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Castro do Jarmelo

Volte à estrada 16 e siga sempre na direcção da Guarda. A determinada altura, encontrará um desvio à esquerda, com a indicação Castro do Jarmelo. Como verá, do castro pouco parece restar, além de um enorme amontoado de pedras (excepto, talvez, para os entendidos). Mesmo assim, a deslocação pode valer a pena, pois, perto da igreja que aí se encontra, há um recanto bastante agradável, onde, sob azinheiras de grande porte, sabe bem fazer uma pequena paragem. Aí, o silêncio apenas é interrompido pelo chilrear dos pássaros. Não muito longe, existe um marco geodésico. Vá até lá, se quiser ter uma boa perspectiva da paisagem circundante.

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Sacoias

Continue o percurso, saindo da aldeia na direcção de Bragança, através de um matagal cerrado de esteva, rosmaninho, urze e carqueja que, nas horas mais quentes do dia, faz entrar pelas janelas do carro um agradável cheiro a serra.
Repare também nos pinheiros, cheios de novelos brancos de casulos de processionária. Esta praga florestal acaba por destruir completamente a árvore. Só uma boa população de morcegos poderia controlar, de forma natural, as borboletas nocturnas destas lagartas cobertas de pêlos urticantes.
Não mexa nos casulos, se não quer passar o resto do dia a tossir e com os olhos inflamados!

• Volte à esquerda quando vir indicado Sacoias. Nesta aldeia, visite a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, pedindo à Sra. Conceição (da mercearia) para vir abrir a porta do templo. A igreja tem um belo altar em madeira trabalhada e vários quadros atribuídos ao mestre Grão Vasco.

• A cerca de 1 quilómetro da aldeia, poderá visitar o que resta de um castro erguido na Idade do Ferro e utilizado ainda na época romana. As ruínas encontram-se junto à Capela da Senhora da Assunção.

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Caravela – Lagonota

Siga caminho, entrando agora no perímetro do Parque Natural de Montesinho.

• Ao passar por Caravela, poderá dar uma vista de olhos a um castro, muito degradado, mas de onde se tem uma boa panorâmica dos arredores. Entre na aldeia e, quando chegar ao largo com a caravela ao centro, vire à direita.

• Em Deilão, experimente subir ao campanário da Igreja da Senhora da Ascensão, o que lhe permitirá ficar com uma boa ideia do traçado e do aspecto da aldeia.

• Continuando o caminho para Guadramil, atravessará uma paisagem aprazível, dominada, sobretudo, por parcelas de terras de cultivo.
Se tem interesse pela temática rural, vá com atenção, porque nesta região ainda é possível ver arados e outras charruas puxadas por mulas ou vacas. Um autêntico museu vivo!
Entretanto, se tiver de parar por causa de uma manada de vacas na estrada e, de repente, ficar rodeado de enormes chifres ameaçadores, tenha calma: o mais provável é que a “onda” acabe por passar sem que isso tenha quaisquer consequências para a pintura do seu automóvel.

• Em Lagonota existe, junto à Casa do Parque, um cruzamento que indica Vale Longo. Cerca de 100 metros depois, encontrará um bom parque de merendas, com assadores à sombra de um pequeno pinhal, num local onde a paisagem é excelente.

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Castro de Carvalhelhos

A seguir, passe Atilho e Lavradas, siga em direcção a Carvalhelhos e vire à esquerda onde vir indicado Estalagem. Um pouco adiante, vire de novo à esquerda na direcção do Castro de Carvalhelhos. Seguindo por essa pequena estrada, chegará a um logradouro onde pode deixar o carro. Suba pelo trilho íngreme e contorne a muralha à esquerda, até encontrar a entrada.

• Esta fortificação da Idade do Ferro foi convertida, durante a posterior ocupação romana, num núcleo de exploração e tratamento da cassiterite, mineral constituído essencialmente por dióxido de estanho. No castro, que chegou a dispor de três linhas de muralhas, reconhecem-se inúmeras divisões rectangulares e circulares, o que faz com que se apresente como um dos núcleos castrejos melhor conservados do país. É um “imóvel de interesse público” desde 1951.

• Seguidamente, pode visitar o Parque das Termas de Carvalhelhos, onde são obtidas as conhecidas águas de mesa.
O parque possui muitos recantos agradáveis, embora seja, em nosso entender, menos interessante do que o das Termas de Vidago. Tem um modesto parque de merendas, com mesas e bancos de pedra. Está sempre aberto e a sua utilização é gratuita.

Castro-Lesenho

Castro do Lesenho

Regresse à EN 311 e continue na direcção de Cabeceiras e Salto.

• Algum tempo depois, encontrará, à esquerda, as indicações Casa Florestal da Relva e Truticultura Rio Beça. Se tiver curiosidade em conhecer um viveiro de trutas, siga a indicação. Depois de passar por um bosque cerrado, vire de novo à esquerda. Na estação de fruticultura poderá ver os tanques e até comprar algumas trutas, se o desejar. A estação está aberta de segunda a sexta, das 8 às 17 horas.

• Depois, continue pela mesma estrada, através de uma paisagem encantadora, alternando amplos campos de cultivo com bosques densos e perspectiva da serrania. Vire à esquerda quando vir a indicação Campos e tome uma estrada de terra batida que lhe aparecerá novamente à esquerda, pouco antes de chegar ao cemitério da aldeia.

• Siga em frente até onde o piso permitir. Depois, estacione o carro e continue a pé pela elevação que se encontra à esquerda, com grandes penedos no topo. Trata-se do Castro do Lesenho, onde foram descobertas as quatro célebres estátuas dos guerreiros galaicos, ou castrejos, que constituem o ex libris do Museu Nacional de Etnologia e Arqueologia de Lisboa, onde três delas estão depositadas. Alémdisso, o passeio é agradável e a paisagem magnífica. Implica um desvio de cerca de 4 quilómetros, mas vale seguramente a pena para quem se interessa pela arqueologia.

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