Cascata do Tahiti 5

Cascata do Taihiti no Gerês

Este é um dos locais com paisagem mais bela do Gerês mas só lá chega ou a pé ou de mota ou com um todo terreno. Não perca uma visita a este local como pode comprovar pelas fotos anexas.

O caminho é feito pela estrada que liga “Vilar da Veiga” até “Ermida” por alcatrão como se fosse para a cascata do Rio Arado já descrito anteriormente. Após andar sensivelmente 5 km (esteja atento), vai encontrar um entroncamento à sua direita com uma placa florestal a indicar “Cabril”. Vire à direita e siga por esse caminho mas com cuidado. Enfrentará algumas descidas bastantes acentuadas até chegar a uma ponte de madeira sobre o Rio Arado. Junto a ela tem indicação do PNPG. Estacione a viatura e prepare-se para uma descida alucinante a pé.

Opte primeiro por descer pelo lado direito da ponte e encontrará uns moinhos abandonados e algumas pequenas quedas de água que formam belas lagoas onde pode se refrescar. Se não tem vertigens continue e atravesse para a outra margem pelo tronco que encontrará mais abaixo, caso contrario volte à ponte e atravesse para a outra margem e desça pelo caminho meio escondido pelas giestas e silvas.

Aviso que se vai cansar um bocado até chegar ao fundo mas vale bem o esforço.

No fim encontrará uma lagoa rodeada de areia e poderá observar uma das mais belas e maiores cascatas do Gerês.
O caminho de regresso é o mesmo com mais um pouco de esforço.

 

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Regresso a Grândola

Voltando ao cruzamento atrás, siga para Melides. No centro da aldeia, encontrará a indicação Grândola. Regresse à vila através de uma paisagem agradável, dominada sobretudo por enormes pinheiros mansos e sobreiros.

Saboreie o fim do dia numa das esplanadas junto ao Jardim Municipal, inalando a brisa fresca da noite.

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Alte

Para sair de Paderne em direcção a Lentiscais, com destino a Alte, continue na rua que passa em frente à igreja e, quando começar a descer, vá com atenção, porque vai ter de virar numa ruela à direita. A estrada encontra-se num estado razoável de conservação e segue através de uma paisagem rural agradável. Em Lentiscais, vire à direita, para Esteval dos Mouros, e, um pouco adiante, avistará Alte, incrustada no meio da serra. Repare na localização do cemitério, à esquerda da vila, que lhe será útil como referência para encontrar, mais tarde, a Queda-d’água do Vigário.

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Cromeleque dos Almendres

Regresse à estrada de alcatrão e, completando assim um desvio de cerca de 2 quilómetros, siga em direcção a Valverde, uma bonita vila de casas baixas tipicamente alentejana. Vá sempre pela rua principal até encontrar, aproximadamente a meio, à direita, o desvio para o Cromeleque dos Almendres. A estrada é boa, mas de terra batida, o que, com tempo seco, proporciona um generoso rasto de pó. Tenha consideração e abrande ao passar junto de eventuais ciclistas ou caminhantes.
O desvio desde Valverde até ao cromeleque totaliza, ida e volta, cerca de 13 quilómetros e pode constituir, juntamente com a Anta do Zambujeiro, um óptimo percurso para um passeio pedestre ou de bicicleta.

• Aproveite para ir observando os enormes sobreiros que se encontram perto da estrada, talhados à forma antiga, ou seja, de tronco principal curto e copa bem aberta. Actualmente, deixa-se crescer mais o tronco, para melhorar a rentabilidade da exploração da cortiça.

• Depois de atravessar a vila de Guadalupe, vire à esquerda. É preciso ir com atenção, porque a tabuleta que indica o cromeleque aparece de costas para nós! Chegado ao fim da estrada, deparará com um espectacular conjunto de menires, formando dois recintos megalíticos de forma vagamente elíptica. São 95 monólitos de diferentes formas e dimensões, desde pequenos blocos rudemente talhados a outros cilíndricos e fálicos ou de aspecto estelar. Embora permaneçam em aberto muitas questões sobre este tipo de monumentos, é possível que as teorias que os relacionam com o culto dos astros tenham algum fundamento. De acordo com os estudiosos, o Cromeleque dos Almendres terá sido uma construção de carácter plurifuncional, capaz de, durante cerca de dois milénios, organizar o espaço em termos físicos e psicológicos, hierarquizando e estruturando o território em seu redor.

• Se puder, visite este local “mágico” de manhã, bem cedo. Sente-se calmamente numa pedra, esperando o nascer do Sol, e aprecie, em silêncio, a beleza mística do local, inalando o ar fresco da manhã. Aproveite os primeiros raios solares para descobrir também, com a luz rasante, as inscrições talhadas pela mão dos homens pré-históricos na superfície de alguns dos monólitos.