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Praia Norte

Saia da cidade, tomando mais uma vez a direcção de Valença e vire à esquerda quando vir indicado Praia Norte. Depois de atravessar uma planície de terrenos de cultura, encontrará uma praia ampla, com um vasto areal e algumas zonas de banhos bem defendidas do mar por meio de paredões naturais delimitados pelas rochas. Essas zonas são óptimas para as crianças, pois aí as águas são tranquilas e pouco profundas. Alguns passadiços em cimento permitem aceder, com comodidade, aos melhores locais.

• Um dos melhores locais para deixar as crianças brincarem à vontade encontra-se na pequena baía, junto ao “castelo velho”, no extremo norte da praia. Apesar de, nessa zona, a areia ser um pouco mais grossa, há diversas poças pouco profundas onde a água, aquecida pelo Sol, fica tépida e agradável até para os miúdos mais friorentos. Algumas albergam pequenos animais de espécies diversas, que também constituem um bom entretenimento.

• A praia dispõe ainda de um bom parque de estacionamento e de diversos bares e restaurantes. Quem não gostar muito de praia pode aproveitar para dar um agradável passeio na zona marginal, que se encontra bem arranjada e está equipada com diversos bancos, de onde se pode apreciar confortavelmente o mar. Por sua vez, os que dispõem de bicicleta encontrarão diversos trilhos convidativos, quase todos sem a mínima inclinação.

• Depois, continue pela estrada de terra batida que acompanha a orla marítima. O piso é irregular, mas pode ser utilizado por qualquer automóvel, desde que se vá devagar. A estrada passa por diversas praias pequenas, umas de areia, outras de calhaus rolados, com recantos muito agradáveis que podem ser uma boa opção para quem goste de um pouco mais de privacidade. Este percurso costeiro também lhe permitirá apreciar alguns moinhos típicos da região.

• Após contornar pela direita um campo de futebol, atravesse uma ponte que passa por um ribeiro e estacione. Aproveite para reparar na enorme quantidade de aves marinhas que costumam vir aqui matar a sede e tomar um banho de água doce, para se libertarem do salitre que se acumula sobre as penas.

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Moncarapacho

Saia de Estói em direcção a Olhão, virando em seguida à esquerda, para Moncarapacho. A estrada está em bom estado, embora a paisagem, de matagal baixo, seja um pouco monótona. Chegado ao cruzamento à entrada de Moncarapacho, verá, à sua esquerda, uma grande olaria, onde poderá adquirir, se o desejar, diversos artefactos de barro típicos da região.

• Depois, dirija-se para o centro da povoação e visite o Museu Paroquial, que está indicado à esquerda. Neste museu estão expostos alguns artefactos arqueológicos, uma grande variedade de antigos utensílios agrícolas e inúmeras obras de arte e antiguidades diversas. Também estão presentes algumas curiosidades, como, por exemplo, um relógio antigo de caixa alta, da autoria de John Harrison, que é um dos quatro que existem em todo o mundo.

Nota: os visitantes são guiados por uma senhora que fecha a porta sempre que começa uma nova visita – por isso, não se admire se encontrar a porta fechada no horário normal de abertura. Em princípio, bastará ter um pouco de paciência e aguardar que a visita termine.

• Além do museu, também poderá visitar a pequena capela contígua, ricamente decorada com talha dourada e azulejaria tradicional. Encontram-se expostos vários objectos de arte sacra.

Local: Rua de Santo Cristo,
Moncarapacho.
Contacto: 289 79 21 91.
Horário: segundas, quartas e sextas, das11.00 h às 15.00 h.

• Também pode valer a pena, se a temática o interessar, dar uma vista de olhos na Igreja de Nossa Senhora da Graça. Depois de apreciar o portal, ornamentado por figuras finamente trabalhadas na pedra clara, entre e repare nas pinturas sobre pedra que decoram as colunas e abóbadas da igreja.

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Safari fotográfico em Vale Feitoso

A partir das Termas de Monfortinho, existe a possibilidade de fazer um “safari fotográfico” em duas enormes herdades da região, com um total de cerca de 8 000 hectares. A Monfortur, uma empresa turística, conseguiu criar, nas herdades de Vale Feitoso e Popa (esta última situada em pleno Tejo Internacional), um local simultaneamente destinado à caça e à observação de diversos animais. Assim, se quiser ver veados, gamos, muflões (uma espécie de carneiros monteses), javalis ou raposas em plena liberdade, poderá inscrever-se num dos safaris, na recepção dos hotéis Astória ou Fonte Santa, ou directamente por telefone. A visita é feita em veículos todo-o-terreno e dura várias horas. Além da caça maior, é ainda possível observar perdizes, saca-rabos e diversas aves de rapina. Existe também uma colónia permanente de abutres.

Além dos animais, encontrará nestas herdades belas paisagens, desde zonas rochosas até vales muito arborizados, planícies cerealíferas e as imponentes arribas do Tejo Internacional, onde nidificam diversas espécies de aves protegidas.

Contacto: 277 43 04 30 (para marcação de safaris).
Horário: saídas às 06.30 h e às 17.00 h ou 17.30 h (respectivamente com e sem merenda).

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Covão da Ametade

Regressado à estrada principal, siga paralelamente ao Vale Glaciário do Rio Zêzere, através de uma paisagem de excepção. Ao chegar à parte de cima do vale, a seguir a uma curva apertada para a esquerda, encontrará o Covão da Ametade. Pare o carro na zona de estacionamento que aí se encontra e dê um passeio pelo parque, que fica encaixado entre falésias abruptas, onde as aves de rapina fazem os seus ninhos. O Rio Zêzere, ainda estreito, corre aqui por entre fileiras de árvores frondosas e pode ser atravessado por meio de pequenas pontes de madeira. Se tiver a sorte de visitar este local num dia em que não esteja muita gente, aproveite-o bem. O sussurrar das águas, o canto das aves, o verde dos prados e a imponência dos penedos deixam marcas inesquecíveis…

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Marrazes

Saia da cidade em direcção à Figueira da Foz e volte à direita, pouco depois, quando vir indicado Marrazes. Chegado a esta vila, faça uma visita ao Museu Escolar. Este singular museu teve origem num projecto pedagógico elaborado por professores do Ensino Básico. A mostra principal está dividida por oito salas, dedicadas a outros tantos temas, e há um espaço dedicado a exposições temporárias. Trata-se de uma visita extremamente educativa para as crianças e que trará, inevitavelmente, boas recordações aos pais.

Local: Largo da Feira, 18.
Contacto: 244 81 27 01.
Horário: sexta, sábado e domingo, das 14.00 h às 18.00 h; terça e quinta, só com marcação prévia. Encerra à segunda e quarta.
Preço: gratuito.