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São Cucufate

As Ruínas de São Cucufate aparecem indicadas, um pouco adiante, do lado esquerdo da estrada. Trata-se de um importante vestígio da passagem dos romanos pelo Alentejo e terá sido a sede de uma exploração agrícola que poderíamos comparar ao tradicional “monte” alentejano. A estrutura das áreas de habitação, lazer, trabalho e templo ainda são facilmente identificáveis. A maior originalidade desta construção deve-se ao facto de ser a única de dois pisos (ainda visíveis) conhecida na Península Ibérica. Na Idade Média, o edifício principal terá sido utilizado como convento da Ordem Militar de Santiago.

Depois, passando por Vila de Frades, não deixe de provar o delicioso vinho da região, numa das vendas ou adegas tradicionais. Foi aqui que nasceu e morreu o ilustre escritor dos fins do séc. XIX, Fialho de Almeida, autor dos 3 volumes da obra Os Gatos, redigida na forma de crónicas panfletárias que fustigavam, sobretudo, os costumes da sociedade lisboeta do seu tempo.

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Em Tomar

Inicie o percurso com uma visita ao Parque do Mouchão, em pleno coração da cidade. Logo à entrada, repare na enorme roda de rega que ali labora há séculos! Este é um espaço de lazer muito agradável, com muitas árvores e recantos lindíssimos à beira-rio, acompanhados por diversos açudes e pontes. Também é possível fazer um passeio pelo rio, já que existem pequenos barcos para alugar. Perto do estádio, encontra-se um bom parque de merendas, que brinda os visitantes com uma excelente panorâmica do rio. A propósito, repare nos milhares de barbos que aí permanecem quietos, quase indolentes… Junto ao parque de merendas, há também um bom parque infantil, pelo que poderá usufruir calmamente desse espaço enquanto mantém as “debaixo de olho”.

• Depois, atravesse a Ponte Velha e aprecie os Moinhos de Água d’EI Rei, engenhos curiosos que, no segundo quartel do século XVI, aproveitavam a força motriz da água para uso industrial. Do outro lado, na Rua Everard, observe a oficina de fundição e serralharia, que produz verdadeiras obras de arte em ferro fundido e forjado.

• A seguir, atravesse a parte velha da cidade, subindo a Rua Serpa Pinto até à espaçosa Praça da República. Aí, poderá visitar a Igreja de São João Baptista, na qual se destaca o magnífico portal. A fachada gótica, que lhe dá um toque grandioso, deve-se a D. Manuel I, que, nessa altura, era também Mestre da Ordem de Cristo. No interior do templo, aprecie o púlpito, em pedra trabalhada, e as tábuas quinhentistas do mestre Gregório Lopes.

Local: Praça da República.
Contacto: 249 31 26 11.
Horário: todos os dias, das 10.00 h às 18.00 h.
Preço: gratuito.

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Parque Aventura Diverlanhoso

Fora dos roteiros estivais dos amantes da praia, o Parque Aventura Diverlanhos é um projecto nasceu e tem crescido à sombra do Gerês. Propõe um turismo activo, que combina Natureza e aventura na perfeição. Sem cedências ao improviso ou à falta de qualidade.

O DiverLanhoso é um dos maiores parques de desporto aventura da Península Ibérica. Ocupando uma área total de 170 hectares, junto do Parque Nacional da Peneda Gerês, está dotado das infraestruturas e equipamentos necessários para a prática de 30 actividades diferentes.

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Dispõe de casas feitas de troncos de madeira de diferentes tipologias para alojamento no parque, um restaurante panorâmico em troncos de madeira com capacidade para 300 pessoas, um mini-centro de congressos, um lago artificial, um parque infantil, um polidesportivo, uma piscina, uma zona de acantonamento, parque de merendas e uma loja de equipamentos para desporto e actividades de ar livre. À beleza da paisagem envolvente associa-se uma oferta diversificada, que vai desde os passeios pedestres, de bicicleta, jipes e moto 4, passando pela descida de cursos de água em canoa e a prática de kartcross, slide, escalada, rappel, tiro com arco e arma de caça, paintball em diferentes cenários e de jogos populares…

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Moncarapacho

Saia de Estói em direcção a Olhão, virando em seguida à esquerda, para Moncarapacho. A estrada está em bom estado, embora a paisagem, de matagal baixo, seja um pouco monótona. Chegado ao cruzamento à entrada de Moncarapacho, verá, à sua esquerda, uma grande olaria, onde poderá adquirir, se o desejar, diversos artefactos de barro típicos da região.

• Depois, dirija-se para o centro da povoação e visite o Museu Paroquial, que está indicado à esquerda. Neste museu estão expostos alguns artefactos arqueológicos, uma grande variedade de antigos utensílios agrícolas e inúmeras obras de arte e antiguidades diversas. Também estão presentes algumas curiosidades, como, por exemplo, um relógio antigo de caixa alta, da autoria de John Harrison, que é um dos quatro que existem em todo o mundo.

Nota: os visitantes são guiados por uma senhora que fecha a porta sempre que começa uma nova visita – por isso, não se admire se encontrar a porta fechada no horário normal de abertura. Em princípio, bastará ter um pouco de paciência e aguardar que a visita termine.

• Além do museu, também poderá visitar a pequena capela contígua, ricamente decorada com talha dourada e azulejaria tradicional. Encontram-se expostos vários objectos de arte sacra.

Local: Rua de Santo Cristo,
Moncarapacho.
Contacto: 289 79 21 91.
Horário: segundas, quartas e sextas, das11.00 h às 15.00 h.

• Também pode valer a pena, se a temática o interessar, dar uma vista de olhos na Igreja de Nossa Senhora da Graça. Depois de apreciar o portal, ornamentado por figuras finamente trabalhadas na pedra clara, entre e repare nas pinturas sobre pedra que decoram as colunas e abóbadas da igreja.