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Agra

Depois de, eventualmente, visitar ainda uma interessante oficina de alambiques e outros objectos de cobre, saia de Rossas em direcção a Agra. A paisagem, inicialmente constituída por campos de cultura, vai adquirindo, aos poucos, uma magnífica fisionomia serrana. Pelo caminho, passará por enormes penedos arredondados, que parecem prontos a resvalar para a estrada a qualquer momento.

• Chegado a Agra, estacione o carro e visite demoradamente esta belíssima aldeia típica, que se encontra relativamente bem preservada. Repare especialmente nos espigueiros e nas levadas de pedra. Na parte baixa, junto ao rio, também existem alguns moinhos.

• Depois, saindo de Agra e prosseguindo na mesma estrada, encontrará, cerca de 2 quilómetros adiante, uma ponte antiga e um moinho, inseridos numa paisagem lindíssima; é o sítio dos Moinhos do Ave. Na encosta de uma das margens, existe um parque de merendas, com mesas e bancos de pedra sob a sombra generosa de grandes árvores. O rio, com uma água transparente como o vidro, convida a saborear a sua frescura nas alturas de maior calor. Atravessando a estrada e acompanhando o curso do rio, que forma pequenas cascatas em diversos pontos, encontrará outros moinhos.
Aos apreciadores de caminhadas, sugerimos que deixem o carro junto da aldeia de Agra e percorram, a pé, a estrada que leva aos moinhos.

• Continuando o percurso, encontrará, antes de chegar a Vilar Chão, uma ponte romana de um só arco, muito elegante. Passado Vilar Chão, siga por Pinheiro e, nesta localidade, tome a direcção de Parada Velha. Seguindo pela estrada florestal que se encontra junto ao campo de tiro – que liga Pinheiro a Ruivães – encontrará a Necrópole Megalítica do Chão de Gandas. Esta consiste num característico conjunto de monumentos do tipo “mamoa”, com algumas gravuras rupestres talhadas na rocha. No entanto, as inscrições já estão muito apagadas, de forma que, se não for um apaixonado pela arqueologia, talvez não valha a pena perder muito tempo à procura desta antiga necrópole.

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Porto Moniz

Seguindo para Porto Moniz, passará junto à Capelinha de São Vicente, um curioso templo bem aconchegado numa rocha, num local onde uma ribeira desemboca no mar. Existe uma praia, com os inevitáveis calhaus rolados, embora a ondulação forte e o vento fresco não convidem a devaneios balneares.

• A estrada junto à costa foi escavada numa falésia abrupta sobre o mar, onde caem, aqui e ali, altas cascatas de água límpida da montanha, por vezes mesmo em cima do carro – por isso, tenha cuidado com os “duches” inesperados através das janelas abertas! É preciso ir sempre bem atento à estrada: apesar da sua largura exígua, a via tem dois sentidos de tráfego. Em alguns locais, existem alargamentos que permitem o cruzamento de dois veículos, mas convém prestar sempre atenção à curva seguinte, para ver se vem outro carro no sentido contrário, evitando situações complicadas, como ter de recuar bastante para que os outros passem, o que nem sempre é uma manobra isenta de riscos…

• Até 1980, Porto Moniz foi um importante centro de caça à baleia. Actualmente, é mais conhecido pelas suas piscinas de água salgada e tépida. Aí perto, existem dois óptimos restaurantes, onde pode ser difícil escolher entre um alto bife de novilho ou os deliciosos pratos de peixe e marisco. Junto ao mar, ergue-se um agradável miradouro, no qual poderá fazer uma pausa. Se for mais irrequieto, poderá fazer uma caminhada até ao Pico de Santa, a cerca de 3 quilómetros, através de uma antiga calçada muito íngreme. Os membros da família mais comodistas poderão fazer o mesmo pela estrada – de carro!

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