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Caldas da Cavaca

Atravessando as ruelas de Coruche, apanhe a estrada que leva até às Termas da Cavaca. As águas destas termas são reputadas pelo seu efeito benéfico em casos de prisão intestinal, colites e doenças de pele. A estância está com um aspecto um pouco degradado, mesmo abandonado, mas existe um óptimo jardim, esse sim bem cuidado, que vale a pena visitar. Dispõe de mesas, cadeiras e um pequeno parque infantil.
Aproveite também para dar um passeio a pé pelos arredores, através dos muitos caminhos visíveis.

• Depois, dirija-se à EN 229 e siga na direcção de Viseu. A estrada atravessa uma paisagem bonita, repleta de recantos aprazíveis, onde poderá efectuar pequenas paragens. Mais ou menos a meio, ainda poderá fazer um pequeno desvio na direcção de Sátão, uma localidade também bastante antiga, como o comprova o facto de lhe ter sido atribuída, pelo conde D. Henrique, a sua primeira carta de foral no já longínquo ano de 1111.

• Finalmente, chegando a Viseu, sugerimos que aproveite o fim de tarde para um último passeio pela zona velha da cidade, sob as copas frondosas das tílias. Se gosta de antiguidades, não deixe de visitar os vários antiquários instalados perto da Sé, onde as peças de arte sacra são o ponto forte.

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Coruche

Siga na direcção de Coruche, passando pela freguesia de Glória do Ribatejo. Se quiser fazer uma pausa nesta povoação, aproveite para visitar a singela igreja ou o Museu Etnográfico, que fica na Rua da Fonte Velha, perto do Largo D. Pedro I, e expõe trajos típicos, artesanato da região e alfaias agrícolas (contacto: 263 59 57 74).

• Já em Coruche, dirija-se ao centro, pela estrada que acompanha o Rio Sorraia. Estacione no parque e percorra, a pé, as ruas típicas da zona histórica, enfeitadas com cestos de flores e belos candeeiros de ferro. No largo onde se encontra o pelourinho, que é uma cópia recente do original quinhentista, admire o edifício dos Paços do Concelho, um antigo solar do século XVII, adornado por um belo painel de azulejos. Não deixe, também, de apreciar os vários templos da vila.

• Para fazer uma pausa, dirija-se ao jardim público, que fica junto à margem do Sorraia. Aí poderá encontrar muita sombra, uma vegetação cuidada, um bom parque infantil, algumas mesas e bancos de pedra e um pequeno quiosque-bar com esplanada. Tudo isto mesmo à beira-rio! A zona ribeirinha também costuma ser frequentada por pescadores à linha, que aí tentam apanhar bogas, carpas, bordalos e barbos.

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Museu Municipal de Coruche

Neste espaço museológico, recentemente criado, poderá ver uma interessante exposição intitulada “O Homem e o trabalho, a magia da mão”, em que se procura dar uma perspectiva da evolução humana (e também do Universo) à luz do trabalho, algo que nos distingue dos outros seres e que só é possível graças a um instrumento simples: a mão. O conteúdo está exposto de forma original e apelativa, com uma linguagem acessível, que também pode interessar os mais novos. O museu realiza ainda exposições temporárias regulares, ligadas a temas diversos.

Local: Rua Júlio Maria de Sousa.
Contacto: 243 61 08 20.
Horário: Verão, das 10.00 h às 12.00 h e das 15.00 h às 18.00 h; Inverno, das 10.00 h às 12.00 h e das 14.00 h às 17.00 h. Encerra à segunda.
Preço: gratuito.

• Siga de automóvel, pela estrada que vai para Santarém, junto à entrada da vila. Para chegar ao Miradouro da Igreja de Nossa Senhora do Castelo, deverá seguir a indicação Castelo. Daí desfrutará de uma vista desimpedida do casario, do rio e dos campos férteis que se estendem para lá da margem esquerda do Sorraia.

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Coruche

Nesta aldeia, vire à esquerda, para o cemitério. Siga depois, sempre pela esquerda, em direcção aos moinhos e, ao fim de cerca de quilómetro e meio, pergunte pela casa do Sr. Manuel das Dores, um palhoceiro local. No entanto, é preferível confirmar com antecedência se ele está em casa, pelo telefone 232 68 85 17. Aí verá como se confeccionam as palhoças, vestes típicas da região, que protegem os pastores das inclemências do Inverno. Se estiver interessado em adquirir um “fato” completo (capuz, capote e polainas), em tamanho real, terá de pagar cerca de 75 euros. Uma miniatura, também completa, custa à volta de 25 euros.

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