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Passeio pedestre pelos Picos da Madeira

Não muito longe do miradouro, encontra-se uma vereda com o chão empedrado com lajes, que permite atingir os picos mais próximos. Poderá dar início a um passeio, com uma extensão de cerca de 10 quilómetros, até ao Pico Ruivo. Trata-se de um percurso pedestre difícil e que envolve algum perigo, pois terá de passar por veredas nas encostas sem qualquer protecção. Além disso, exige uma boa preparação física, devido às inúmeras subidas e descidas íngremes. Se for acompanhado de crianças, deverá prescindir deste passeio. Em alternativa, poderá fazer uma caminhada mais fácil até ao mesmo pico, mais adiante neste roteiro.

• Ao fim de 15 minutos de caminhada, verá, à sua esquerda, os palheiros do Pico Furão, no Curral das Freiras. Depois, passando pelo dique que separa as cabeceiras das ribeiras da Fajã da Nogueira e do Cidrão, chegará ao Pico do Gato, com os seus 1 780 metros de altitude. Um túnel escavado na rocha, com 2 metros de altura e 100 de comprimento, permite atravessar o pico sem ter de o escalar. Adiante, mais três túneis levá-lo-ão através das entranhas da rocha avermelhada do Pico das Torres.

• Leve consigo comida, água, uma lanterna a pilhas e agasalhos, mesmo que o tempo esteja óptimo, porque de um momento para o outro pode surgir nevoeiro ou ocorrer uma baixa brusca de temperatura. Não se esqueça também de marcar bem o tempo de marcha (necessitará de, pelo menos, duas horas), evitando ser apanhado pelo cair da noite. Se começar a acusar fadiga, não hesite em sentar-se um pouco para recuperar forças, inalando profundamente o ar puro da montanha.

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Parque de Lazer

Volte a Quintas e prossiga na direcção de Cabeceiras e Salto. Quando passar por uma ponte moderna, vire imediatamente à esquerda, a seguir à ponte. Irá ter a um parque de lazer junto ao rio, bem equipado com mesas e bancos de pedra, assadores, escorregas e baloiços para as crianças, etc.
Partindo do parque, poderá fazer uma agradável caminhada exploratória até um açude, que se encontra do lado oposto da ponte que atravessou.

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Caldeirão Verde

Este percurso pedestre, com cerca de 10 quilómetros de extensão, é efectuado essencialmente pela vereda que acompanha a levada, e exige apenas que esteja habituado a andar no campo, não envolvendo perigo de maior. Leve consigo um farnel, um impermeável, umas boas botas e uma lanterna de bolso.

• Logo no início da caminhada, ao sair do Parque das Queimadas, aprecie, abaixo da levada, o bosque de criptomérias, de faias e de cedros da Madeira. Depois de passar o primeiro túnel, aparece outro com cerca de 200 metros de comprimento. Atravesse-o também, ignorando a vereda com a indicação Vale da Lapa. O terceiro túnel tem uma janela escavada a meio, é baixo e tem o piso quase sempre molhado, pelo que deverá atravessá-lo com cuidado, para não escorregar.

• Depois de passar o quarto túnel, estará apenas a cerca de um quilómetro do Caldeirão Verde. Vá com atenção, já que este não se vê a partir da levada e, muitas vezes, a placa indicadora desaparece. O Caldeirão fica à esquerda da levada e, para lá chegar, é preciso subir algumas dezenas de metros pelo leito do ribeiro, que escoa a água que transborda deste lago natural. A cratera é constituída por uma elevada escarpa de forma hemicilíndrica, revestida de vegetação luxuriante, de onde se precipita uma cascata com cerca de cem metros de altura. Em baixo, formou-se um lago natural, onde apetece mesmo dar um mergulho.

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Pico da Picota

Depois, retome a EN 266 em direcção a Monchique, passando de novo pela Nave. Logo à entrada de Monchique, vire à direita, em direcção a Alferce. Cerca de 500 metros depois, vire à direita, para onde uma pequena tabuleta de madeira indica Serra da Picota.

• Siga por uma estrada agradável, com uma paisagem cheia de arvoredo que se vai adensando com a subida. Repare nos enormes medronheiros que crescem mesmo à beira da estrada. Cerca de 4 quilómetros depois, chegará ao fim da estrada e estará a cerca de 100 metros do cume do monte, onde está instalado um posto de vigia de prevenção contra incêndios. A vista para sul é particularmente bonita, permitindo contemplar, nos melhores dias, grande parte desta costa algarvia.

• Se desejar subir a Picota a pé, existe um óptimo trilho para o efeito. Após fazer de carro cerca de 400 metros, vire à direita, entre dois muros de pedra sobreposta, e estacione no fim dessa estrada. Depois, siga o trilho, que o levará por uma caminhada de cerca de uma hora e meia através de uma bonita paisagem. Repare nos densos bosques de carvalhos e medronheiros. É um percurso fácil, mas que, mesmo assim, exige alguma preparação física, pois tem trechos muito íngremes. No entanto, lembre-se de que está a fazer um passeio e não a participar numa competição desportiva. Sente-se para descansar e apreciar a paisagem as vezes que achar necessário ou, se sentir que está a despender um esforço exagerado, permita-se não completar o percurso.

• Resta-lhe agora regressar a Monchique e pôr em dia os seus conhecimentos sobre a gastronomia da região. Recomendamos-lhe que prove os enchidos, o presunto curado, o bolo de tacho e o pudim de mel.

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Lagoas Serrana e do Covão das Quilhas

Prossiga viagem, agora na direcção do Sabugueiro. Passando a pista de esqui, bem identificada, mesmo no pino do Verão, pelo omnipresente teleférico, repare nas duas pequenas lagoas que, a determinado momento, surgirão do lado esquerdo da estrada. Trata-se da Lagoa Serrana e da Lagoa do Covão das Quilhas. Continuando a descer, verá depois, também do mesmo lado, uma barragem com um pequeno torreão. Fixe a posição relativa desses corpos de água, pois ser-lhe-á útil para a caminhada que vamos propor.

• Quando a estrada fizer uma ampla curva à esquerda, repare num caminho de terra batida que vai até à barragem. Estacione aí perto e siga pelo referido caminho, subindo depois até às lagoas, que ficam num plano mais elevado. Logo no início, verá um abrigo de pedras sobrepostas, no morro à direita.

• Trata-se de uma caminhada fácil, que dura cerca de 2 horas e o levará através de uma paisagem muito bonita, salpicada de zimbros (pequenas árvores com aspecto de cedros rasteiros, cujas bagas são utilizadas na confecção de um saboroso licor). Encontrará diversos riachos de água fresca. Da barragem, terá uma perspectiva muito boa do vale em frente (Garganta de Loriga) e, nos dias de muito boa visibilidade, poderá ver Loriga, povoação que fica no sopé da serra.

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