Museu Municipal Dr. Santos Rocha

Este museu fica perto do Parque das Abadias e tem múltiplas áreas de exposição, pelo que não será difícil encontrar algo que suscite o seu interesse. Na secção de arte indo-portuguesa, estão expostas algumas peças de mobiliário e outros objectos de inspiração oriental e ocidental. Na colecção africana, dedicada essencialmente a Angola e Moçambique, descobrirá objectos de caça, guerra e decoração e instrumentos musicais e rituais, entre outros. Além destes núcleos, mais invulgares, existem ainda secções de arqueologia, com artefactos encontrados na Figueira da Foz e noutras zonas do país, e de arte sacra – dois temas mais comuns, é verdade, mas não menos interessante.

Local: Rua Calouste Gulbenkian.
Contacto: 233 40 28 40.
Horário: das 09.30 h às 17.15 h. Durante o Inverno, apenas está aberto, ao fim-de-semana, das 14.15 h às 17.15 h. Encerra à segunda e dias 1 de Janeiro, 1 de Maio, 24 de Junho e 25 de Dezembro.

Paço dos Duques de Bragança

A seguir, desça um pouco mais, até ao largo onde se situa a entrada do Paço dos Duques de Bragança. Trata-se de uma lindíssima casa senhorial, de influência normanda, mandada construir no século XV por D. Afonso, filho bastardo de D. João I, sobre os alicerces do palácio do conde D. Henrique. Foi deixada ao abandono a partir do século XVI, mas restaurada no século passado, na década de 30. Actualmente, é residência oficial do Presidente da República no Norte e inclui um museu, distribuído por várias salas decoradas com mobiliário do século XVII e diversas tapeçarias, além de outras curiosidades.

Contacto: 253 41 22 73.
Horário: veja o horário do castelo.

Lisboa

Continuando pela mesma estrada, chegará, pouco depois, à famosa Praça do Império, onde se encontram vários museus e monumentos interessantes: o Centro Cultural de Belém, o Museu da Marinha, o Planetário, o Museu Nacional de Arqueologia e o Mosteiro dos Jerónimos, bem como, não muito longe, a Torre de Belém e o Padrão dos Descobrimentos. Dada a necessidade de optar, sugerimos aqui a visita ao Museu da Marinha, que possui uma excelente colecção de miniaturas navais de todas as épocas. Aí encontrará também o hidroavião Santa Cruz, utilizado por Sacadura Cabral e Gago Coutinho na primeira travessia aérea do Atlântico Sul.

Local: Praça do Império.
Contacto: 213 62 00 19.
Horário: de 1 de Outubro a 31 de Maio, das 10.00 h às 17.00 h; de 1 de Junho a 30 de Setembro, das 10.00 h às 18.00 h. Encerra à segunda e feriados.

• Depois, seguindo sempre para leste, no passeio fronteiro aos Jerónimos, atravesse o largo e, já na Rua de Belém, não deixe de provar os deliciosos Pastéis de Belém na pastelaria com o mesmo nome. Trata-se de uma receita conventual, secreta, que torna estes pastéis de nata únicos no mundo. Enquanto saboreia os pastéis, polvilhados de açúcar e canela, aproveite para reparar no mobiliário antigo da pastelaria, que foi mantido pelos proprietários.

• A seguir, continuando na Avenida da índia em direcção ao centro de Lisboa, vire à direita em Alcântara, passando por cima do viaduto, e acabe a noite à beira-rio, nas Docas. Aqui, antigos edifícios que funcionavam como armazéns de apoio às docas foram recuperados e transformados em restaurantes, bares e discotecas. Boas esplanadas viradas para o Tejo transformam o local num agradável ponto de lazer da capital, sobretudo nas noites quentes de Verão.

Moncarapacho

Saia de Estói em direcção a Olhão, virando em seguida à esquerda, para Moncarapacho. A estrada está em bom estado, embora a paisagem, de matagal baixo, seja um pouco monótona. Chegado ao cruzamento à entrada de Moncarapacho, verá, à sua esquerda, uma grande olaria, onde poderá adquirir, se o desejar, diversos artefactos de barro típicos da região.

• Depois, dirija-se para o centro da povoação e visite o Museu Paroquial, que está indicado à esquerda. Neste museu estão expostos alguns artefactos arqueológicos, uma grande variedade de antigos utensílios agrícolas e inúmeras obras de arte e antiguidades diversas. Também estão presentes algumas curiosidades, como, por exemplo, um relógio antigo de caixa alta, da autoria de John Harrison, que é um dos quatro que existem em todo o mundo.

Nota: os visitantes são guiados por uma senhora que fecha a porta sempre que começa uma nova visita – por isso, não se admire se encontrar a porta fechada no horário normal de abertura. Em princípio, bastará ter um pouco de paciência e aguardar que a visita termine.

• Além do museu, também poderá visitar a pequena capela contígua, ricamente decorada com talha dourada e azulejaria tradicional. Encontram-se expostos vários objectos de arte sacra.

Local: Rua de Santo Cristo,
Moncarapacho.
Contacto: 289 79 21 91.
Horário: segundas, quartas e sextas, das11.00 h às 15.00 h.

• Também pode valer a pena, se a temática o interessar, dar uma vista de olhos na Igreja de Nossa Senhora da Graça. Depois de apreciar o portal, ornamentado por figuras finamente trabalhadas na pedra clara, entre e repare nas pinturas sobre pedra que decoram as colunas e abóbadas da igreja.

Marrazes

Saia da cidade em direcção à Figueira da Foz e volte à direita, pouco depois, quando vir indicado Marrazes. Chegado a esta vila, faça uma visita ao Museu Escolar. Este singular museu teve origem num projecto pedagógico elaborado por professores do Ensino Básico. A mostra principal está dividida por oito salas, dedicadas a outros tantos temas, e há um espaço dedicado a exposições temporárias. Trata-se de uma visita extremamente educativa para as crianças e que trará, inevitavelmente, boas recordações aos pais.

Local: Largo da Feira, 18.
Contacto: 244 81 27 01.
Horário: sexta, sábado e domingo, das 14.00 h às 18.00 h; terça e quinta, só com marcação prévia. Encerra à segunda e quarta.
Preço: gratuito.