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Agra

Depois de, eventualmente, visitar ainda uma interessante oficina de alambiques e outros objectos de cobre, saia de Rossas em direcção a Agra. A paisagem, inicialmente constituída por campos de cultura, vai adquirindo, aos poucos, uma magnífica fisionomia serrana. Pelo caminho, passará por enormes penedos arredondados, que parecem prontos a resvalar para a estrada a qualquer momento.

• Chegado a Agra, estacione o carro e visite demoradamente esta belíssima aldeia típica, que se encontra relativamente bem preservada. Repare especialmente nos espigueiros e nas levadas de pedra. Na parte baixa, junto ao rio, também existem alguns moinhos.

• Depois, saindo de Agra e prosseguindo na mesma estrada, encontrará, cerca de 2 quilómetros adiante, uma ponte antiga e um moinho, inseridos numa paisagem lindíssima; é o sítio dos Moinhos do Ave. Na encosta de uma das margens, existe um parque de merendas, com mesas e bancos de pedra sob a sombra generosa de grandes árvores. O rio, com uma água transparente como o vidro, convida a saborear a sua frescura nas alturas de maior calor. Atravessando a estrada e acompanhando o curso do rio, que forma pequenas cascatas em diversos pontos, encontrará outros moinhos.
Aos apreciadores de caminhadas, sugerimos que deixem o carro junto da aldeia de Agra e percorram, a pé, a estrada que leva aos moinhos.

• Continuando o percurso, encontrará, antes de chegar a Vilar Chão, uma ponte romana de um só arco, muito elegante. Passado Vilar Chão, siga por Pinheiro e, nesta localidade, tome a direcção de Parada Velha. Seguindo pela estrada florestal que se encontra junto ao campo de tiro – que liga Pinheiro a Ruivães – encontrará a Necrópole Megalítica do Chão de Gandas. Esta consiste num característico conjunto de monumentos do tipo “mamoa”, com algumas gravuras rupestres talhadas na rocha. No entanto, as inscrições já estão muito apagadas, de forma que, se não for um apaixonado pela arqueologia, talvez não valha a pena perder muito tempo à procura desta antiga necrópole.

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Aljustrel

Regresse à EN 18, seguindo sempre no sentido de Aljustrel. Pelo caminho, à entrada de Santa Vitória, encontrará a indicação Mina da Juliana, à esquerda. Trata-se de uma pequena povoarão, que serviu de residência aos trabalhadores das minas de cobre e ouro, encerradas em 1910. Quando a Barragem do Roxo foi construída, as casas escaparam, por pouco, à submersão. Se aprecia a arquitectura tradicional do Alentejo, não deixe de passar por esta pequena aldeia, mesmo junto às águas do Roxo, e de percorrer as suas ruelas, por entre o casario imaculadamente branco.

• Antes de chegar a Aljustrel, já na EN 2, poderá, eventualmente, parar na Barragem do Roxo. Para tal, basta voltar à esquerda quando vir a placa indicativa. Embora a albufeira não convide propriamente a um mergulho, poderá, apesar disso, praticar alguns desportos náuticos não motorizados (vela, remo, etc), pescar ou simplesmente atravessar o paredão da barragem para observar a paisagem. No local, existe ainda uma zona de caça associativa, um parque de merendas razoável sob o arvoredo, e um restaurante.

• Regresse à estrada principal e vire à esquerda, no sentido de Aljustrel. Chegado à vila, siga primeiro a indicação Centro, depois Serviços Públicos e estacione. Aí perto, ao lado do parque desportivo, encontrará o Parque 25 de Abril, uma zona ajardinada, com muita sombra, onde poderá fazer uma pequena pausa durante as horas mais quentes do dia. No mesmo local, existe também um parque infantil razoável.

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Regresso a Grândola

Voltando ao cruzamento atrás, siga para Melides. No centro da aldeia, encontrará a indicação Grândola. Regresse à vila através de uma paisagem agradável, dominada sobretudo por enormes pinheiros mansos e sobreiros.

Saboreie o fim do dia numa das esplanadas junto ao Jardim Municipal, inalando a brisa fresca da noite.

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Sabugueiro

Já muito perto do Sabugueiro, que é a aldeia mais alta de Portugal, repare no rio, que aí serpenteia entre enormes pedras graníticas arredondadas pelas fortes torrentes do degelo, e num lago de água cristalina que se assemelha a uma pequena piscina. Se desejar ver mais de perto esta “piscina natural”, passe pelo primeiro grupo de casas, estacione e continue a pé, sempre pela direita. Adiante, tome a vereda que também se encontra à direita – esta levá-lo-á por um trilho sinuoso, até ao rio. Por vezes, o local é frequentado por mulheres da aldeia, que aí vão lavar a roupa – mas a corrente da água é suficiente para manter o local limpo, para benefício de todos.

Depois, mais ou menos a meio da aldeia, vire à direita, na direcção de Penhas Douradas e Manteigas. Vá com atenção, porque as placas estão viradas no sentido oposto e muito deterioradas. Aproveite para prestar atenção à parte velha da aldeia, que não tem nada a ver com o aspecto algo kitsch das lojas que ficam na rua principal. Repare na Igreja Matriz, construída com enormes blocos de granito, e no pelourinho. Como é evidente, se quiser comprar artesanato, queijos e enchidos da região, o Sabugueiro é também um bom local para esse efeito.

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Fernão Vaz

A caminho do Castro da Cola, repare num desvio, à esquerda, para a aldeia de Fernão Vaz. Siga por aí, pois achamos que vale a pena conhecê-la, apesar de não ter nada de extraordinário: apenas algumas casas com chaminés típicas da região, palheiros, utensílios agrícolas e, muito provavelmente, galinhas e patos no meio da estrada. Mas é exactamente por isso que achamos que vale a pena. Por outro lado, mais ou menos a meio da aldeia, verá a indicação Anta. Não muito longe (a partir de determinada altura, terá de ir a pé), encontrará um monumento funerário do III milénio a.C, destinado a enterros colectivos.

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