A Região de Lisboa compreende parte do distrito de Lisboa e do de Setúbal. Limita a norte com a Região Centro, a nordeste, leste e a sul com o Alentejo, e a sul e oeste com o Oceano Atlântico. No centro da região encontra-se a cidade capital de Portugal e a sua grande região metropolitana, cheia de locais de interesse turístico e patrimonial, sendo inclusivamente das cidades com maior procura turística do continente Europeu, conhecida pela sua alva luz, especial e de encanto único. Esta Região prima igualmente pela sua bonita…

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Sesimbra

Saia do Portinho da Arrábida, regressando ao último cruzamento por onde tinha passado. Sobressaindo no meio do matagal, repare no Convento da Arrábida, na encosta à sua frente. Vire agora para a esquerda, na direcção de Sesimbra, e, depois, corte novamente à esquerda, quando chegar ao final do traço contínuo. Cruze a via com cuidado e entre numa estrada de terra batida que aí se encontra, atravessando uma mata muito agradável. Chegando ao fim do caminho, estacione, tendo o cuidado de não estorvar a entrada para a casa particular aí situada.

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Peniche

Regresse à EN 114 e siga em direcção a Peniche. Ao passar por Coimbrã, aproveite para dar uma vista de olhos ao bonito cruzeiro manuelino que ali existe. Já em Peniche, siga a indicação Porto. Passará por um agradável jardim, do lado esquerdo da rua, com parque infantil, bar com esplanada e boas sombras. Depois, estacione no parque junto ao cais de embarque e, se é um apreciador da Natureza ou se, simplesmente, gosta de andar de barco, faça uma visita à Ilha da Berlenga. Existem várias empresas que vendem bilhetes para esta viagem, mas os preços rondam, de uma maneira geral, cerca de 15 euros por adulto e 10 euros por criança. Os horários variam muito, mas durante a época estival são relativamente regulares: – ida: de 15 de Maio a 30 de Junho e de 1 a 15 de Setembro, às 10.00 h. De 1 de Julho a 31 de Agosto, às 09.30 e às 11.30 h; – volta: de 15 de Maio a 30 de Junho e de 1 a 15 de Setembro, às 16.30 h. De 1 de Julho a 31 de Agosto, às 16.30 h e às 18.30 h.

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Percurso em Leiria

Este percurso tem início na cidade de Leiria, dominada pelo seu castelo e pelo Rio Lis, que lhe conferem uma peculiar geografia. De seguida, convidamo-lo a visitar a Marinha Grande, tão conhecida pela sua arte vidreira. Depois de apreciar alguns exemplos de tão nobre e difícil arte, siga na direcção de São Pedro de Moei, passando, primeiro, pelo célebre Pinhal de Leiria. Praias agradáveis e parques apelativos são outros condimentos deste percurso, que lhe proporcionarão o merecido descanso. Finalmente, sugerimos uma visita à Batalha, onde um dos símbolos da região, o famoso Convento de Santa Maria da Vitória, espera por si.

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Portinho da Arrábida

Continue o caminho em direcção ao Portinho da Arrábida. Pouco depois, passará por uma estrutura industrial, de aspecto sinistro, completamente coberta por um pó cinzento – trata-se “apenas” de uma cimenteira, que, infelizmente, continua a fumegar no coração de um dos nossos melhores parques naturais. Ainda bem que, alguns quilómetros depois, esta má recordação acaba por se desvanecer, à vista da excelente Praia da Figueirinha. A praia de areia fina é banhada por um mar de água cristalina, onde apetece passar o dia inteiro a nadar. Durante a maré baixa, é costume formar-se uma língua de areia, que delimita uma enorme poça de água muito apreciada pelas crianças.

• Seguindo caminho, passará por um elegante túnel que atravessa a falésia rochosa, dando acesso a uma estrada lindíssima que acompanha, de perto, a costa. Do lado oposto, eleva-se a Serra da Arrábida, coberta pelo matagal típico das regiões mediterrânicas. Nesta altura, se tiver a janela do carro aberta, poderá deleitar-se com uma agradável mistura de aromas, onde normalmente sobressaem o rosmaninho e a esteva. Depois, vire à esquerda no cruzamento onde aparecem as indicações Portinho da Arrábida e Museu Oceanográfico. Irá ter à baía do Portinho da Arrábida, graças a uma estrada estreita que, nalguns locais, não permite o cruzamento de dois automóveis – por isso, convém sinalizar a sua presença buzinando algumas vezes, nomeadamente junto à fortaleza, de forma a evitar manobras complicadas. Chegando à baía, estacione no parque, que é pago. Existe outro parque no lado oposto da baía, mas, deste lado, a paisagem é bem mais agradável.

• Atente bem na curva pronunciada da linha costeira, na praia de areia branca e no ilhéu da Pedra da Anicha, a rematar o conjunto. Trata-se de um local com uma beleza única no nosso país. Experimente dar um passeio, à beira-mar, até à zona de areal em frente ao ilhéu. Aí, forma-se uma rampa natural de areia, quase irresistível para os especialistas em rebolar pela encosta abaixo – as crianças. As águas, geralmente cristalinas e pouco agitadas, também são relativamente seguras para os mais novos.
Se preferir ficar apenas a apreciar a paisagem, há excelentes esplanadas, semelhantes a varandins sobre o mar, pertencentes aos restaurantes que aí se encontram. Durante a maré cheia, bandos de gaivotas vêm até muito perto dessas esplanadas, com a esperança de conseguirem algum alimento.

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Museu dos Rios e das Artes Marítimas

Perto da referida capela, junto a uma passagem aérea sobre a rua principal, está instalado o Museu dos Rios e das Artes Marítimas, um espaço que reflecte a importância dos recursos fluviais para a economia e vida social de Constância, ao longo da história. O núcleo museológico aborda temas como a construção naval, as artes da pesca, o transporte fluvial e as festas relacionadas com os rios, com o objectivo de preservar o património histórico e cultural da vila. No exterior, existe um pequeno jardim, com alguns equipamentos destinados aos mais novos, e um miradouro de onde se pode apreciar a paisagem em redor.

Local: Rua Ramiro Guedes, n.° 6.
Contacto: 249 73 96 47.
Horário: terça a sexta, das 09.30 h às 12.30 h e das 14.00 h às 17.30 h. Sábado, domingo e feriados, das 14.30 h às 17.30 h. Encerra à segunda.
Preço: gratuito.

• Desça depois até à zona ribeirinha e aproveite para se recompor da caminhada. Nessa área, existem vários refúgios aprazíveis, onde apetece parar. Poderá tomar uma refeição ligeira no parque de merendas, desfrutar da praia fluvial junto ao Zêzere, beber um refresco na esplanada do bar ou mesmo jogar ténis no court, perto da ponte para o Entroncamento. Perto do monumento a Camões, visite o Horto Camoniano, dedicado a este poeta, que aqui viveu durante algum tempo. Neste bonito espaço, criado pelo arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles, coabitam harmoniosamente várias espécies de plantas referidas n’Os Lusíadas e na Lírica, entre outras atracções e curiosidades, como a representação do Universo segundo Ptolomeu ou um recinto dedicado aos jogos tradicionais da época de Camões.

• Não deixe Constância sem adquirir uma das tradicionais bonecas de trapo e cana, as chamadas monas, que durante muito tempo ajudaram a equilibrar o orçamento das casas mais modestas.