Gruta rupestre da Solhapa

Siga em frente até o caminho começar a descer. Passará por três currais de pedra sobreposta, que ficam à sua esquerda. A seguir ao último, que é mais pequeno (nota: se chegar a uma ribeira é porque já passou o local e terá de voltar para trás), vire à esquerda, passando abaixo de uma ligeira elevação rochosa. Olhando para cima, verá uma fenda oblíqua, baixa, por onde, de longe, parece impossível uma pessoa entrar. Chegado mais perto, verá que a gruta é mais ampla do que parecia, apesar de continuar a ser muito baixa.

Logo à entrada, encontrará zonas no chão com gravações efectuadas pela mão dos nossos antepassados pré-históricos. Mas as zonas mais recônditas da cavidade têm de ser exploradas “de gatas”, com uma pequena lanterna de mão. Apesar do desconforto de ter de andar sempre curvado, a visita a esta “casa ancestral” vale a pena. O caminho é quase todo a direito e o percurso, a partir do santuário, tem uma extensão de cerca de 2 quilómetros.

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