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Zambujeira

Zambujeira do Mar

Voltando à povoação de Cavaleiro, siga em frente no cruzamento referido e, nos entroncamentos seguintes, vire sempre na direcção de Zambujeira do Mar. Se quiser, faça uma pequena paragem no Porto da Entrada da Barca, um pitoresco abrigo de embarcações de alguns pescadores da região, onde alguns restaurantes têm sempre bom peixe à disposição. Alguns quilómetros depois, chegará finalmente à Zambujeira. Tal como Vila Nova de Milfontes, a Zambujeira do Mar é uma antiga aldeia (agora, vila) de pescadores, alcantilada sobre as falésias. E também ela vive hoje mais do turismo que da faina da pesca. Nas ruas principais, que vão da zona do mercado em direcção ao Oceano, sucedem-se os restaurantes onde o cheiro a marisco predomina, tal como as lojas de artesanato, de gosto por vezes duvidoso. Mas a povoação é pacata e acolhedora e, lá de cima, junto à Capela de Nossa Senhora do Mar, o espectáculo da vista sobre a praia, as falésias e o mar interminável é imperdível. Mesmo que já esteja um bocadinho farto de vilas de pescadores e de falésias a pique sobre o mar, não se esqueça de que a parte seguinte do percurso abandona a costa. Por isso, detenha-se um pouco mais nesta vila que, quando não está “a abarrotar de turistas”, transmite uma agradável sensação de bem-estar.

Moinho Areosa1

Areosa

Passando o último moinho, já na Areosa, uma lápide que se encontra perto de um cruzeiro tombado presta a derradeira homenagem a uma vítima de um naufrágio nesta costa. Olhando para o extenso campo de rochedos que ficam expostos durante a maré vazia, é fácil imaginar o perigo que esta costa representa para as embarcações…

• Repare nos líquenes amarelos que crescem sobre as rochas menos expostas ao contacto directo com a água do mar. Estes organismos, resultantes da simbiose entre um fungo e uma alga, necessitam de uma certa humidade do ar para subsistir.
São também muito sensíveis a poluentes e, por isso, são considerados bons indicadores da qualidade do ar.

• Depois do moinho que referimos, encontrará, num cruzamento, uma estrada de calçada. Vire aí à direita e siga até alcançar a EN 13 para Caminha. Quando vir indicado Praia do Carreço, vire à esquerda. Seguindo pela beira-mar, chegará, junto às ruínas de uns armazéns de artes de pesca, a uma praia excelente, de areia fina, numa pequena baía protegida por um pontão de secção curiosamente arredondada. Utilize os passadiços, para evitar pisar as plantas que se fixam sobre as dunas. Trata-se de uma vegetação escassa e muito sensível à presença humana.

baia do funchal a pescar

Caniçal

Siga para o Caniçal, tomando a estrada em direcção ao Machico. Até 1981, o Caniçal foi o principal porto da caça à baleia na Madeira. Actualmente transformado num porto de pesca, teima em manter viva a memória de outros tempos, agora numa perspectiva conservacionista, através do Museu da Baleia. Se chegar à hora da lota, não deixe de apreciar o descarregar dos atuns das embarcações. Se quiser prová-los, entre no pequeno restaurante do porto e peça um bife de atum, precedido de uma sopa de peixe.

Crestuma

Barragem de Crestuma

Depois, terá chegado a altura de rumar a outras paragens. Volte ao carro e siga em direcção à ponte de D. Luís I. Aí, antes de entrar na ponte, vire à esquerda, na direcção de Gondomar e Entre-os-Rios. Continuará a circular pela marginal do Douro. Olhando à sua direita verá certamente, se o tempo estiver bom, diversos pescadores à beira-rio e vários barcos desportivos e de pesca que constantemente descem e sobem o Douro. Depois de passar por baixo da Ponte do Freixo, que faz a ligação entre o IP1 e o IC23, chegará a um entroncamento onde terá de virar à direita e, logo a seguir, encostar-se à esquerda, de forma a continuar pela marginal (que passa a ser a EN 108), sempre na direcção de Entre-os-Rios. Conserve essa referência ainda durante algum tempo e evite virar para Gondomar, o que não é fácil, pois, nesta zona, as indicações do trânsito estão um pouco confusas.
Esta estrada ribeirinha é uma das mais características dos arredores do Porto. De um lado, há sobretudo o casario, quase obsessivamente disposto pela encosta na ânsia de aproveitar tudo o que o rio tem para dar; do outro, a calma das margens do Douro, as embarcações que navegam silenciosamente no seu leito e os bares e restaurantes que, aqui e ali, oferecem aos passantes petiscos nortenhos “condimentados” com a bela paisagem. Se não houver muito trânsito, aproveite para circular devagar, saboreando bem a beleza desta estrada. Infelizmente, alguns troços estão um pouco degradados e, na berma, há por vezes algum lixo e restos de entulho, mas isso apenas lhe retira um pouco da magia. Mesmo antes de chegar à Barragem de Crestuma, há um parque de estacionamento, à direita, junto a um restaurante. Aproveite para sair do carro e admirar melhor esta zona do Douro.

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