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Percurso em Sines

Começando o percurso em Sines, procuramos dar a conhecer uma região algo industrializada, mas onde também se sente o peso da história. Nos últimos dois milénios, foram vários os povos que por aqui passaram. Os árabes, por exemplo, que aqui permaneceram durante cerca de 500 anos, deixaram uma marca indelével na arquitectura e nos costumes da zona, como poderá constatar. Depois de revelarmos o que Sines tem de melhor para oferecer, seguimos para sul, percorrendo a agradável linha costeira até Porto Covo. As praias tornam-se, então, as estrelas do roteiro. No interior, ficará a conhecer mais alguns locais aprazíveis, como as barragens de Campilhas ou a de Fonte Cerne.

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Chamusca

De novo na Golegã, siga em direcção à Chamusca, uma vila situada em plena lezíria ribatejana, na margem esquerda do Tejo. Se se interessa pela arquitectura do ferro, não deixe de reparar na elegante Ponte da Chamusca, construída no início do séc. XX.

• Depois, ao entrar na vila pela Rua Direita de São Pedro, vire à esquerda, depois de passar pelo edifício da câmara municipal, e estacione perto do cineteatro, aproveitando para fazer uma pausa no parque municipal. Trata-se de um óptimo espaço verde, com vegetação abundante e alguns pormenores invulgares, como as lápides que adornam alguns dos seus recantos. No topo, existe um campo de basquetebol, com bancadas para os espectadores. Aí perto, existem algumas mesas e bancos de pedra, embora se encontrem algo degradadas. Dentro do recinto há também um pequeno parque infantil.

• É também no parque municipal que se encontra a Casa Rural Tradicional, uma reconstituição perfeita de uma casa de campo, típica dos anos 30 e 40, onde se procura dar uma ideia de como era viver da agricultura, fora dos grandes núcleos urbanos, numa altura em que a indústria do plástico e a electricidade ainda não tinham chegado aqui. Uma visita muito interessante e didáctica, sobretudo para os mais novos. Contudo, é necessário marcá-la com alguns dias de antecedência, nos serviços do Posto de Turismo (Rua Direita de São Pedro, n.° 144), através do telefone 249 76 01 76 ou 249 76 15 13.

• Ainda na Rua Direita de São Pedro, passe pelo Centro Regional de Artesanato, no mesmo edifício onde se encontra o Posto de Turismo. Aí poderá apreciar uma exposição de artesanato desta e de outras regiões, ou mesmo adquirir algumas peças, além de poder observar o trabalho dos artesãos. Há ainda uma zona dedicada aos produtos alimentares da zona, como o queijo, o vinho ou a doçaria, e uma pequena e agradável pastelaria.

Local: Rua Direita de S. Pedro, n.° 144.
Contacto: 249 76 15 13.
Horário: Verão – de segunda a sexta, das 10.00 h às 19.00 h; sábado e domingo, das 14.00 h às 19.00 h. Inverno – de segunda a sexta, das 10.00 h às 18.00 h; sábado e domingo, das 14.00 h às 18.00 h.
Preço: gratuito.

• A seguir, aproveite para dar um passeio pelas ruas da vila e apreciar as fachadas de alguns edifícios, como a do Clube Agrícola, no Largo da Misericórdia, ou a da Igreja Matriz. No Largo João de Deus, existe um coreto que alberga, na sua base, um núcleo museológico dedicado à música e onde poderá encontrar alguns instrumentos antigos, entre outras coisas. No entanto, tal como acontece com a Casa Rural Tradicional, se quiser visitar o museu, terá de contactar previamente o Posto de Turismo.

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Percurso em Grândola

O percurso começa na celebrada vila de Grândola. A arquitectura e a paisagem não enganam ninguém: estamos em pleno Alentejo. Alternando com aldeias típicas, surgem sítios arqueológicos, uns mais antigos, como as ruínas de Miróbriga, outros mais recentes, como o antigo complexo mineiro do Lousal – para os apreciadores da arqueologia industrial. De regresso a Grândola, o roteiro não termina sem passar primeiro pelas águas calmas das lagoas de Santo André e Melides.

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Messejana

Ainda dentro do tema da arquitectura alentejana, poderá visitar, a cerca de 12 quilómetros de Aljustrel, a simpática vila de Messejana. Ao chegar, deparará com uma série de casinhas brancas, quase todas debruadas a azul, alternando aqui e ali com casas de passado nobre. Subindo à Igreja Matriz, que infelizmente se encontra num estado de ruína evidente, conseguirá observar a paisagem que se estende em todas as direcções.

Mas o elemento mais curioso da freguesia situa-se fora da vila, no alto de um monte que se avista da Igreja Matriz – a Igreja de Nossa Senhora da Assunção. Mandada construir por emigrantes regressados do Brasil, como forma de agradecimento pelo sucesso económico alcançado, o edifício assemelha-se mais às construções da Baía e de Ouro Preto do que propriamente aos outros templos que se encontram pelo Alentejo fora. Infelizmente, este é mais um exemplo do abandono a que os monumentos do nosso país estão, por vezes, votados. Para piorar a situação, a via que dá acesso à igreja também não se encontra nas melhores condições, bem pelo contrário. Por isso, se não tiver um veículo todo-o-terreno ou se simplesmente não tiver um interesse particular por arquitectura religiosa, o melhor é esquecer esta visita.

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Museu Arqueológico do Carmo

Depois, siga até ao Largo do Carmo, onde poderá fazer uma visita ao Museu Arqueológico. Este museu está instalado nas ruínas da antiga igreja do Convento de Nossa Senhora do Vencimento do Monte do Carmo, fundado, em 1423, por D. Nuno Álvares Pereira. O templo ficou gravemente danificado com o terramoto de 1755, e subsequente incêndio, e nunca mais foi completamente restaurado. Ainda assim, é o mais importante exemplo de arquitectura gótica de Lisboa. No museu encontrará diversas peças arqueológicas de interesse, onde se destacam as egípcias e as pré-colombianas. Repare, por exemplo, no excelente estado de conservação das múmias peruanas e egípcias.

Local: Largo do Carmo.
Contacto: 213 47 86 29.
Horário: de Maio a Setembro, das 10.00 h às 18.00 h; de Outubro a Abril, das 10.00 h às 17.00 h. Encerra à segunda e dias de Ano Novo, Domingo de Páscoa, 1 de Maio e Natal.

• A seguir, desça à Rua Garrett e suba até à incontornável Brasileira. Chamamos a atenção para o mobiliário antigo, muito bem conservado. Continue até ao Largo Camões, onde se encontra uma estátua do poeta, e siga pela Rua da Misericórdia até ao Jardim de São Pedro de Alcântara. Do miradouro que aí se encontra poderá observar a encosta oposta, onde fica o bairro da Graça.

• Desça aos Restauradores pela calçada à direita deste jardim, no simpático Elevador da Glória: uma espécie de carro eléctrico, nivelado de modo a compensar a inclinação da rua. Pegando no carro, siga para Sete Rios e estacione no amplo parque de estacionamento em frente ao Jardim Zoológico de Lisboa. Em alternativa, utilize o Metro – a Linha Azul faz a ligação, sem ser necessário mudar de comboio, entre o Chiado e o Jardim Zoológico.

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