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Adega Cooperativa da Covilhã

Saindo do museu, siga as placas que indicam a localização do posto da GNR e, um pouco adiante, encontrará a Adega Cooperativa da Covilhã. No entanto, só são aceites visitas que sejam marcadas com antecedência (veja o Contacto).

• A produção de vinho nesta região data de tempos imemoriais. Já num foral de D. Sancho I, de 1224, se encontra referência à actividade, regulando o valor da portagem de cada carga de vinho trazida para o mercado. Esta adega foi fundada em 1954 e, desde então, os seus vinhos têm sido frequentemente premiados, tanto em Portugal como no estrangeiro. Poderá visitar as instalações da fábrica e a sala-museu, onde se encontram expostos alguns aparelhos outrora utilzados na produção do vinho. E, se quiser adquirir conhecimentos mais profundos sobre os néctares desta região serrana, poderá fazer uma prova, acompanhada de queijo e presunto.

• Na loja, poderá comprar garrafas das diversas marcas de vinho aqui produzidas, a preços que vão de cerca de 1 euro, para um Pedra do Urso, a quase 13 euros, para um Colheita do Sócio Magnum. Também poderá optar por um Terras de Cabral, uma das últimas marcas lançadas por esta adega, em comemoração da descoberta do Brasil.

Local: Quinta das Poldras.
Contacto: 275 33 07 50 (contactar Artur M. Cabrito Diogo, para marcar a visita com alguma antecedência. Em princípio, a visita só será efectuada se houver um mínimo de 6 pessoas interessadas).
Horário: de segunda a sexta, das 09.00 h às 12.30 h e das 14.00 h às 18.00 h. Domingos e feriados, das 10.00 h às 13.00 h e das 15.00 h às 17.00 h.

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Covilhã

Comece o dia com um revigorante passeio matinal pelo Jardim Público, um espaço agradável que dispõe de um pequeno parque infantil vedado, com todo o equipamento habitual neste género de recintos. Aí perto, aprecie o sólido edifício, em granito trabalhado, da Igreja de São Francisco. No interior, poderá ver os túmulos de D. Joana de Castro e do seu marido, João Fernandes Cabral, alcaide-mor de Belmonte e irmão de Pedro Álvares Cabral. Depois, ainda na área em redor do jardim, do lado oposto à igreja, repare num lindíssimo palacete (o Palacete Jardim). Este edifício é considerado um exemplo clássico do estilo Arte Nova em Portugal, o que está bem patente na azulejaria e nos motivos das sacadas, em ferro forjado. Infelizmente, está um pouco degradado. Em frente, do outro lado da rua, encontra-se um bonito fontanário, talhado em pedra branca (fins do séc. XIX).

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Sabugueiro

Já muito perto do Sabugueiro, que é a aldeia mais alta de Portugal, repare no rio, que aí serpenteia entre enormes pedras graníticas arredondadas pelas fortes torrentes do degelo, e num lago de água cristalina que se assemelha a uma pequena piscina. Se desejar ver mais de perto esta “piscina natural”, passe pelo primeiro grupo de casas, estacione e continue a pé, sempre pela direita. Adiante, tome a vereda que também se encontra à direita – esta levá-lo-á por um trilho sinuoso, até ao rio. Por vezes, o local é frequentado por mulheres da aldeia, que aí vão lavar a roupa – mas a corrente da água é suficiente para manter o local limpo, para benefício de todos.

Depois, mais ou menos a meio da aldeia, vire à direita, na direcção de Penhas Douradas e Manteigas. Vá com atenção, porque as placas estão viradas no sentido oposto e muito deterioradas. Aproveite para prestar atenção à parte velha da aldeia, que não tem nada a ver com o aspecto algo kitsch das lojas que ficam na rua principal. Repare na Igreja Matriz, construída com enormes blocos de granito, e no pelourinho. Como é evidente, se quiser comprar artesanato, queijos e enchidos da região, o Sabugueiro é também um bom local para esse efeito.

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Piscina fluvial

Volte à esquerda quando vir a indicação Piscina e estacione um pouco adiante, a seguir a uma pequena ponte. Siga a pé, pela estrada de terra que fica à direita, depois da referida ponte, e encontrará a piscina (veja o Horário) cerca de 200 metros depois. A piscina aproveita as águas do ribeiro que aí corre. Por isso, não se preocupe se não vir a limpidez cristalina das piscinas artificiais. Aí perto, deparará com um pequeno café e uma agradável esplanada.

Horário: a piscina só funciona durante os meses de Julho, Agosto e Setembro (até dia 15).

Serra-da-Estrela

Torre

Um pouco acima, vire à esquerda, na direcção do lugar da Torre, uma rotunda onde se encontra um torreão com 7 metros de altura que deu o nome ao local. O referido torreão foi mandado construir, em 1802, pelo príncipe D. João VI, com o objectivo de fazer com que a Serra da Estrela alcançasse os 2 000 metros de altitude. Mas, mesmo sem subir à torre, a paisagem que se obtém deste local, que é o mais alto de Portugal continental, é memorável. Saia do carro e dê um bom passeio pelos arredores, procurando explorar o horizonte de todos os pontos de observação possíveis. O impacto aumentará bastante, como é evidente, se puder estar no local ao nascer ou ao pôr do Sol.