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Fonte de Paderne

Seguindo essa estrada, e tomando a via da direita ao chegar a uma bifurcação (a da esquerda leva ao castelo), chegará perto de um pequeno açude no rio, com umas casas baixas na outra margem. Normalmente, o rio (a Ribeira de Quarteira) pode ser atravessado facilmente por cima do açude, com água pelos tornozelos. A estrada acaba num largo à beira-rio, onde poderá estacionar o carro e, se assim o desejar, dar um bom mergulho ou fazer um pequeno piquenique à sombra do arvoredo. Daí também é possível dar início a dois percursos a pé, ambos muito agradáveis e acessíveis.

• A partir do largo onde parou o carro, existe um trilho, sinuoso e íngreme, que o levará ao castelo, situado no cimo do cerro. A meio da subida, sobretudo se a sua forma física não for das melhores, descanse um pouco numa cavidade rochosa que aí se encontra e de onde poderá contemplar, à sombra, a zona circundante. Depois, continue em direcção ao cume sempre pelo trilho pisoteado. A seguir, poderá descer pela estrada, virando à direita na bifurcação, acabando por voltar ao carro após um percurso de cerca de quilómetro e meio.

• O outro percurso, com cerca de 2,5 quilómetros, exige que se atravesse o rio no açude. Ao fazê-lo, convém que se descalce e caminhe devagar, tendo cuidado para não pisar pedras cobertas de algas muito escorregadias. Depois, siga o rio pelo vale que contorna o cerro do castelo, até chegar a uma pequena ponte romana. Atravesse a ponte e aproveite para explorar uma antiga azenha em ruínas. Repare no forno ainda quase intacto à beira da estrada. Depois, faça o percurso inverso, agora do outro lado do rio, e não se esqueça de colher uns pezinhos de alecrim à beira do trilho, para usar em eventuais temperos…

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