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Fornos de Algodres

Um pouco antes de entrar na vila, encontrará a indicação Mata Municipal. Esta fica numa zona elevada e tem vista para o vale. Árvores não faltam e as várias mesas e bancos convidam a fazer uma pequena pausa, na qual poderá aproveitar para tomar uma refeição ligeira. No mesmo espaço, encontrará um grelhador comunitário, água corrente e instalações sanitárias, bem como um circuito de manutenção, com boa sinalização indicadora do percurso, do grau de dificuldade de cada fase e dos exercícios aconselhados.

• Fornos de Algodres deve o seu curioso nome aos inúmeros fornos de cerâmica que outrora aqui existiam. Perto do Largo do Cruzeiro, onde se vêem enormes amoreiras, há dois artífices da terra, cujos estabelecimentos ficam quase em frente um do outro, na Rua António Pedroso.

• Como poderá observar, o latoeiro, à custa de calandras, soldadura a estanho e hábeis marteladas, rapidamente transforma uma chapa lisa num objecto útil, como, por exemplo, um bonito regador. Se é um apreciador deste género de trabalhos, não perca a oportunidade de ver o artífice em acção. Considere também a possibilidade de adquirir um ou mais exemplares deste artesanato em vias de extinção.

• Por sua vez, o tamanqueiro transforma blocos de madeira informe em elegantes tamancos. Neste estabelecimento, poderá ver as várias fases do fabrico deste calçado regional, com recurso exclusivo a ferramentas artesanais. Um par de tamancos pode custar desde cerca de 5 euros (modelos para senhora) até cerca de 17,5 euros (modelos para homem).

• À saída da vila, na direcção sul, encontrará a indicação Caminho Romano. Se resolver seguir por aí, chegará, cerca de 100 ou 200 metros depois, a uma calçada romana, que o levará novamente ao centro da vila, junto à Capela de Nossa Senhora da Graça. Este caminho fazia parte da antiga rede viária que ligava Merida a Viseu, passando por Idanha-a-Velha e Guarda.

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