.

• Aproveite para ver o Banco do Rei, assinalado à esquerda, que não é mais do que uma rocha com a configuração de um confortável assento, e que terá porventura especial interesse quando aqui chegar cansado no fim da caminhada.

• Quando a calçada começa a desaparecer, encontrará a indicação Moinho de Cubo. Siga pelo caminho que atravessa a ribeira (depois de uma ponte de lajes de pedra) e, seguindo sempre o trilho pisado e a indicação das tabuletas, acabará por encontrar um monumento que constitui uma notável obra de engenharia executada pelos romanos. A água da ribeira foi desviada, num pequeno açude, através de uma levada. Esta é constituída por uma calha talhada em lajes dispostas no solo, que acompanham a curva de nível do terreno, para a água correr. Esta precipita-se depois para uma casa, através de um tubo redondo talhado em pedras sobrepostas, fazendo mover uma mó. De seguida, desaparece no chão e é reencaminhada, através do subsolo, até à ribeira.

• Um pouco acima, não deixe de dar uma vista de olhos a um pombal, igual a muitos outros que já deve ter visto pelos montes, semelhantes a pequenos moinhos sem velas. Estas construções são testemunhos de outros tempos, em que os pombos eram regularmente utilizados na alimentação e serviam de base à prática da falcoaria. Lá dentro encontrará nichos sucessivos, onde as aves nidificavam em segurança.

• O percurso tem uma extensão total de cerca de 3 quilómetros e faz-se bem em cerca de 2 horas. Considere a possibilidade de fazer um pequeno piquenique num dos muitos recantos paradisíacos que encontrará. E, se quiser, pode alargar o passeio, visitando outros pontos de interesse nas redondezas.

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Regresso a Mirandela

Saia de Vila Flor tomando a EN 213, na direcção de Mirandela. Um pouco adiante, poderá fazer um pequeno desvio, virando à esquerda para o Santuário da Nossa Senhora da Assunção, que fica encavalitado num morro e de onde se pode desfrutar de uma boa perspectiva da paisagem circundante.

• Passando pelo Cachão, considere ainda a possibilidade de fazer um pequeno desvio à direita, para visitar a barragem. Embora não tenha a beleza do Azibo, ou mesmo a do Peneireiro, não deixa de ser um local tranquilo, onde sabe bem passar algum tempo, rodeado da bela paisagem lacustre.

• Alguns quilómetros depois, passará perto de Frechas. Entre na aldeia e, no largo central, repare no pelourinho, no qual foram esculpidas figuras humanas. Depois, vire à esquerda e siga na direcção do rio, até à entrada de uma ponte. Estacione e siga a pé para a direita, pela margem, até uma velha azenha em ruínas instalada numa ilhota rochosa que se encontra no meio do leito do rio e é ligada à margem por umas pontes de pedra sobreposta. Repare na levada que conduz a água até ao “engenho” da azenha e na construção, na qual foram utilizadas enormes lajes de xisto da região. Toda a zona é muito bonita e merece ser bem explorada, caso tenha oportunidade, num longo passeio a pé ou de bicicleta.

• No regresso a Mirandela, passará por um jardim, junto ao Inatel, onde está exposto um avião da célebre esquadrilha nacional de acrobacia aérea Asas de Portugal. Finalmente, não se esqueça do nosso conselho inicial: se não tiver nada contra, as alheiras de Mirandela esperam por si! E, se puder, também não saia da região sem provar outra deliciosa especialidade local: o pernil de porco fumado e guisado com feijão. Mas tenha em atenção que ambos os acepipes se destinam a pessoas de aparelho digestivo forte e saudável!

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