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Torre das Cabaças

Também chamada Torre do Relógio, foi construída no século XIV e esteve, até há bem pouco tempo, num estado de ruína considerável, tendo sido colocada a hipótese da sua demolição devido ao risco que constituía para os transeuntes. Felizmente, acabou por ser recuperada, funcionando, actualmente, como Museu do Tempo. Como o nome indica, aqui poderá apreciar uma curiosa exposição ligada às várias vertentes do tempo, desde os aspectos mais filosóficos até aos da sua medição. No entanto, para visitar este espaço, terá de se dirigir primeiro ao museu de arqueologia.

Local: Largo Zeferino Sarmento.
Contacto: 243 30 44 00.
Horário: terça, quarta, sábado e domingo, das 09.30 h às 12.30 h e das 14.00 h às 17.30 h; quinta e sexta, das 10.00 h às 12.30 h e das 14.00 h às 17.30 h. Encerra à segunda.

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Museu Municipal Carlos Reis

Perto do castelo, na Rua do Salvador, poderá fazer uma visita ao Museu Municipal Carlos Reis. Este espaço museológico está dividido em várias secções. No núcleo de pintura de Carlos Reis, estão expostas cerca de vinte obras deste pintor naturalista torrejano, que se destacou quer como retratista, quer como pintor de paisagens e de cenas da vida quotidiana campestre. No núcleo de arte sacra, encontram-se algumas obras de fotografia, pintura e escultura provenientes de casas e templos da região de Torres Novas, das quais se destacam as várias tábuas quinhentistas, retiradas da Ermida de Nossa Senhora do Vale. Existe ainda um núcleo arqueológico, que cobre um período que vai do Paleolítico à época da ocupação romana, com especial relevo para os achados provenientes da Villa Cardilium, uma habitação romana situada nas imediações da cidade.

Local: Rua do Salvador, n.° 10.
Contacto: 249 81 25 35.
Horário: de terça a sexta, das 09.00 h às 12.30 h e das 14.00 h às 17.30 h. Sábado e domingo, das 10.00 h às 12.30 h e das 14.00 h às 17.30 h. Encerra à segunda.
Preço: gratuito.

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Museu de Vila Real

Neste museu encontrará algumas peças arqueológicas e uma fabulosa exposição de numismática, muito bem apresentada. Possui uma colecção bastante extensa de moedas romanas, gregas, cartaginesas, entre outras, desde o ano 450 a.C. até aos princípios do séc VIII. Diversos painéis fornecem informações sobre as principais rotas comerciais daqueles tempos e sobre os locais onde as moedas terão sido cunhadas. Uma interessantíssima viagem no tempo!

Local: Rua do Rossio.
Contacto: 259 32 57 30.
Horário: de terça a sexta, das 10.00 h às 12.30 h e das 14.30 h às 18.30 h. Sábados e domingos, das 14.30 h às 18.30 h.
Preço: gratuito.

• Finalmente, quem chega pelo IP4, vindo do Porto, encontra, à entrada do centro urbano, algumas lojas de artesanato e uma oficina de olaria, onde são modeladas diversas peças de barro, cuja tradição vem de Bisalhães, uma povoação que fica perto de Vila Real. A pedra de barro é triturada e cuidadosamente peneirada, de modo a aproveitar-se apenas um pó fino que, depois de humedecido, pode ser moldado da forma convencional. Mas o segredo da coloração negra da olaria de Bisalhães está no forno e nos métodos de cozedura utilizados. O forno é constituído por um buraco na terra, onde as peças são colocadas sobre o fogo, em cima de uma grelha metálica. Todo o forno é “abafado” com um pouco de caruma e terra, facto a que se atribui a coloração negra (e não vermelha) que as peças adquirem. A cozedura dura cerca de 24 horas.

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Arrifana

Continue caminho e, já bem perto da Guarda, detenha-se na Arrifana. Se lhe apetecer visitar a Casa-Museu José Antunes Pissarra, contacte o Sr. António Oliveira (veja o número de telefone, em baixo) – é ele que vem abrir a porta do museu e servir de cicerone, todos os dias. Trata-se de um museu etnográfico, instalado numa casa tradicional da região. A casa pertencia a um habitante da Arrifana, já falecido, mas foi doada pelos herdeiros à Junta de Freguesia. Neste espaço museológico, encontram-se diversos objectos que, durante muitos anos, fizeram parte do quotidiano das gentes da região, desde o tear às alfaias agrícolas. O primeiro andar reproduz uma casa tradicional beirã, guarnecida com os utensílios domésticos mais comuns.

Local: Arrifana.
Contacto: 271 96 31 88 (Sr. António Oliveira).
Horário: sábados e domingos, das 14.00 h às 18.00 h. Durante a semana, é necessário contactar previamente o Sr. Oliveira, para marcar a hora da visita.

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Loulé

Depois, continue em direcção a Loulé, passando por uma ponte mandada construir pelo rei D. Sebastião.

• Vale a pena dar uma vista de olhos ao Museu Municipal de Arqueologia, apesar da dificuldade em estacionar nas proximidades. Apesar de pequeno, está muito bem apresentado, e aí se encontram expostas algumas pedras tumulares e muitas peças pré-históricas recolhidas nas redondezas.

• Em Loulé, existem inúmeras casas de fabrico e venda de artesanato – cobre, olaria, cestaria, etc. Recomendamos aos apreciadores que visitem a olaria da Calçada dos Sapateiros, n.° 43, onde poderão assistir ao trabalho dos oleiros e comprar diversas peças (contacto: Sr. Xavier, tel. 96 542 48 51). Repare também no belo edifício do mercado municipal, de estilo árabe.