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Figueira da Foz

Seguindo em direcção a Alfarelos e Granja, passará por Pereira, onde existe um bom local para pescar. Siga depois por Verride, Samuel, Alqueidão e, finalmente, Figueira da Foz. Atravessará uma paisagem graciosa, dominada sobretudo por arrozais, ou não estivesse em pleno Vale do Mondego. Repare na grande quantidade de aves de rapina que daqui se avistam a caçar. Pouco antes de chegar à Figueira da Foz, passará, entre Gala e Cabedelo, por uma excelente zona balnear.

Entre na cidade, depois de atravessar as pontes (uma antiga, muito bonita, outra recente) sobre o Rio Mondego. Sugerimos que comece por fazer uma visita ao Jardim Municipal, que fica mesmo em frente à Doca de Recreio, no Passeio Infante D. Henrique. É um jardim bem cuidado, com um arvoredo denso, um bom parque infantil, um lago com patos e peixes e um viveiro de aves. Seja como for, existe, um pouco acima, outro espaço verde, bastante amplo, o Parque das Abadias. Além de óptimas zonas de lazer, este parque também possui infra-estruturas de apoio à prática desportiva.

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Parque Natural do Alvão

Saia da cidade, tomando a direcção de Ferreiros, Lordelo e Borbela. Alguns quilómetros adiante, começarão a surgir indicações para Lamas de Olo e Parque Natural do Alvão. Passando Borbela, entrará numa magnífica paisagem, de serrania a perder de vista.

• À saída de Relva, passará por um pinhal denso, do lado direito da estrada. Repare na forma de aproveitamento da resina: antigamente, recolhia-se em potes de barro; hoje, utilizam-se sacos de plástico, devido à necessidade de reduzir custos.

• Durante a subida para a serra, não desdenhe a paisagem, que varia da ampla panorâmica serrana a um pequeno bosque sombrio ou a um retorcido regato. E, se viajar durante a Primavera, terá o privilégio de assistir ao inesquecível espectáculo dos campos revestidos de vários tons de verde, salpicados do amarelo da carqueja e da giesta-das-vassouras, do avermelhado das urzes e do branco das giestas-brancas.

• Ao fim de cerca de 12 quilómetros, passará pelo café-restaurante A Cabana, com o seu telhado de colmo. Ao lado encontra-se um bosque denso, onde sabe bem parar um pouco durante as horas mais quentes do dia; em volta, pastam vacas da raça barrosã, típica desta região. É a altura ideal para inspirar calmamente um pouco de ar campestre…

• Cerca de um quilómetro depois, surge, subitamente, uma barragem do lado esquerdo da estrada: trata-se da Barragem Cimeira. A paisagem que envolve este grande corpo de água situado em pleno planalto é extraordinária. No entanto, a lagoa está vedada em todo o perímetro e não é permitido tomar banho.

• Passadas algumas centenas de metros, verá outra barragem (a Barragem Fundeira), um pouco mais pequena, mas não menos bonita que a primeira. Nessa altura, estacione à beira da estrada ou, então, volte para a esquerda quando vir uma estradinha de terra batida, que vai até perto da água. Aqui já se pode tomar banho, enquanto se desfruta de um panorama igualmente extraordinário. Também poderá fazer um pequeno passeio, ao longo de todo o perímetro da barragem. E, se lhe agradar a ideia, não hesite em alargar a caminhada até à primeira barragem. Encontrará vários pequenos lagos e morros pedregosos que se escalam facilmente e lhe permitirão aceder a novos pontos de vista. O caminho é fácil, sempre plano, e tem uma extensão total de cerca de 3 quilómetros.

• Continue caminho pela mesma estrada. Quando vir, do lado direito, um painel do Parque Natural do Alvão, estacione e aproveite para ler as informações sobre esta zona protegida e respectiva sinalética. Uns 20 metros abaixo, uma tabuleta indica Panorama. Siga o trilho. Quando tiver andado cerca de 50 metros, encontrará um miradouro, de onde poderá observar a excelente paisagem circundante, e um novo painel interpretativo, onde figuram algumas das espécies de fauna e flora da região.

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Reserva Natural do Paul de Arzila

Se estiver alguém na recepção, poderá obter alguma informação suplementar sobre a área protegida. Caso contrário, desça pela estrada empedrada que se encontra à esquerda, até perto de um largo, onde verá um parque de merendas e algumas noras. Atravessando a ponte, terá acesso ao paul, uma zona húmida com as margens recobertas de caniços (de coloração mais clara) e bunhos (mais escuros), ainda hoje utilizados no artesanato local para fazer esteiras.

Repare na enorme quantidade de lagostins-de-água-doce-americanos sobre o lodo. Estes pequenos crustáceos servem de alimento tanto às aves aquáticas como a algumas lontras que frequentam estas paragens. Contornando o paul, chegará a um abrigo onde, se tiver trazido binóculos, poderá observar calmamente algumas espécies de aves.

Local: Rua do Bairro, n.° 1 (Centro de Interpretação).
Contacto: 239 98 05 00.
Horário: a zona do paul está sempre acessível. Centro de Interpretação: segunda a sexta, das 09.00 h às 12.00 h e das 13.00 h às 17.00 h; ao fim-de-semana, das 09.00 às 13.00 h (no entanto, como de manhã só está presente um vigilante, é provável que este não se encontre no Centro) e das 14.00 h às 17.00 h.
Preço: gratuito.

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Barragem do Peneireiro

Regressando à vila, procure, no lado oposto ao morro do miradouro, as indicações Parque de Merendas e Barragem do Peneireiro.

• A albufeira do Peneireiro está inserida numa agradável paisagem florestal e pode ser contornada por uma estrada florestal em bom estado que passa não muito longe da água. No entanto, é proibido nadar, andar de barco e pescar neste local. Ali próximo existe uma mata cerrada, com um excelente parque de merendas, muito bem equipado. Para encanto dos visitantes, também foi aí instalado um cercado com gamos, que aparentam estar de óptima saúde, bem como algumas gaiolas com aves.

• Se gosta de fazer exercício físico ao ar livre, também dispõe de um bom circuito de manutenção, bem sinalizado. Por sua vez, a estrada à volta da barragem é óptima para fazer uma corrida ou para um longo passeio de bicicleta.

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Peniche

Regresse à EN 114 e siga em direcção a Peniche. Ao passar por Coimbrã, aproveite para dar uma vista de olhos ao bonito cruzeiro manuelino que ali existe. Já em Peniche, siga a indicação Porto. Passará por um agradável jardim, do lado esquerdo da rua, com parque infantil, bar com esplanada e boas sombras. Depois, estacione no parque junto ao cais de embarque e, se é um apreciador da Natureza ou se, simplesmente, gosta de andar de barco, faça uma visita à Ilha da Berlenga. Existem várias empresas que vendem bilhetes para esta viagem, mas os preços rondam, de uma maneira geral, cerca de 15 euros por adulto e 10 euros por criança. Os horários variam muito, mas durante a época estival são relativamente regulares: – ida: de 15 de Maio a 30 de Junho e de 1 a 15 de Setembro, às 10.00 h. De 1 de Julho a 31 de Agosto, às 09.30 e às 11.30 h; – volta: de 15 de Maio a 30 de Junho e de 1 a 15 de Setembro, às 16.30 h. De 1 de Julho a 31 de Agosto, às 16.30 h e às 18.30 h.