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Lamas de Olo

A próxima paragem será em Lamas de Olo, uma bonita aldeia que se vislumbra do referido miradouro.

• Comece por prestar atenção à forma de construção, muito característica, dos muros de pedra que delimitam as propriedades desta região. Depois, logo à entrada da aldeia, repare no abrigo de pedra que protege as caixas de correio. Um pouco adiante, do lado oposto, observe o lavadouro público, onde as mulheres lavam a roupa na água gélida e cristalina. Aproveite para parar o carro nessa zona e inicie uma visita mais demorada à aldeia, apreciando a rusticidade das ruelas estreitas e das casas com telhados de colmo ou de grandes placas de xisto.

• Na altura do cultivo, as calçadas ficam, por vezes, repletas de esterco. É que, aqui, ainda se utiliza como principal adubo o estrume, constituído pelos excrementos do gado misturados com o mato utilizado para lhes fazer a cama. O estrume é transportado nas pequenas, mas elegantes, carroças, quase sempre puxadas por uma parelha de vacas.

• Experimente deixar a habitual intranquilidade urbana no automóvel e saborear um pouco do sossego local, aproveitando, eventualmente, para conversar um pouco com os aldeãos, que teimam em viver desta forma pacata e rude. Contrariamente ao que acontece nas grandes cidades, aqui o acto de cumprimentar calorosamente um desconhecido na rua é quase sempre o ponto de partida para alguns minutos de agradável conversa.

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