Fisgas de Ermelo

Chegando a Anta, vale a pena fazer um desvio de cerca de uma dezena de quilómetros para ver as Fisgas de Ermelo. Siga por Pioledo, sem deixar de prestar atenção à traça das casas e a um espigueiro com telhados de xisto que aí se encontra. Depois, vire à esquerda, na direcção de Ermelo e Fisgas.

• A estrada insere-se numa belíssima paisagem de montanha, com vales recortados por extensas “escadarias” de lameiros (prados húmidos) quase simétricos. Ao longe, repare num templo sobre uma montanha – o Monte da Senhora da Graça – por onde passará mais tarde, ainda neste percurso. Depois de uma antiga Casa da Guarda, encontrará, à esquerda, uma seta de pedra maciça que indica Fisgas. No final, chegará a um logradouro onde poderá estacionar o carro, junto de um painel interpretativo com indicações sobre o panorama que terá oportunidade de observar.

• A algumas dezenas de metros, o Rio Olo precipita-se por uma escarpa altíssima, formando uma queda d’água de volume considerável que depois se estreita numa garganta que vai ziguezagueando pelo vale.

• Poderá desfrutar de um panorama ainda mais favorável se for até à borda da falésia que se encontra em frente ao painel interpretativo. No entanto, tenha muito cuidado se estiver acompanhado de crianças! Qualquer acidente pode ser fatal… Do mesmo modo, quando se está de frente para o referido painel, à esquerda fica um caminho de cabras que dá acesso a outra perspectiva bastante interessante da queda d’água. O trajecto de ida e volta faz-se em cerca de 10 minutos, mas a sua dificuldade também o torna desaconselhável para crianças.

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