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Museu Doutora Berta Cabral

Um pouco abaixo do local onde se situa a Igreja Matriz, não deixe de visitar este museu, que está instalado num bonito edifício do séc. XIII, que era, inicialmente, o Solar dos Aguilares, primeiros donatários de Vila Flor, e serviu mais tarde como Paços do Concelho, Repartição de Finanças e Posto da Guarda Republicana. A construção austera em granito é ornamentada com as armas reais na fachada principal, a flor de lis (símbolo da vila) e as armas dos Aguilares (duas águias).

No museu encontram-se expostas várias colecções, distribuídas por diversas salas: arte sacra, arqueologia, etnografia, pintura, máquinas de costura, numismática, louças e utensílios de cozinha, máquinas de escrever, instrumentos musicais e arte africana. São mais de 3 000 peças, provenientes de ofertas de habitantes do concelho e amigos da terra!
De forma que, no meio de tanta variedade, é quase impossível não encontrar algo que lhe interesse…

Local: Largo Doutor Alexandre de Matos, Vila Flor.
Contacto: 278 512 373.
Horário: das 10.00 h às 12.30 h e das 14.00 h às 17.30 h.
Encerra às terças e feriados.
Preço: gratuito.

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Torre das Cabaças

Também chamada Torre do Relógio, foi construída no século XIV e esteve, até há bem pouco tempo, num estado de ruína considerável, tendo sido colocada a hipótese da sua demolição devido ao risco que constituía para os transeuntes. Felizmente, acabou por ser recuperada, funcionando, actualmente, como Museu do Tempo. Como o nome indica, aqui poderá apreciar uma curiosa exposição ligada às várias vertentes do tempo, desde os aspectos mais filosóficos até aos da sua medição. No entanto, para visitar este espaço, terá de se dirigir primeiro ao museu de arqueologia.

Local: Largo Zeferino Sarmento.
Contacto: 243 30 44 00.
Horário: terça, quarta, sábado e domingo, das 09.30 h às 12.30 h e das 14.00 h às 17.30 h; quinta e sexta, das 10.00 h às 12.30 h e das 14.00 h às 17.30 h. Encerra à segunda.

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Loulé

Depois, continue em direcção a Loulé, passando por uma ponte mandada construir pelo rei D. Sebastião.

• Vale a pena dar uma vista de olhos ao Museu Municipal de Arqueologia, apesar da dificuldade em estacionar nas proximidades. Apesar de pequeno, está muito bem apresentado, e aí se encontram expostas algumas pedras tumulares e muitas peças pré-históricas recolhidas nas redondezas.

• Em Loulé, existem inúmeras casas de fabrico e venda de artesanato – cobre, olaria, cestaria, etc. Recomendamos aos apreciadores que visitem a olaria da Calçada dos Sapateiros, n.° 43, onde poderão assistir ao trabalho dos oleiros e comprar diversas peças (contacto: Sr. Xavier, tel. 96 542 48 51). Repare também no belo edifício do mercado municipal, de estilo árabe.

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Museu Municipal de Arqueologia

Sugerimos que não deixe de visitar este excelente museu, onde se encontram, impecavelmente expostos, os principais espólios arqueológicos deste concelho. É nele que está, por exemplo, toda a vasta colecção de cerâmica muçulmana recolhida nas escavações efectuadas no castelo.

• Um dos pontos de maior interesse do museu reside num poço mouro do século XII, que foi descoberto durante escavações realizadas em 1979, que nada tinham a ver com a construção do museu. De facto, foi a própria descoberta do poço que despoletou a ideia de desenvolver este núcleo museológico. O poço, em óptimo estado de conservação, tem um diâmetro de 2,5 metros e 18 metros de profundidade. Existe uma escadaria em caracol que dá acesso ao fundo. Julga-se que este poço seja um exemplar único no mundo.

• Durante as escavações do poço, foram encontrados diversos artefactos de grande interesse arqueológico, como peças de cerâmica, moedas quadrangulares mouras e várias jóias. A exposição vai da pré-história ao século XVII.

Local: Rua Portas de Loulé, n.° 14, centro histórico de Silves.
Contacto: 282 44 48 32.
Horário: das 10.00 h às 12.30 h e das 14.30 h às 18.00 h (excepto aos feriados). Encerra à segunda.

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Museu de Arqueologia

Este museu foi inaugurado nos anos 60, numa dependência da Igreja de Santa Maria do Castelo, mas, em 1982, o material de exposição foi transferido para as actuais instalações. Trata-se de um pequeno museu, que se resume a uma dezena de vitrinas, mas que, mesmo assim, vale a pena ser visitado, já que consegue dar uma ideia de como era a vida das populações que habitaram nesta costa, do Paleolítico aos nossos dias. Chamamos a atenção para as peças de adorno, como alfinetes, colares de contas, ídolos de ardósia, etc.

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