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Pico do Arieiro

Saia do Funchal para norte e siga pela estrada (EN 103), sempre a subir, que o levará ao Pico do Arieiro. Passará por uma zona florestal densa, em que a copa das árvores se fecha em abóbada sobre a estrada. No Poiso, deverá voltar à esquerda, encetando a subida final até ao cume. A paisagem começa a modificar-se, dando lugar a uma vegetação típica da charneca, com erva rasteira e arbustos baixos de configuração arredondada.

• Tal como acontece em todos os pontos elevados da Madeira, poderá ser surpreendido, durante a subida, por um nevoeiro cerrado. Por vezes, o cume fica totalmente imerso nas nuvens e, nesse caso, não há nada a fazer: o melhor é esperar que passe ou voltar com melhores condições meteorológicas. Mas, em muitas ocasiões, os mais perseverantes são recompensados com a progressiva dissipação do nevoeiro, que dá lugar a uma paisagem magnífica, banhada por um sol intenso que se eleva acima de um mar de nuvens brancas.

• Pelo caminho, passará por vários locais onde poderá parar o carro e, se as condições atmosféricas o permitirem, apreciar a fantástica vista serrana. Existem diversos miradouros e retiros, apetrechados com mesas, bancos e pequenos locais para churrasco. A estrada está em bom estado, mas é estreita e sinuosa, pelo que deve ter o cuidado de estacionar apenas em locais seguros. Chegado ao cimo do pico, escolha a via da esquerda, que o levará ao parque de estacionamento de um restaurante.

• Tente ignorar a possível multidão de turistas e vendedores de barretes, camisolas e peúgas da Madeira e aproxime-se do corrimão, de onde poderá apreciar a magnífica paisagem agreste que se vislumbra do alto dos 1 810 metros do pico. Aproveite para reparar na estrutura dos varandins, construídos em troncos de urze da região. No entanto, apesar de muitos rijas, deve evitar apoiar-se nestas estruturas de madeira, pois não aguentam o peso de uma pessoa.

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