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Museu de Avis

À esquerda da igreja, passando sob a arcada, encontrará os antigos claustros do convento, com a curiosa boca de cisterna em forma de estrela de oito pontas (um acrescento do séc. XV). Em frente, situa-se a entrada para a antiga sala do capítulo e refeitório, onde funciona actualmente o Museu de Avis, que poderá visitar. Mas, atenção: não chegue com grandes expectativas. Trata-se de um pequeno museu de província, onde o artesanato convive com uma etnografia despretensiosa. Aqui, encontrará vários objectos do dia-a-dia, esculpidos em cortiça, como os tradicionais tarros, utilizados para transportar comida para a lavoura, ou simples objectos decorativos, talhados em madeira.

Local: Convento de São Bento.
Contacto: 242 41 20 24 (Posto de Turismo).
Horário: de segunda a sexta, das 09.00 h às 12.30 h e das 14.00 h às 17.30 h.
Preço: gratuito.

• Ainda no Largo Cândido dos Reis, poderá subir à Torre da Rainha (mais uma vez, recorrendo primeiro ao Posto de Turismo), de onde se consegue observar uma ampla panorâmica da região. Outra possibilidade é contornar as ruínas do convento, junto à muralha, chegando a um miradouro, de onde se conseguem ver as águas cintilantes da Ribeira de Avis, que corre no vale.

• Ao lado do convento, ergue-se o antigo Paço do Prior-Mor, onde actualmente funcionam os serviços da câmara municipal. Passando este edifício, vire à esquerda. Aqui, no Largo Sérgio Castro, existe uma boa loja de artesanato, a Porta do Postigo, onde poderá adquirir alguns objectos típicos da região – mantas, trabalhos em cortiça, louça, etc. Um pouco mais à frente, chegará à Praça Serpa Pinto, onde se encontra a Igreja Matriz e o curioso pelourinho, encimado por uma águia de asas abertas, símbolo da vila.

• Para descansar um pouco, desça a Praça Serpa Pinto e a Rua das Portas de Évora até chegar ao Passeio do Mestre de Avis, um pequeno mas agradável jardim. Se ansiar por um espaço mais amplo, terá de sair do centro histórico e descer até à EN 244, perto de uma estação de serviço, onde se encontra o Jardim Público, mais recente e sofisticado, em muito bom estado, com equipamento de diversão para os mais novos e instalações sanitárias.

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Casa da Cisterna em Figueira de Castelo rodrigo

cisterna4_m Localizada dentro das protectoras muralhas da aldeia de Castelo Rodrigo, a Casa da Cisterna é um convite a descobrir séculos de história e o espírito pacato desta localidade. Antiga cisterna que reservava água para o uso dos aldeões, a Casa é hoje um espaço de puro charme e um recanto que não ousará esquecer onde reina uma sublime tranquilidade rural.

A Casa da Cisterna localiza-se na deslumbrante Aldeia Histórica de Castelo Rodrigo. A vizinhança é gente a quem a dureza da vida no campo não roubou o sorriso pronto e a piscina é um monumento – a velha Cisterna que em tempos idos serviu de depósito de água ao povoado e que hoje dá nome à Casa. Enfim, diferentes perspectivas, outros ritmos de vida.

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Castelo de Aljezur

Foi construído no século X, durante o Período Árabe. É constituído, essencialmente, por um espaço amuralhado, com uma torre circular e outra quadrangular. No interior existe uma cisterna cúbica, com o tecto em abóbada.

Para os leigos, o melhor deste castelo é a vista soberba sobre a vila e os arredores, que dali se desfruta. Se outras razões não houvesse, só por isso valeria a pena lá ir.

• No n.° 2 da Rua do Castelo ainda pode visitar a Casa-Museu José Cercas que, além do atelier, espólio e quadros do pintor, também tem expostas diversas antiguidades.

Local: Rua do Castelo, n.° 2.
Contacto: 282 99 81 02.
Horário: segunda a sexta, das 09.30 h às 12.00 h e das 14.00 h às 17.30 h. Sábado, das 14.00 h às 17.30 h.
Preço: gratuito.

• Um pouco abaixo, existe também o Museu Antoniano, uma antiga capela dedicada a Santo António que agora encerra um vasto espólio de peças sobre este santo. Interessante para quem gosta da temática.

Local: Rua de Santo António.
Contacto: 282 99 10 11.
Horário: segunda a sexta, das 10.00 h às 12.30 h e das 14.00 h às 18.00 h.
Preço: gratuito.

• As visitas a estes dois últimos museus têm sempre, como ponto de partida, o Museu Municipal, que normalmente disponibiliza um funcionário para acompanhar os visitantes.

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Castelo de Silves

De volta a Silves, faça uma visita ao castelo, de onde poderá apreciar toda a cidade. Logo à entrada, repare nas pedras avermelhadas que compõem as muralhas. Trata-se de um arenito vermelho, o grés de Silves, ao qual a luz amarelada do pôr do Sol confere uma coloração quase irreal.
O local onde se encontra o castelo foi ocupado desde a Idade do Ferro, depois pelos Romanos e, mais tarde, pelos Árabes, durante quase 5 séculos. Na zona norte encontra-se uma grande cisterna, de forma rectangular, o Aljibe. Trata-se de uma estrutura coberta por abóbadas, que abastecia de água grande parte da cidade. Mais para sul há a Cisterna dos Cães, uma espécie de poço onde foram encontrados diversos fragmentos de cerâmicas medievais, nomeadamente alcatruzes do tempo da ocupação islâmica.

Local: Rua do Castelo.
Horário: das 09.00 h às 17.00 h, no Inverno, ou até às 20.00 h, no Verão. Durante o Inverno, só o castelo é visitável; de Março a Setembro estão também patentes diversas exposições temporárias.

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Castelo de Marvão

A fortaleza está perfeitamente encaixada no alto de um penhasco, a 865 metros de altitude, de onde se podem, de facto, “ver os pássaros pelas costas”. Por isso, não deixe de subir aos pontos mais altos para apreciar um magnífico panorama da região.

• Logo à entrada, à direita, existe uma porta de acesso à cisterna, que poderá visitar, descendo as escadas com cuidado. O espaço interior é enorme – a sua grande capacidade era muito importante, especialmente em tempo de guerra, pois permitia à vila o abastecimento de água durante vários meses. O tecto é abobadado, em pedra. Se a visitar no Verão, é provável que seja atacado por hordas de insectos, instalados logo à entrada.

• Continue a explorar o castelo, que está dividido em dois recintos. No primeiro existe, à direita, uma olaria, o Forno do Assento. No segundo recinto, encontrará a torre de menagem, que poderá também visitar, e mais duas cisternas, mais pequenas do que a primeira, que estão fechadas ao público.

• Saindo do castelo, do lado direito, existe um pequeno jardim, muito bem cuidado, com uma fonte central. Será um bom local para descansar, à sombra das árvores, depois desta caminhada.

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