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Castelo Branco

Inicie agora o passeio de automóvel pela região a oeste da Horta, em direcção ao aeroporto. Para ter uma ideia da violência do último terramoto, ocorrido em finais dos anos 90, repare nas fachadas de algumas casas, em avançado estado de ruína ou ostentando profundas brechas. Pouco depois de passar pelo aeroporto, entrará em Castelo Branco, onde existe um império, com um portal de azulejos azulados.

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Figueira da Foz

Seguindo em direcção a Alfarelos e Granja, passará por Pereira, onde existe um bom local para pescar. Siga depois por Verride, Samuel, Alqueidão e, finalmente, Figueira da Foz. Atravessará uma paisagem graciosa, dominada sobretudo por arrozais, ou não estivesse em pleno Vale do Mondego. Repare na grande quantidade de aves de rapina que daqui se avistam a caçar. Pouco antes de chegar à Figueira da Foz, passará, entre Gala e Cabedelo, por uma excelente zona balnear.

Entre na cidade, depois de atravessar as pontes (uma antiga, muito bonita, outra recente) sobre o Rio Mondego. Sugerimos que comece por fazer uma visita ao Jardim Municipal, que fica mesmo em frente à Doca de Recreio, no Passeio Infante D. Henrique. É um jardim bem cuidado, com um arvoredo denso, um bom parque infantil, um lago com patos e peixes e um viveiro de aves. Seja como for, existe, um pouco acima, outro espaço verde, bastante amplo, o Parque das Abadias. Além de óptimas zonas de lazer, este parque também possui infra-estruturas de apoio à prática desportiva.

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Sesimbra

Saia do Portinho da Arrábida, regressando ao último cruzamento por onde tinha passado. Sobressaindo no meio do matagal, repare no Convento da Arrábida, na encosta à sua frente. Vire agora para a esquerda, na direcção de Sesimbra, e, depois, corte novamente à esquerda, quando chegar ao final do traço contínuo. Cruze a via com cuidado e entre numa estrada de terra batida que aí se encontra, atravessando uma mata muito agradável. Chegando ao fim do caminho, estacione, tendo o cuidado de não estorvar a entrada para a casa particular aí situada.

Anta de Pavia - Capela de São Dinis

Anta-Capela de São Dinis

O monumento mais interessante de Pavia é, sem dúvida, a Anta-Capela de São Dinis, uma curiosa, mas não única adaptação de uma construção megalítica ao culto cristão. O aspecto bruto da pedra foi mantido sem qualquer pintura, tendo apenas sido tapadas as brechas entre os monólitos e acrescentado o portal e a torre sineira. Além da curiosidade da adaptação do monumento, é de referir que se trata de uma das maiores antas do país. Entrar na capela é, decididamente, uma experiência quase mágica.

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Parque Natural do Alvão

Saia da cidade, tomando a direcção de Ferreiros, Lordelo e Borbela. Alguns quilómetros adiante, começarão a surgir indicações para Lamas de Olo e Parque Natural do Alvão. Passando Borbela, entrará numa magnífica paisagem, de serrania a perder de vista.

• À saída de Relva, passará por um pinhal denso, do lado direito da estrada. Repare na forma de aproveitamento da resina: antigamente, recolhia-se em potes de barro; hoje, utilizam-se sacos de plástico, devido à necessidade de reduzir custos.

• Durante a subida para a serra, não desdenhe a paisagem, que varia da ampla panorâmica serrana a um pequeno bosque sombrio ou a um retorcido regato. E, se viajar durante a Primavera, terá o privilégio de assistir ao inesquecível espectáculo dos campos revestidos de vários tons de verde, salpicados do amarelo da carqueja e da giesta-das-vassouras, do avermelhado das urzes e do branco das giestas-brancas.

• Ao fim de cerca de 12 quilómetros, passará pelo café-restaurante A Cabana, com o seu telhado de colmo. Ao lado encontra-se um bosque denso, onde sabe bem parar um pouco durante as horas mais quentes do dia; em volta, pastam vacas da raça barrosã, típica desta região. É a altura ideal para inspirar calmamente um pouco de ar campestre…

• Cerca de um quilómetro depois, surge, subitamente, uma barragem do lado esquerdo da estrada: trata-se da Barragem Cimeira. A paisagem que envolve este grande corpo de água situado em pleno planalto é extraordinária. No entanto, a lagoa está vedada em todo o perímetro e não é permitido tomar banho.

• Passadas algumas centenas de metros, verá outra barragem (a Barragem Fundeira), um pouco mais pequena, mas não menos bonita que a primeira. Nessa altura, estacione à beira da estrada ou, então, volte para a esquerda quando vir uma estradinha de terra batida, que vai até perto da água. Aqui já se pode tomar banho, enquanto se desfruta de um panorama igualmente extraordinário. Também poderá fazer um pequeno passeio, ao longo de todo o perímetro da barragem. E, se lhe agradar a ideia, não hesite em alargar a caminhada até à primeira barragem. Encontrará vários pequenos lagos e morros pedregosos que se escalam facilmente e lhe permitirão aceder a novos pontos de vista. O caminho é fácil, sempre plano, e tem uma extensão total de cerca de 3 quilómetros.

• Continue caminho pela mesma estrada. Quando vir, do lado direito, um painel do Parque Natural do Alvão, estacione e aproveite para ler as informações sobre esta zona protegida e respectiva sinalética. Uns 20 metros abaixo, uma tabuleta indica Panorama. Siga o trilho. Quando tiver andado cerca de 50 metros, encontrará um miradouro, de onde poderá observar a excelente paisagem circundante, e um novo painel interpretativo, onde figuram algumas das espécies de fauna e flora da região.