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Percurso na Horta

Este percurso decorre maioritariamente no Faial, num total de cerca de 75 quilómetros. No entanto, para que fique mais completo, aconselha-se uma breve visita ao Pico. O que primeiro salta à vista em cada uma das ilhas é a exuberância da natureza, que marca fortemente a paisagem. Entre a vegetação luxuriante e os vestígios dos fenómenos vulcânicos, encontrará certamente algo do seu agrado. Para os amantes das caminhadas, a subida ao Pico será certamente um grande desafio. Comecemos então pela cidade da Horta…

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Descida à Caldeira

Siga agora em direcção à Caldeira por uma estrada que atravessa prados sucessivos, onde pastam manadas de vacas leiteiras. De repente, a estrada acaba num largo, onde deverá estacionar. Entre pelo túnel escavado na parede rochosa, forrado interiormente com musgo, que desemboca num miradouro protegido por um varandim. Estará agora quase no lado oposto do bordo da cratera do Cabeço Gordo. Se o tempo estiver do seu lado, ficará certamente deslumbrado com a paisagem da Caldeira do Faial.

Existe um trilho íngreme, mas sem grande perigo, por onde poderá descer ao fundo da cratera através de cedros-do-mato, urzes e outro matagal que se manteve praticamente intacto desde o povoamento da ilha. No fundo, riachos atravessam o solo húmido, onde crescem essencialmente musgos e fetos. Vários núcleos de urzes, de porte arbóreo, povoam o solo. Em alguns troços é preciso quase rastejar por baixo da vegetação, o que não deixará de ser atractivo para os mais novos. A descida e exploração sumária da Caldeira demoram, em média, 3 horas.

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Carapacho

Terá de sair da cratera pela estrada por onde veio. Depois de passar o túnel, vire à esquerda no primeiro cruzamento. Se estiver em boa forma física, poderá encetar aqui um longo percurso pedestre, bem assinalado, com cerca de 8 quilómetros, que o levará desde a Caldeira até ao Carapacho. Terá de contar, obviamente, com outro tanto para o regresso. Se as caminhadas não forem o seu forte, poderá seguir de carro por uma estradinha em estado razoável, que contorna o bordo da cratera. Pare quando quiser para apreciar as diferentes panorâmicas da ilha. Em dias sem neblina, conseguirá avistar São Jorge, o Faial, o Pico e a Terceira. Terá de sair pelo mesmo cruzamento onde iniciou o percurso. De regresso à estrada que vem do túnel, continue a descer até chegar ao cruzamento. Aí, volte à esquerda, atravessando depois Luz em direcção ao Carapacho.

• Junto às Termas do Carapacho, encontram-se duas piscinas naturais de água salgada. A das crianças é pouco profunda e tem o leito coberto de areia. A outra, mais profunda, está directamente ligada ao mar por um canal abrigado pelas rochas. A água é perfeitamente cristalina e tem uma temperatura à prova dos mais friorentos. Poderá estender a toalha numa zona cimentada anexa. Ambas as piscinas têm acesso por escadas de betão e são vigiadas por um nadador-salvador. Ali próximo, existem balneários onde poderá mudar de roupa e tomar um duche de água doce.

• Mais acima, existe um restaurante modesto, mas com uma boa esplanada, de onde se avista a costa – um óptimo cenário para apreciar um bife de novilho açoriano, criado pelos métodos tradicionais.

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Scrimshaw

John van Opstal, que assina os seus trabalhos apenas por John, dedica-se há 10 anos à arte de gravar imagens do quotidiano das gentes do mar em dentes de cachalote. Num português suficientemente perceptível ou num inglês escorreito, John explica com genuíno prazer os segredos da arte e as dificuldades que tem para encontrar matéria-prima. Como já não há caça ao cachalote, é preciso recorrer a mergulhadores, que passam a pente fino os fundos marinhos nas proximidades das antigas fábricas de transformação da baleia para encontrar dentes ainda em bom estado, o que é cada vez mais difícil. A reserva de que dispõe não lhe permitirá trabalhar mais do que 2 anos. John vende os seus trabalhos literalmente ao quilo, não cobrando nada pela gravação, já que, segundo afirma, se dedica a este passatempo apenas pelo prazer de transformar um dente informe numa obra de arte. Ainda assim, os preços variam entre os 50 e o 1 250 euros. A visita é gratuita.

Local: Banda da Vila, n.° 17 C, Espalamaca.
Contacto: 292 39 27 20.

• Voltando à estrada e continuando a subir, encontrará à esquerda o Miradouro de Nossa Senhora da Conceição. Depois de passar pela casa de John, a vista do miradouro até pode parecer banal, mas, se puder passar por aqui ao pôr do Sol, quando as luzes da cidade já estiverem acesas, verá que vale a pena.

• Continuando o caminho para norte, passará pouco depois por três moinhos típicos do Faial. Note que, ao contrário dos moinhos do continente, em que só o telhado e as velas rodam para procurar uma melhor direcção ao vento, neste caso todo o edifício roda, para obter o mesmo efeito. Os paus enormes que se unem na parte traseira do moinho servem, justamente, para o moleiro o empurrar para a posição desejada.

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