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Lagoa

Retome a direcção da Lagoa pela EN 125. Como facilmente poderá constatar, este trecho da estrada está repleto de lojas de artesanato diverso, que se sucedem de forma constante.

• A região da Lagoa é especialmente conhecida graças aos seus vinhos. Por isso, sugerimos que comprove pessoalmente a sua qualidade, provando uma selecção representativa dos melhores vinhos locais. (Mas, atenção: quase todos os vinhos da Lagoa têm um elevado teor alcoólico, que anda pelos 13 a 13,5%!).

• Para quem vem de Portimão, a Adega Cooperativa da Lagoa fica do lado direito, junto a um cruzamento com semáforos. Passando o portão, o posto de venda e de provas fica ao fundo, do lado direito.

• É possível fazer uma visita guiada às adegas, durante a qual se fica a saber quase tudo sobre a produção e o engarrafamento dos cinco tipos de vinhos da região, em que predominam os tintos. Segue-se a prova, que decorre junto ao posto de venda. Se o desejar, também pode adquirir os que forem mais do seu agrado. Os preços vão de cerca de 1,5 Euros, para uma garrafa de vinho de mesa comum, até cerca de 6,25 Euros, para um Porches tinto de 1998.

• A visita com prova simples é gratuita, mas se desejar um acompanhamento de pão e chouriço, já lhe custará cerca de 3 Euros (por pessoa), além de que essa modalidade está sujeita a marcação prévia (contacto: 282 34 21 81).

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Parque Municipal do Sítio das Fontes

Para iniciar a descoberta da região, saia de Portimão em direcção a Lagoa e, ao fim de poucos quilómetros, vire à direita para Estômbar. Ali, siga a indicação Fontes, no caminho para Silves, e vá com atenção para não passar o cruzamento de uma estrada de terra, à esquerda, com uma tabuleta indicando o Sítio das Fontes.

• Estacione o carro no local adequado e siga depois o trilho, que o leva até um troço da ribeira com as margens consolidadas por muros de pedra sobreposta. No final, um açude com uma comporta, junto a uma nora, mantém o nível da água constante. Mais ou menos a meio existe uma ponte que permite não só ter acesso à outra margem, como também dividir a parte menos funda (para as crianças) da zona mais profunda, mediante uma comporta de madeira. Escadas também de madeira permitem entrar e sair da água com facilidade.

• A água cristalina deixa ver o fundo, coberto de seixos rolados. Se tiver curiosidade de ver de onde vem toda esta água, suba o ribeiro uma ou duas dezenas de metros e encontrará uma cavidade, de onde brota um jorro de água suficientemente abundante para alimentar esta piscina natural.

• À volta do ribeiro encontra-se um parque muito agradável, com mesas, bancos, caixotes do lixo, assador, lavabos… enfim, uma série de equipamento que lhe permitirá desfrutar plenamente deste espaço de lazer. Também existe um anfiteatro ao ar livre, onde, durante o Verão, acontecem espectáculos diversos. Por sua vez, um percurso de manutenção, bem assinalado, pode constituir um complemento bastante saudável para uma manhã bem passada. No cais, junto à nora, atracam ocasionalmente, durante a maré cheia, barcos com turistas que viajam de Silves até Portimão, explorando todos os recantos do rio Arade.

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Museu Municipal de Arqueologia

Sugerimos que não deixe de visitar este excelente museu, onde se encontram, impecavelmente expostos, os principais espólios arqueológicos deste concelho. É nele que está, por exemplo, toda a vasta colecção de cerâmica muçulmana recolhida nas escavações efectuadas no castelo.

• Um dos pontos de maior interesse do museu reside num poço mouro do século XII, que foi descoberto durante escavações realizadas em 1979, que nada tinham a ver com a construção do museu. De facto, foi a própria descoberta do poço que despoletou a ideia de desenvolver este núcleo museológico. O poço, em óptimo estado de conservação, tem um diâmetro de 2,5 metros e 18 metros de profundidade. Existe uma escadaria em caracol que dá acesso ao fundo. Julga-se que este poço seja um exemplar único no mundo.

• Durante as escavações do poço, foram encontrados diversos artefactos de grande interesse arqueológico, como peças de cerâmica, moedas quadrangulares mouras e várias jóias. A exposição vai da pré-história ao século XVII.

Local: Rua Portas de Loulé, n.° 14, centro histórico de Silves.
Contacto: 282 44 48 32.
Horário: das 10.00 h às 12.30 h e das 14.30 h às 18.00 h (excepto aos feriados). Encerra à segunda.

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A Rocha

Passe a Mexilhoeira Grande, visitando, eventualmente a Igreja Matriz, do século XVI e de estilo Renascença, mas com duas portas laterais manuelinas. Depois, continuando para sul, na direcção de Alvor, irá desembocar na EN 125. Atravesse com cuidado esta via e siga por uma estradinha que continua a via por onde veio, do outro lado da Escada Nacional. Ao fim de um quilómetro e trezentos metros, vire à direita e irá encontrar A Rocha, um observatório de aves do barlavento algarvio. Estão abertos ao público às um telefonema antes de aparecer.

• A Rocha é uma associação cristã internacional sem fins lucrativos, fundada por ingleses em 1986, que tem como principais objectivos promover o interesse activo pela conservação da natureza, proporcionando instalações para os visitantes interessados em estudar os ecossistemas do barlavento algarvio, sobretudo no que concerne à avifauna.

• A sede da associação está inserida num terreno com uma área de um hectare, onde existem pequenas lagoas e vegetação típica da região. Possui óptimas áreas para a observação de aves nas imediações e existem vários percursos pedestres já definidos para o efeito. Podem hospedar até 12 pessoas, mediante marcação prévia.

Local: Mexilhoeira Grande, Cruzinha.
Contacto: 282 96 83 80.
Preço: gratuito.

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Centro Cinegético da Serra de Silves

Depois de passar o cruzeiro, vire à direita e, se estiver interessado em visitar o Centro Cinegético da Serra de Silves, faça um pequeno desvio de cerca de 8 quilómetros. Trata-se de um pequeno jardim zoológico, onde se podem observar várias espécies da fauna da região, como o javali, o veado, a raposa, a gineta, a perdiz, etc. Também estão expostas algumas espécies exóticas, como o macaco-verde, os pavões, as galinhas-do-mato ou os babuínos. Trata-se de um espaço agradável, onde sabe bem passear um pouco ou descansar à sombra do arvoredo durante as horas de maior calor.

Local: Falacho de Cima, Silves
Horário: das 10.00 h às 17.00 h.
Preço: gratuito.