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Redondo

Chegando ao Redondo, verá um largo logo à entrada da vila. À esquerda, junto a uma bomba de gasolina, há uma loja de artesanato, onde se vendem sobretudo loiças e artigos de barro. Também o Redondo é terra de oleiros e as suas loiças de barro, artisticamente decoradas, são bem conhecidas. Depois de uma eventual visita à referida loja, dirija-se ao centro. Estacione, antes de entrar pelas estreitas ruas empedradas que o levarão ao principal largo da vila (a Praça D. Dinis), onde se encontra a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Anunciação e o chamado Postigo do Relógio.
A igreja matriz é um templo de linhas sóbrias, onde se destacam alguns painéis de azulejos, as seis capelas laterais e a talha dourada do altar-mor. Inclui um pequeno museu de arte sacra (contacto: 266 90 91 44). Situado ao lado da igreja, o referido Postigo do Relógio mais não é do que uma das antigas portas de entrada na cerca medieval. A sua origem remonta ao tempo de D. Dinis. O campanário ostenta três sinos de bronze, fundidos em Estremoz.

• Passe a porta do Postigo do Relógio e siga pela Rua do Castelo. É uma rua estreita e pitoresca, ladeada por pequenas casas brancas. Mais ou menos a meio, do lado esquerdo, há um largo onde se encontra o antigo hospital e a Igreja da Misericórdia e, ao fundo, a figura imponente da torre de menagem, uma construção militar-palaciana que, infelizmente, está muito mal conservada. No n.° 36 da mesma Rua do Castelo, há uma placa indicando Olaria Mértola. Lá dentro, encontrará alguidares, ânforas, pratos e muitas outras peças de barro, a confirmar a tradição oleira da povoação. As traseiras da olaria comunicam directamente com a muralha medieval. Como os proprietários permitem o acesso dos visitantes à muralha, poderá fazer um curto passeio sobre a mesma, até à célebre Porta da Ravessa. A Porta do Sol ou da Ravessa é bastante conhecida, pelo facto de ter dado o nome a um dos vinhos produzidos pela Adega Cooperativa do Redondo, constando inclusivamente do respectivo rótulo. Está ladeada por duas pequenas torres e, à esquerda de quem sai, é possível observar, gravadas na pedra, as marcas oficiais da vara e do côvado, unidades que eram utilizadas para medir os panos comercializados nos mercados e feiras que se realizavam próximo do local.

• Depois, desça a calçada, até uma igreja branca com barras azuis, ao lado da qual se distingue um cemitério. Trata-se do antigo Convento de Santo António da Piedade, um templo erguido no séc. XVII para albergar uma comunidade de frades franciscanos.

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